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Ave Fênix! Entrevista com Vivian Tavares

 

Vivian Tavares
Foto: Vitor D. Ferreira. Revista Jovem Geek.

O Ave Fênix Geek Show, com uma proposta de focar na dublagem brasileira, teve uma atmosfera acolhedora e mostrou todo seu potencial logo de cara! Curtimos muito a programação especialmente pensada para seu propósito, e sem sombra de dúvidas foi um dos melhores eventos que presenciai em SP este ano.

Para entender melhor o que motivou o dublador Leonardo Camilo a colocar este evento em prática e ser anfitrião, nós da Revista Jovem Geek conversamos com a maravilhosa Vivian Tavares, a direção do evento, uma das grandes cabeças por trás de tudo!

 

Vivian, de quem partiu a ideia?

O Leonardo Camillo, meu marido, é uma pessoa que vive a arte. Ele respira arte, acredita na arte e sempre sonhou com esse momento. Eu também sou artista, sou bailarina, então além de marido e mulher nós trabalhamos com arte, fazemos muitas produções juntos, ele na parte teatral e eu na parte de dança. Por conta das inúmeras viagens que faz para participar de eventos pelo Brasil inteiro – algumas vezes eu o acompanho – sempre tivemos a ideia de fazer o nosso próprio evento, com a nossa identidade e trazer a dublagem para esse universo. Ele sonhava com essa oportunidade.

Em 2020, já diante da pandemia nós começamos a tirar da gaveta, que antes não dava tempo por conta da correria. Então a gente conseguiu voltar acreditar em alguns sonhos que nós tínhamos, que era a criação da empresa Ave Fênix Produções Artísticas: é uma empresa que fomenta a arte em diversos seguimentos e o carro chefe é a dublagem, pela história dele [Leonardo] com tantos anos de profissão. E de dois anos pra cá muitas coisas aconteceram, quando no final do ano passado ele colocou: “Finalmente, é a hora de começar a pensar nesse evento presencial”.

Nós fomos construindo, mês a mês, formando equipe, conversando, ouvindo as pessoas mais experientes. Todo mundo trouxe um pouco de conhecimento; fomos juntando as peças até chegar no dia de hoje. Então... Foi um processo muito bacana, com vários colaboradores, mas assim, é um sonho dele que está sendo realizado hoje, nesse final de semana.

Vivian Tavares
Foto: Vitor D. Ferreira. Revista Jovem Geek.


Então pode-se dizer que vocês dois, sonharam isso juntos?

Isso, sonhamos juntos, por isso que nosso slogan é “vamos todos nos juntar”, porque ele acreditou nesse sonho e eu embarquei com ele! Os colaboradores entraram nisso, é um sonho coletivo, cada um com a sua especificidade, fomos criando esse projeto. Mas o Leo é a ponta dessa pirâmide.

 

Ele é o coração de tudo?

Sim, ele é o coração. A gente até brinca que ele é a emoção e eu sou a razão. E precisa mesmo ter esse equilíbrio, até pra gente chegar na realização efetiva desse evento.

 

Quanto tempo levou desde o planejamento, até hoje?

Começou no final de 2021, então já leva alguns meses aí. Entrando de cabeça mesmo, foi a partir de março. Entre fevereiro e março criou-se a identidade visual: teve toda uma pesquisa de qual seria a imagem que queríamos passar, e os profissionais foram chegando pra essa criação.

Ele [Leo] imediatamente pensou no jingle que traz todo o sentimento do que a gente está passando aqui através do Felipe Antunes, musico e amigo do Leo. As pessoas foram abraçando a ideia, criou-se a identidade, o nome do evento, o jingle e as atrações começaram a ser pensadas, isso lá em abril, para as pessoas colocarem isso nas agendas. Intensivão mesmo, foi de quatro meses pra cá.

 

Pra você, qual foi o ponto mais difícil desse tempo todo?


Olha, eu tenho 30 anos de experiência como professora de dança e produtora de evento. Trinta anos. Mas esse ano foi diferente. Eu entrei em um universo onde tive que aprender desde o começo. As minhas profissões eram focadas muito no palco: figurinos, cenários, trilhas, repertorio. E esse universo é muito amplo porque as pessoas esperam isso, elas querem essa diversidade, então eu tive que aprender desde a planta de um projeto para lojistas, a planta para os expositores, espaço temático, tudo! Então fui pesquisar e aprender com quem sabia – isso eu adoro, eu carrego dentro de mim essa veia da produção.

Vivian Tavares
Foto: Vitor D. Ferreira. Revista Jovem Geek.
 Teve um momento no meio do caminho     que eu falei “não vou dar conta, não vou     conseguir”, mas nessas minhas recaídas o     Leo me levantava; ele também teve alguns    momentos de cansaço, de preocupação.  E eu o levantava. E fomos caminhando     juntos. Foi um aprendizado maravilhoso, cada lojista que chegava com o interesse de estar aqui, nós ficávamos super emocionado, as atrações que confirmaram, as pessoas foram conhecendo o evento. As redes sociais começaram a fazer parte disso, cada mensagem no e-mail ou no WhatsApp era uma alegria! Porque as pessoas estavam acreditando no nosso evento.

Em contrapartida, qual ponto você considerou o mais fácil?

As pessoas foram muito acessíveis, foi tranquilo nesse sentido. Mesmo com as dificuldades que nós tínhamos, nós éramos bem assessorados, conseguimos administrar bem. A parte de outdoor que é fechar programação, a cada convidado que o Leo teve um aceite, a gente comemorava, porque são amigos dele de anos e anos de profissão. Isso foi muito gostoso, as pessoas ainda não conhecerem o evento – por ser a primeira edição – e quererem estar com a gente. Nós tivemos dois encontros, um na liberdade no Chen’s e outro no Jolly Roger Burguer que é nossa hamburgueria oficial, pra uma pré-estreia e os dubladores estiveram lá, o público foi também, já pra gente sentir esse contato com as pessoas.


Hoje no segundo dia do evento, o que você está achando? Era aquilo mesmo que vocês esperavam?

De sexta pra sábado nós saímos de casa uma hora da manhã e nós viemos muito positivos, mas sempre com aquele receio de “será que o púbico vai?”. A previsão do tempo era uma preocupação também. Mas o dia foi acontecendo e as pessoas foram chegando, as pessoas felizes comentando, vinham até mim para elogiar. Eu fiquei em êxtase, sai daqui ontem sentindo muita euforia, muita alegria, muita realização, e a expectativa pra hoje é mil, milhão, para que as pessoas curtam.

 

A expectativa é para que venham mais e mais edições.

Sim, que se torne um evento no calendário para a cidade de São Paulo! Que a gente esteja aqui ano que vem com mais programações, atrações, corrigindo o que ficou, melhorar e em outubro de 2023 estaremos com a segunda edição!

 

Eu falo pra nossa equipe da Revista, que o mais importante, por mais que a gente vá para trabalhar, é se divertir. E vocês estão se divertindo?

Estamos! Eu quero ver, vivenciar, tudo aquilo que estava no papel, tudo o que estava na teoria, na programação, entrar num espaço temático e ver toda aquela conversa de organização, de logística, aquilo ter ficado muito bonito, agradável, eu fico muito feliz! E estou curtindo, estou antenada em tudo, são 4 andares da faculdade, estou andando para ver tudo o que está acontecendo.

 

Esse é o mais importante, curtir o evento, é como um filho de vocês que nasceu!

Isso mesmo! E falando em filho, o nosso filho João Lucas que tem 10 anos é uma criança que também está envolvidíssimo com a arte, ele dança, interpreta, ele já faz um pouco de dublagem, então quando nós pensamos em uma mascote – porque todo evento tem que ter uma imagem – nós pensamos no nosso filho. A Naomi desenhou e criou com a foto dele o Geekinho, ele está aí andando pelo evento, esteve no palco ontem, então o Geekinho também nasceu junto com a gente.

Vivian Tavares e João Lucas de Geekinho
Foto: Vitor D. Ferreira. Revista Jovem Geek.


Entrevista com Leonor Afonso da CRITICAL Reflex

 

Imagem: Divulgação CRITICAL Reflex



Leonor Afonso é Community Manager da Critical Reflex, uma desenvolvedora de jogos criada em 2020 que já teve dois de seus games indicados a premiações no BIG Festival de 2022. O BIG Festival é realizado em São Paulo e é o principal evento de lançamentos de jogos da América Latina . Em 2022, foram exibidos mais de 200 jogos, entre os finalistas do Festival, jogos selecionados para o Panorama Brasil e Panorama Mundo e anúncios inéditos de grandes publishers. O evento foi realizado entre os dia 07 e 10 de julho e contou com palestras, finais de campeonatos (Final da Elite League do CBCS 1XBET), premiações de jogos e participação de influenciadores, incluindo Gaules e a Tribo, Nobru, Flakes, Gelli Clash, Bruno Playhard, entre muitos outros. 



Imagem: divulgação CRITICAL Reflex



Leonor participou do BIG deste ano representando a CRITICAL Reflex e os games Flawless Abbey e Rose & Locket que foram finalistas no prêmio de melhor arte e ela concordou em responder algumas de nossas perguntas.


[RJG] - Os games Flawless Abbey e Rose & Locket foram finalistas para o prêmio de melhor arte no BIG Festival desse ano. Você poderia contar um pouco mais sobre esses jogos e seus enredos?


Estamos super orgulhosos dos nossos jogos finalistas! Apesar de não termos ganho, estamos contentes de termos participado no BIG Festival desse ano. Não quero fazer spoilers sobre o Flawless Abbey mas o jogo segue uma aventura misteriosa e enigmática onde o jogador irá explorar maravilhosos cenários pintados à mão com aquarelas! Apesar dos dois serem lindíssimos, os nossos finalistas são muito diferentes! Rose & Locket é um jogo de aventura-ação que segue Rose, uma fora-de-lei aposentada, por deslumbrantes paisagens enquanto usa mecanismos de jogos FaroEste (Wild West). Estamos bastante orgulhosos de ambos os jogos terem sido nomeados para Melhor Arte.


[RJG] - Flawless Abbey se baseia muito na música e sons em geral no seu gameplay. As ilustrações dos jogos tiveram inspiração em músicas ou outras coisas? E quanto a Rose & Locket, quais as inspirações para sua criação?


É um fato que Flawless Abbey usa componentes visuais e musicais para conectar a narrativa com a misteriosa energia da Torre do Labirinto. Quando falamos de um jogo tão profundo como Flawless Abbey, que tem um grande foco em puzzles e labirintos, é muito importante ter os componentes musicais e artísticos conectados. Em termos musicais, os sons do Tchaikovsky foram uma grande inspiração. 

Para o Rose & Locket, temos um estilo completamente diferente. Este jogo foi inspirado pela arte de jogos e desenhos animados/cartoons dos anos 90 ambientado num cenário minimalista e colorido, ao mesmo tempo que usamos mecanismos do Wild West, para criar um estilo de jogo completamente único.


[RJG] - Rose & Locket e Flawless Abbey são jogos de aventura, mas você já trabalhou com jogos de horror e outras categorias. Qual tipo você mais gosta de trabalhar? Porque?


Na Critical Reflex temos um diverso portfólio de jogos e categorias de jogos, além de termos uma equipe internacional com diferentes gostos e preferências. Uma das nossas prioridades como publisher, é ter produtores que trabalhem diretamente com os desenvolvedores que são apaixonados pelo gênero do jogo que eles trabalham. Eu não posso falar pelos meus colegas, que têm uma maior experiência na indústria, mas, para mim, jogos como o Flawless Abbey, que são esteticamente lindos mas esforçam-se para ter uma boa narrativa e aventura, são os meus favoritos.


[RJG] - A CRITICAL REFLEX foi fundada em 2020, em meio a pandemia de COVID-19. Embora o público esteja em constante crescimento, quais as principais dificuldades para entrar no mercado?


Na minha opinião, o fato de termos começado a nossa empresa no meio da pandemia nos deu uma perspectiva da indústria que está adaptada à evolução que tem havido no mercado. Por exemplo, trabalharmos 100% remoto o que nos permite encontrar jogos em diferentes zonas do planeta e obriga-nos a ser uma empresa flexível, especialmente com horas de trabalho e lidar com fusos horários. Nós todos, como empresa, achamos fascinante que a indústria esteja finalmente a prestar atenção a jogos internacionais - prova deste fato é o estande incrível de jogos brasileiros que estavam no BIG. Isto permite criar um mercado menos homogêneo em termos de conteúdo, o que por si, permite a developers internacionais demonstrar as suas perspectivas pessoais e permite trazer pessoas como nós, que tem experiência em colaboração internacional, a levar estes jogos para um mundo mais mainstream.


[RJG] - Como foi sua participação no BIG Festival de 2022 ? Qual sua visão do mercado Latino Americano para games?


Foi uma experiência fantástica e mal podemos esperar para voltar. Foi super comovente ver pessoas falando em Português e jogando os nossos jogos com as placas a dizer “Melhor Áudio" e “Melhor Arte” por cima. Em geral, o festival foi uma experiência sensacional para conhecer developers Latino-Americanos e os seus jogos. Adorei tudo o que experimentei no stand dos jogos brasileiros!!!

Especificamente sobre o mercado Latino Americano, eu não sou a melhor pessoa para comentar isso, mas pelos jogos que vi no Big Festival, é claro que há um potencial estupendo com os criativos da América Latina. Na minha opinião pessoal, sinto que vamos perder muitos jogos fenomenais porque há falta de incentivo para as mentes criativas da América Latina. Mas já vi muito progresso acontecendo nos últimos anos, por isso estou animada para ver o que o futuro nos trará.


[RJG] - Embora Rose & Locket ou Flawless Abbey não tenham ganhado o prêmio de melhor arte no festival, não resta dúvidas que o design é incrível e inovador. O que podemos esperar dos futuros games da CRITICAL REFLEX?


Em primeiro lugar, tenho de agradecer as suas descrições e toda a simpatia ao comentar os nossos jogos!

Apesar de estarmos tristes de não termos ganho, estamos honrados por termos participado no BIG. Na Critical Reflex estamos sempre à procura de novos e geniais jogos e temos muito orgulho na variedade de jogos que temos, por isso, podem esperar mais projectos com visuais deslumbrantes e gameplays viciantes, tal como no Flawless Abbey e no Rose & Locket. Por isso, fiquem com atenção para o Demo do Rose & Locket que vai estar disponível em Outubro, e pelo lançamento do nosso novo jogo ORX, um jogo Tower-Defense RogueLike que estará disponível no dia 30 de Agosto!



Agradecemos novamente a Leonor por ter concordado em conversar conosco!

Inspiração nas décadas de 50 e 60| Entrevistando o artista Gil Carvalho de Sousa

Gil Carvalho de Sousa

Erra quem acredita que está faltando música boa no Brasil. Talvez, só esteja faltando uma maior divulgação de artistas nacionais. 

Anteriormente entrevistamos o artista Gildecy Rachel para a nossa 20ª edição da Revista Jovem Geek (e que já está disponível no site - e você também pode acessar aqui). Também trouxemos como notícias os lançamentos das músicas Até algum dia e Veneno.

E pelo Gildecy Rachel conhecemos também o seu irmão, Gil Carvalho de Sousa. Ambos são extremamente talentosos e compensa muito conferir suas músicas. Hoje, a Revista Jovem Geek teve a oportunidade de entrevistar também o Gil Carvalho de Sousa! Confiram aqui: 

Gil Carvalho de Sousa

Pergunta: Primeiramente, nos conte um pouco mais sobre a pessoa por trás das músicas. O que você faz? Quais seus hobbies? Para quem não te conhece, quem é Gil Carvalho de Sousa?

Gil Carvalho de Sousa: Primeiro é uma honra poder participar do site Jovem Geek, estou muito feliz e satisfeito com o convite. 

Sou o Gil Carvalho de Sousa, atualmente tenho 26 anos, sou do signo de sagitário, formado em licenciatura de Artes Visuais. 

Toco violão desde os meus 12 anos de idade e guitarra desde os 15 anos. Além desses instrumentos eu toco contrabaixo, teclado, piano, arrisco um pouco na bateria, cajon, pandeiro, meia-lua, percussão e atabaque.

Gosto bastante de ler (principalmente HQ's), de desenhar, pintar, escrever, dançar, assistir filmes (principalmente ficção que é meu gênero favorito), assistir documentários e séries. Gosto muito de acompanhar canais do YouTube, ando de skate há alguns anos (mas não sou tão bom assim rs) tenho minha namorada, já trabalhei com diversas coisas diferentes ao longo da caminhada e atualmente estou vivendo um dos melhores momentos da minha vida.

Conte para nós: quando você começou a trabalhar com a música? E de onde veio a paixão por esse trabalho?

Trabalhar mesmo com a música foi a partir dos meus 15 anos de idade, quando comecei a ensaiar em estúdios e preparar os primeiros shows com a banda.

A minha paixão pela música vem desde muito cedo. Com 5, 6 anos de idade eu já arriscava cantar as canções que gostava de ouvir junto ao meu irmão e meus pais desde sempre nos incentivavam tanto a ouvir, quanto a praticar instrumentos musicais. A influência da família também foi importante nesse processo, pois meu primo Rodrigo Califórnia que hoje toca comigo na banda Tubarões Urbanos foi uma das pessoas que me me fez gostar ainda mais desse mundo musical me apresentando bandas, cantores e vertentes do rock. A dança também esteve sempre presente em minha vida, principalmente por o meu maior ídolo na música ser o artista Michael Jackson. 

Você já integrou algumas bandas e grupos musicais. Nos conte quais são e se ainda pertence a algum desses projetos:

Eu desde a época da escola me apresento com grupos musicais e teatrais. No ensino fundamental montei junto a colegas meu primeiro projeto. A ideia veio depois de um convite para uma apresentação de fim de ano na escola. Como eu já era muito interessado por shows e apresentações, ali foi uma oportunidade de montar algo relacionado a esse mundo da música. Me reuni com pessoas que também curtiam esse tema, montamos uma banda na qual eu era o guitarrista e fizemos esse  primeiro show.

A partir dali, resolvi junto ao meu irmão Gildecy e meu amigo Wesley que iríamos seguir com uma banda e iríamos compor nossas próprias canções, já que além de tocar, tínhamos essa facilidade de compor e construir melodias.

Montamos em 2010 a banda de rock chamada "Rardyss" que durou 07 anos. Com a banda lançamos um EP e um vídeo clipe dirigido pela Foggy Films.

Em paralelo com a Rardyss, em 2016 formei junto ao meu irmão Gildecy, meu primo Rodrigo e aos meus amigos Dieslei e Milton a banda de rockabilly Tubarões Urbanos, tocando clássicos do rock dos anos 50 e 60, na qual estamos em atividade até hoje.

Em 2016 também comecei meu projeto solo tocando canções de artistas que admiro de todas as vertentes musicais e inseri minhas composições que não cabiam nas bandas nesse projeto, sendo algo bem mais pessoal.

Com o fim da Rardyss em 2017, montei uma dupla junto ao meu irmão Gildecy chamada "G.C Acústico", na qual  toco violão, canto e componho e o Gildecy toca cajon, canta, toca contrabaixo as vezes e também escreve canções.

Em 2020 fui convidado a participar de uma banda tributo ao Green Day, que mais tarde se tornou a banda Divergente Estrada. Lançamos até o momento 6 músicas com a banda. 

Nesse ano de 2021 junto ao Thiago Sammet's (baixista da Divergente Estrada) e Jorge Gonzaga (baterista da Divergente Estrada) montamos o Power trio chamado "Andrack" e pretendemos lançar músicas próprias.

Em 2016 você começou o seu projeto solo. Quais as dificuldades enfrentadas ao se trabalhar solo assim?

Na verdade eu acho até mais simples esse trabalho. Pois minhas canções são de autoria própria (tanto letra quanto melodia) e os arranjos são bem menos complexos do que com as bandas. Além do mais eu faço meus próprios horários e ensaios, até porque sou eu comigo mesmo. 

Você já fez a composição e o arranjo de várias músicas, incluindo trabalhos com o Gildecy Rachel que já entrevistamos anteriormente. Quais as suas inspirações para produzir seus trabalhos?

Eu busco com as bandas me basear em outros artistas relacionados ao gênero. Exemplo: quando escrevo para a Tubarões Urbanos eu me inspiro no que era feito na música e principalmente no rock nos anos 50/60. Observo as gírias da época, os assuntos mais falados, as harmonias mais usadas, e em cima desse estudo eu componho. 

Para a Divergente/Andrack que são bandas que tocam um som mais atual, me inspiro em bandas que cresci ouvindo como Green Day, Foo Fighters, CPM 22 e Detonautas. 

Para minhas músicas solo e para o G.C eu componho pensando em assuntos mais pessoais e íntimos. 

Então para cada projeto eu tenho uma forma diferente de escrever, varia muito de acordo com cada estilo e cada banda. Vocês podem conferir tudo isso seguindo os trabalhos musicais.

De todas as suas músicas que você já tocou e/ou produziu: sabe definir qual sua favorita?

De todas as composições a minha favorita é "Poder Voar", pois trata de uma música pessoal e cem por cento do jeito que eu gosto.

Onde podemos encontrar suas músicas?

Todas as minhas composições estão disponíveis nas principais plataformas digitais de música e vídeo (Spotify, Deezer, YouTube, entre outras).

Você pode dar um spoiler dos seus futuros lançamentos?

Pretendo lançar em breve mais duas músicas com o G.C, até o fim do ano mais uma música do meu projeto solo e estamos trabalhando também novas músicas da Tubarões Urbanos e do projeto Andrack.

Acompanhe o trabalho de Gil Carvalho de Sousa:

Canal no YouTube: Gil Carvalho de Sousa - YouTube

Página no Facebook: Gil Carvalho de Sousa | Facebook

Deezer: Gil Carvalho de Sousa

Spotify: Gil Carvalho de Sousa

Dia do Quadrinho Nacional - Entrevistando Pedro Leite


Em 30 de janeiro de 1869, a revista Vida Fluminense publicou a primeira história em quadrinhos brasileira: "As Aventuras de Nhô Quim ou impressões de uma viagem à corte". Escrita pelo artista italiano radicado no Brasil, Angelo Agostini, conta a história de Nhô Quim, um caipira que se muda para o Rio De Janeiro.

Para celebrar a data marcante no calendário brasileiro, em 1984, a Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo declararam que 30 de janeiro seria o Dia do Quadrinho Nacional.  

Além dos quadrinhos de super-heróis, trazidos dos Estados Unidos, o Brasil se destacou com a produção de histórias voltadas para o público infantil. Quem não lembra de ter lido gibis da Turma da Mônica, do Menino Maluquinho, ou do Senninha? Até hoje, diversos jornais brasileiros publicam diariamente as famosas "tirinhas".

Mas, erra quem acha que história em quadrinhos é coisa do passado. As revistas compradas em bancas foram trocadas por páginas em redes sociais como Facebook e Instagram, nas quais centenas de quadrinistas e cartunistas brasileiros fazem bastante sucesso. Entre eles, Pedro Leite

O ilustrador e publicitário gaúcho tem 35 anos, e é considerado um dos maiores desenhistas do Brasil, passando da marca dos 2 metros de altura. É conhecido por suas webtiras: "Tirinhas do Zodíaco" (criada com Rafael Koff), "Quadrinhos Ácidos" e "Sofia e Otto". Em 2013, ganhou o Troféu Angelo Agostini de melhor fanzine, e três anos depois levou o Troféu HQ Mix de melhor webquadrinho.

Para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional, a Revista Jovem Geek convidou Pedro Leite para uma entrevista.

Como começou a sua carreira no mundo dos quadrinhos?

Possivelmente como a maioria dos artistas: brincando. Desde criança sempre gostei de desenhar, de assistir desenhos e brincar com ilustrações. Porém, ao ir crescendo, fui deixando essa parte de lado. Me formei em publicidade, não gostei da área, e perto dos 28 anos voltei a produzir quadrinhos. Tudo começou com uma brincadeira entre amigos, criando a série “Tirinhas do Zodíaco”, depois disso percebi uma luz no fim do túnel, larguei a publicidade e entrei de vez para o mundo dos quadrinhos. Lancei as séries “Quadrinhos Ácidos” e “Sofia e Otto”, todas pelas redes sociais.


O que te inspira a desenhar?

Principalmente o cotidiano. Os quadrinhos entraram de vez na minha vida em uma fase que eu estava precisando extravasar alguns sentimentos, e foi com as ilustrações que consegui.



Quais obras que mais influenciaram na sua carreira?

Gosto muito das obras de diversos artistas e adoro diversos personagens. Snoopy, Calvin e Haroldo, Macanudo, Groo, Turma da Mônica, Laboratório de Dexter, muita coisa. Mas não só dos quadrinhos, e sim, de qualquer tipo de arte. Adoro cinema e animações.


Você começou com quadrinhos com personagens de Cavaleiros do Zodíaco. Mesmo parando com essa série, você costuma trazer referências ao anime. Na sua opinião, qual é a importância da cultura pop na vida das pessoas?

A minha primeira série de todas, as “Tirinhas do Zodíaco”, foi uma paródia bem humorada dos Cavaleiros do Zodíaco. Era bobinha, com piadas feitas “apenas” para rir, mas era muito divertida por acertou em cheio o público que consumia aquela desenho animado nos anos 90. A cultura pop é algo cada vez mais impactante na vida das pessoas, principalmente depois da chegada da internet e redes sociais. É uma fonte de consumo, pro bem e pro mal. Vejo gente deixando a tristeza pra trás por estar assistindo uma série bacana, mas também vejo gente ficando dependente e esperando com muita ansiedade o próximo filme a ser lançado do seu personagem favorito, como se a cultura pop fosse o único tipo de arte e cultura para ser admirado.

 

Qual foi a sua reação ao ser chamado para a CCXP?

Eu já participei de 5 eventos da CCXP, só não fui na 1ª edição, pois ainda não sabia como seria o evento e eu moro longe (RS). Foi muito legal passar na seleção para participar da feira, afinal, esse é o maior evento de quadrinhos e cultura pop do Brasil e está cada vez mais difícil entrar. São muitos artistas querendo estar no Artists' Alley da CCXP, mas não tem tantas vagas assim, por isso sou muito grato por sempre estar lá. É o tipo de evento que é ótimo para energizar, afinal, estamos finalmente conhecendo o nosso público pessoalmente.

Will Tirando e Pedro Leite na Artists' Alley da CCXP 2016 (Distribuição: Pedro Leite/Facebook)
 

Como a divulgação pelas redes sociais impactou a sua carreira?

Meu trabalho com quadrinhos só acontece por causa das redes sociais e sem a internet eu não teria lançado nenhum livro impresso. Foram 35 mil seguidores no “Tirinhas do Zodíaco”, passando de 500 mil no “Quadrinhos Ácidos”. Esses números ajudar a gente a medir o quanto um público acredita no nosso trabalho e usei isso como termômetro para decidir lançar livros e produtos destinados a venda. Gosto de dizer que migrei da internet para o impresso. Por isso, a divulgação nas redes sociais é sempre muito essencial para mim e para todos os meus colegas cartunistas.


Em 2020, você fez uma parceria com estudantes de uma escola do Rio Grande do Sul. Como foi esse projeto?

Lá por 2018 comecei a adaptar os meus quadrinhos da “Sofia e Otto” para uma linguagem mais lúdica, focada para escolas do Rio Grande do Sul. Os quadrinhos das séries continuam sendo criados e postados na internet, mas, desde então, o meu foco principal tem sito o público infantil daqui. Já lancei dois livros para as crianças de 7 a 12 anos, sempre pensando nas escolas do meu estado. Um livro foi contando sobre a história de Porto Alegre e o outro sobre a história da Imigração Italiana no RS. Pretendo usar a Sofia e Otto futuramente para contar a histórias de outras cidades e estados do Brasil. As parcerias que tenho feito com as escolas na verdade são as conversar e trocas de experiências que temos para eu saber o que criar, sempre pensando nas lacunas do ensino.


Como as mudanças sociais impactaram o seu trabalho?

Tudo na nossa vida altera a arte, quadrinhos, música etc. As mudanças sociais alteram tudo, principalmente os problemas políticos que vivemos atualmente. Porém, nos últimos tempos, por estar tratando com um público menor, tenho evitado a falar de alguns assuntos polêmicos para não me estressar. Mas vira e volta eu preciso criar um quadrinho sobre um tema que precisa ser debatido.


O que você diria para quem quer seguir os seus passos?

Só comece isso se você tiver muita paixão.


Acompanhe o trabalho de Pedro Leite por suas redes sociais:

Games de quintal - 3ª edição

O designer piauiense Ícaro Ramone, de 28 anos, é o criador e organizador do evento voltado ao público gamer “Games de quintal” em Teresina, capital do estado. Já tendo sido organizador do Banzai (evento de anime em Parnaíba-PI), Anime Power, AniXHunter (ambos da capital) e Feira do Rolo Teresina, Ícaro acumulou experiências e em Games de quintal oferece um espaço para que as pessoas possam (re)descobrir games antigos e se divertirem.

A convite da a Revista Jovem Geek, ícaro Ramone falou um pouco mais sobre o Games de Quintal e sobre sua 3ª edição, que acontecerá nos dias 09 e 10 de janeiro a partir das 15h em Teresina - PI . Confira a entrevista:

 Como surgiu a ideia pra fazer o Games de quintal?

Ícaro: Originalmente surgiu em uma conversa entre eu e um amigo, que me deu a ideia de montarmos um evento para quebrar a rotina das pessoas que jogavam videogame. Que queriam aquela nostalgia dos fliperamas e consoles retrô, típico dos anos 80 e 90, e sempre reclamavam da falta de alguns encontros retrô em Teresina.

 Qual é a programação desse ano?


Ícaro: Esse ano nós vamos inovar com consoles um pouco mais atuais, sendo eles PS4 e Xbox One S. Estamos também colocando agora alguns campeonatos de KOF, Mario Kart e Bomberman, para a galera que gosta de algo mais à moda antiga, que nem as locadoras dos anos 80. Vamos ter alguns sorteios também no dia patrocinado por alguns colaboradores.

Quais as medidas de segurança tomadas para a realização do evento presencial mesmo na pandemia?

Ícaro: Algumas medidas que já são comuns e bem conhecidas, sendo elas: Uso de máscara, mesas e cadeiras bem separadas para evitar muita aglomeração em um local só, totem com álcool em gel e muita pia com sabão para higienizar as mãos. Na venda de lanches vamos disponibilizar apenas coisas descartáveis para evitar a contaminação.

Além dos games, o que mais chama atenção do público no evento?

Ícaro: As vendas de jogos, acessórios e consoles, as próprias pessoas que frequentam o evento podem levar seus jogos pra venderem ou trocar com outras pessoas, pois tem muitos jogos retrô que são raros hoje em dia no mercado. A reunião entre amigos que raramente se veem, e o fato de novas pessoas conhecerem o evento, no qual nem faziam ideia que existia aqui na nossa cidade.

Você sempre se interessou por games?

Ícaro: Desde pequeno eu sempre me senti atraído por eventos nerds em geral, inicialmente com meu primeiro console Super Nintendo acabei tendo acesso às bancas de revista para buscar dicas e truques para facilitar minha jogatina. Mas depois que eu descobri alguns encontros em locadoras se tornarem eventos, que com o tempo foram acabando aqui em Teresina, senti a necessidade de fazer um evento, comecei a ter experiência em eventos de anime que tinha a área de games e gincanas, depois de muito tempo consegui criar o Games de quintal e englobar tudo isso que me foi ensinado.

Qual é o seu game favorito?

Ícaro: Meu game favorito é Chrono Trigger, sempre fui apegado a esse estilo de ter escolhas que influenciam em algo no passado/presente e futuro.

Na sua opinião como qualquer pessoa pode ser um gamer ou exige alguma habilidade especial?

Ícaro: O termo gamer passou a ser mais utilizado atualmente de modo geral sendo ele PC ou console, está bem comum o uso. Na minha opinião ser gamer não se exige tanta habilidade inicialmente, pois a prática leva à perfeição, então tudo no seu tempo.

Como a pandemia afetou a edição desse ano?

Ícaro:  Normalmente eram feitas duas edições por ano, só que quando a pandemia estourou ficamos parados bastante tempo e só depois de 9 meses da poeira ter baixado um pouco mais, decidimos retornar com uma frequência mais baixa. Tomando claro todas as medidas cabíveis de segurança e saúde

Quer deixar um recado para os leitores? E  para saber mais sobre o evento e entrar em contato com os organizadores?

Ícaro: Quero agradecer a oportunidade de poder falar um pouco sobre nossos projetos e agradecer a todos que colaboram para organizar esse evento que eu tanto amo.

Quem tiver interesse em frequentar e quiser buscar mais informações segue o Instagram da minha loja, tudo sobre o evento costumo divulgar por lá

@akibaloja e nosso WhatsApp: (86) 98837-7724

Fotos da última edição:



Power Rangers | Cosplayers Goianos

E aí, geeks. Algum fã de Power Ranger aqui?

Aproveitando o tema de Power Ranger, após a notícia que a franquia ganha novos filmes e séries interligados, a Revista Jovem Geek convidou geeks goianos para uma nova matéria sobre o universo cosplay! Fiquem ligados nesses cosplays de Power Rangers e em suas entrevistas!


Nome: Dallila Virgínio

Instagram: @lylokita

Dallila Virgínio é cosplayer, fotógrafa e empreendedora. Entre os seus cosplays, o mais famoso foi a Power Ranger, já recebendo o apelido de Ranger Goiana. Claro que deveríamos começar a matéria com essa cosplayer maravilhosa.

Dallila também participou da matéria Mês do Halloween: Cosplayers Brasileiros do Terror


Dallila Virgínio

À esquerda, a atriz Amy Jo Johnson. À direita, Dallila Virgínio.


1. Há quanto tempo faz cosplay?

Entrei definitivamente no mundo cosplayer em 2017. Antes trabalhava em eventos como Personagem Vivo, em uma empresa Goiana.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã desde que me entendo por gente rs :D

Desde pequenina sempre amei Power Rangers, em especial a Ranger Rosa, que sempre cativou meu coração. Era a briga entre primas, sempre, para saber quem seria quem.

Ficava ali de frente a tv, vidrada em cada cena. Mal sabia eu que num futuro eu poderia realizar aquele sonho de ser uma Ranger.

Dallila Virgínio

Dallila Virgínio


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Foi uma experiência bacana me vestir de Ranger Rosa, ver os olhinhos das crianças brilhando e dos adultos também, super empolgados com a nostalgia e claro,para ver quem estava ali por trás do capacete.

Bati perna demais em Goiás com esse cosplay, desde aniversários, carnaval a eventos cervejeiros, sempre levando muito amor e carinho.


Nome: Kah Martins

Instagram: @kahmartins000

Kah Martins também já apareceu em uma matéria nossa: Mês do Halloween: Cosplayers Brasileiros do Terror. Além de seus cosplays maravilhosos relacionados ao terror, Kah também já foi uma princesa da Disney e foi uma Power Ranger nos eventos de anime em Goiás. 

Kah Martins


1. Há quanto tempo faz cosplay?

Oi! Meu nome é Kah Martins e eu comecei a fazer cosplay em 2016. 

 

2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Assisti Power Rangers quando criança e adorava os desenhos e animes tanto do Power Rangers como os outras temáticas. E um universo muito grande que tem vários tipos de Power Rangers com vários outros personagens diferentes e atores diferentes. 

Kah Martins

Kah Martins


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Fiz o Cosplay de Power Rangers em um evento que a gente saiu de Goiânia e foi para Anápolis para fazer "O bonde dos Power Rangers". Na época fiz o Power Rangers preto que é minha cor preferida. Não fiquei muito tempo com esse cosplay porque foi um cosplay emprestado pelo meu querido amigo Eliel. E também não sou acostumada a usar capacete .Então senti muita dificuldade para ficar com esse cosplay. E admiro muito os meus amigos que tem esse tipo de cosplay com capacete, pois realmente é muito difícil ficar com ele o evento todo. Achei as fotos que a gente tirou uma máximo. E fomos sucesso no evento!


Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.


Nome: Eliel Dragneel

Instagram: @eliel_cosplay

Eliel também apareceu em nossa matéria: Mês do Halloween: Cosplayers Brasileiros do Terror. Além dessa entrevista, também foi entrevistado para a matéria Um pouco da Cultura Geek em Goiânia, Goiás. Eliel é antigo no meio cosplay, tendo participado de diversos eventos e com trabalhos diversos, como os trabalhos como a Morce-Go Vermelho - Goiás Horror Film Festival. O cosplayer já venceu concursos e ganhou premiações.



1. Há quanto tempo faz cosplay?

Faço cosplay há 9 anos.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Power Ranger fez parte da minha infância e sempre queria ser o vermelho. Sou fã desta obra há 20 anos, e o ranger clássico pra mim é o melhor.



3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Como eu tenho um grupo e alguns sãoo apaixonados pelos Rangers resolvemos montar o grupo, comprei todos os capacetes e fiz as roupas, foi a maior alegria ver todos os Power Ranger prontos, cada integrante do grupo ajudou na montagem. Isso deixou o nosso grupo mais próximo.

Eu sempre usei mais o verde, que foi meu primeiro ranger.

Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.


Nome: Izis Neto 

Instagram: @netoizis

Izis Neto foi um dos cosplayers que apareceu em nossa matéria: Mês do Halloween: Cosplayers Brasileiros do Terror. Mesmo não sendo muito antigo no meio cosplay, já participou de vários concursos cosplay e pegou alguns trabalhos como cosplayer. 

O Shopping Cidade Jardim é um dos locais que constantemente chamava cosplayers para propagandas e também para o a Morce-Go Vermelho - Goiás Horror Film Festival. Cosplayers como Izis Neto, Thaiza Montine, Eliel Dragneel e Maria Helena estavam sempre por lá.




1. Há quanto tempo faz cosplay?

Há uns 4 anos, somente.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã desde a série 1996 eu tinha 3 anos quando comecei a gostar já por influência dos primos mais velhos. Acho incrível como eles pegaram os dramas e anseios adolescentes e inseriram em uma série. Cada ranger com um tipo de personalidade: o líder esportista, o dançarino descolado, o nerd/inteligente porém tímido, a asiática encontrando outra cultura e a ginasta porém patricinha. Cada um representava uma característica dos jovens que se identificavam a cada dia. Eu inclusive entrei para a luta e ginástica artística/(olímpica) devido a ranger Rosa. 




3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Uma garota me incentivou a fazer cosplay de ranger e quando realmente fiz foi excelente. Uma das  melhores experiências que tive, foi colocar aquele capacete e ser reconhecido como Ranger. Agora preciso deixar claro que meu amigo/irmão Eliel me ajudou realizar o sonho de termos a equipe completa de Rangers, agradeço ele até hoje.

Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.


Nome: Maria Helena Pires

Instagram: @helenacosplay

Maria Helena também é uma das cosplayers profissionais de Goiás. Antiga no meio cosplay, também participou de diversos eventos, recebeu prêmios e com trabalhos diversos, como os trabalhos coma a Morce-Go Vermelho - Goiás Horror Film Festival. O cosplayer já venceu concursos e ganhou premiações. e, inclusive, está participando de muitas entrevistas e matérias: Um pouco da Cultura Geek em Goiânia, GoiásMês do Halloween: Cosplayers Brasileiros do Terror, e também Eric Draven: o legado de Brandon Lee e alguns cosplayers,

Maria Helena Pires


1. Há quanto tempo faz cosplay?

Eu faço cosplay desde 2011.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Comecei a assistir os Rangers em 94 quando passava no Fox Kids, Mighty Morphin Power Rangers era muito divertido ver as transformações, as acrobacias e as performances teatrais e exageradas dos personagens mas era uma época mais simples e feliz da vida, então meus filhos e marido nos divertiamos muito com eles. Os meninos tinham os bonecos e eu queria as roupas mas ainda não havia Cosplay nem cosmaker, nem material pra fazer. Só conseguir o meu Ranger vermelho em 2018 e foi muita diversão.

Maria Helena Pires

Maria Helena Pires


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Uma das experiências mais divertidas foi montar um grupo de Rangers com uns amigos  para ir a um evento em Anápolis. Foi um sucesso  nós cantamos, dançamos participamos do desfile, ouso dizer que animamos muito o evento que era bem pequeno. Repetimos essa performance no Sesc Geek, evento bem maior com o mesmo sucesso. Fiquei surpresa de ver o quanto o público gosta de Power Rangers, é maravilhoso toda vez que o grupo se reúne.


Nome: Grazielly Queiroz

Instagram: @grazy_bug

Grazielly Queiroz é uma cosplayer maravilhosa que está tendo maior visibilidade nos eventos geeks de Goiânia, com seus cosplays maravilhosos. Ela já apareceu numa matéria de cultura geek do Antes do Ponto Final, mostrando seus cosplays Tsunade, de Naruto, e Uraraka, de Boku no Hero Academia. E agora está aqui com sua entrevista como Power Ranger.

Grazielly Queiroz


1. Há quanto tempo faz cosplay?

3 anos. Comecei em 2017.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Eu sou fã de Power Rangers desde criança, e realizar esse cosplay foi bastante nostálgico pois relembrei muito quando eu chegava do colégio e ia assistir os desenhos que passavam no horário do almoço.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Já vi vários cosplayers de Power Rangers, mas não me imaginava com esse cosplay. Não foi nada planejado, nem sonhado. Foi tudo de última hora mas foi incrível poder me vestir como os heróis da minha infância.


 Nome: Victor Ângelo Rafael

Instagram: @victorartscosplay

Victor Ângelo já participou de duas matérias nossas, também: Cosplayers Brasileiros de Pokémon e Equipe Rocket│Curiosidades e cosplayers brasileiros que você precisa conhecer. Talvez, o seu cosplay mais conhecido seja o de Harry Potter, mas Victor já fez outros personagens, como os cosplays citados de Pokémon e, agora, Power Ranger.

Victor Ângelo Rafael


1. Há quanto tempo faz cosplay?

Faço cosplay há 7 anos.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã de Power Ranger desde pequeno, adorava assistir e depois brincar de ser. Adoro a ideia de heróis "coloridos" lutando contra o mal, com coreografias interessantes e vilões bem feitos, é algo q atrai público desde pequeno, por mais que seja repetitivo a ideia.



Ranger Verde: Victor. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Vermelho: Jean de Faria. Ranger Rosa: Izis Neto. Ranger Amarelo: Valquíria Vital.

Ranger Verde: Victor. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Vermelho: Jean de Faria. Ranger Rosa: Izis Neto. Ranger Amarelo: Valquíria Vital.

Ranger Verde: Victor. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Vermelho: Jean de Faria. Ranger Rosa: Izis Neto. Ranger Amarelo: Valquíria Vital.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Fiz 2 vezes o cosplay de Power ranger, 1 de preto e 1 de verde. A de preto foi para gravar esse mesmo vídeo. A de verde foi como atraćao da campus party Goiânia, em q eu e meus rodamos o shopping passeio das águas de cosplay.


Nome: King Arthur

Instagram: @ezrealcosplayer

Arthur está sempre aparecendo em nossas matérias, também. Apareceu nas matérias  Cosplayers Brasileiros de Pokémon e Equipe Rocket│Curiosidades e cosplayers brasileiros que você precisa conhecer. O sortudo também teve a oportunidade de tirar fotos com o elenco de Power Rangers. Confira as fotos, junto de sua entrevista!

King Arthur com o cosplay de Ranger Azul, junto ao elenco de Power Rangers.




1. Há quanto tempo faz cosplay?

Faço cosplay há 2 anos.


David Yost e King Arthur



2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã de power ranger desde que nasci!

Sempre acompanhei a série e vi e revi várias vezes os episódios,  já tive brinquedos da franquia, roupas,  mas só quando entrei no mundo geek que consegui fazer o meu cosplay de ranger e é o meu cosplay preferido e saiu do jeitinho que eu queria.

Até que usei esse cosplay na Comic Con pra de fato conhecer os atores que fizeram a saga em 2018.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Eu fiz o meu cosplay de power ranger azul e graças a ele conheci pessoas incríveis que também fizeram cosplay de rangers, e com esse grupo já fizemos diversos eventos e muito sucesso na nossa cidade, pois Power Ranger é Power Ranger e todo mundo ama.


Os cosplayers Maria Helena, Grazielly, Victor, Arthur, Eliel, Neto e Tommy fizeram um vídeo com a transformação de Power Ranger. Assistam:



Nome: Murylo Yamazaki

Instagram: @muryloyamazaki

Murylo Yamazaki já frequenta eventos de anime e eventos geek de Goiás há aproximadamente 10 anos, e neste período já fez diversos cosplays. Destes cosplays, o Ranger Amarelo. 

Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.

Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.



1. Há quanto tempo faz cosplay?

Tem mais ou menos uns 10 anos já!


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Desde bem novo. E diferente dos outros que queriam ser o vermelho, eu sempre quis ser o Preto e acabou que eu virei o Amarelo! Pra mim o que mais marcou foi o Força Animal! Acho que é porque foi o primeiro que eu acompanhei todos os episódios em ordem!

Ranger Amarelo: Murylo. Ranger Vermelho: Maria Helena. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Preto: Kah Martins. Ranger Rosa: Isis Neto. Ranger Verde: Eliel.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Os Power Rangers chamam a atenção onde quer que passem. É incrível ver o brilho nos olhos das pessoas ao ver os seus heróis ali ao vivo e a cores.


Nome: Itachi

Itachi ainda não criou um Instagram. Ele fez o cosplay do Ranger Vermelho em alguns eventos, incluindo em algumas das edições do Sesc Geek, entretanto parou com o tempo. Atualmente, está mais ligado aos campeonatos de Magic the Gathering.

Itachi



1. Há quanto tempo faz cosplay?

Fiz cosplay por 10 anos.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã desde 1998, com os dinossauros, depois acabei me apaixonado mais ainda pelos sentai, que são as obras japonessa, as originais que já tem quase 40 feitos, um deles que mais amei foi os zyuranger, e os gokaiser aonde eles podiam se transforma e todos os das franquias, antes gostava muito da versão americana, mais depois de ver o original feito pelo japoneses acaba gostando mais ainda.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Eu fiz o ranger vermelho, desde muito tempo eu tinha vontade de fazer ele, pois foi uma das primeiras séries que mais gostava, e adorei fazer e se um dia tive animo, posso ate volta a fazer ele.



Nome: Valquíria Vital

Instagram: @valgeekeventos

Valquiria Vital é uma turismologa e cosplayer de Goiânia. Apareceu nas matérias  Cosplayers Brasileiros de Pokémon e Equipe Rocket│Curiosidades e cosplayers brasileiros que você precisa conhecer. Fez a Ranger amarela apenas uma vez, mas não poderia deixar de ser convidada para a matéria.

Ranger Verde: Victor. Ranger Azul: King Arthur. Ranger Vermelho: Jean de Faria. Ranger Rosa: Izis Neto. Ranger Amarelo: Valquíria Vital.

1. Há quanto tempo faz cosplay?

Há 6 anos.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Eu gostei muito dos primeiros Power Ranger que passaram na TV, quando tinha o Tomi, a Kimberli,etc. Foram os melhores deles. Na verdade a ideia viria de seriados japoneses como Jaspion, Esquadrão Relâmpago Changeman, etc.

Não lembro quando comecei assistir, mas foi uma parte boa da vida.


3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

Ah! O cosplay não era meu, o Isis Neto me emprestou para ir na Campus Party com os cinco power Ragners. Foi muito divertido zoar no shopping. No mesmo dia eu devolvi o cosplay. Fui o ranger amarelo por algumas horas, mas foi legal!



Nome: Tommy - Ranger Branco

Instagram: @soucosplayer

Tommy é de Brasilia, mas participou de vídeos de Power Rangers com a galera de Goiânia. Como seus cosplays são maravilhosos também, foi convidado para a matéria. Vamos acompanhar o cosplayer também? 




1. Há quanto tempo faz cosplay?

Oficialmente desde de 2018, tinha tentado fazer outros cosplays antes mais pelo grau de dificuldade acabei abandonando os projetos.


2. Sabe dizer há quanto tempo você é fã de Power Ranger? Conte um pouco sobre o que você acha desse universo.

Sou fã desse de quando passava na Globo kkk (sim, eu sou velho).

Tenho meu power ranger que gira a cabeça até hoje(mais de 20 anos)





3. Conte um pouco de sua experiência com os cosplays de Power Rangers?

A experiência é inexplicável, você cresce querendo ser seu ranger favorito e vc consegue isso fazendo o cosplay.

É muito diferente, os power rangers são uma série que ultrapassa gerações.

Crianças de hoje de 5 anos conhecem os power rangers. Minha sobrinha toda vez que vai pra minha casa, liga o Netflix pra ficar assistindo.