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Terror no MGM+: streaming reúne clássicos e franquias para maratonar na sexta-feira 13

MGM+/Divulgação

Superstição para uns, tradição para outros, a sexta-feira 13 se tornou sinônimo de sustos no imaginário popular. Com raízes em crenças religiosas e na mitologia nórdica, a data ganhou força na cultura pop como o momento perfeito para revisitar clássicos do horror. Para entrar no clima, o MGM+ destaca produções do gênero disponíveis em seu catálogo — de adaptações de Stephen King a franquias que marcaram época.

O MGM+ reúne títulos do estúdio MGM e produções originais. No Brasil, o serviço está disponível como assinatura adicional dentro do Prime Video, por R$ 19,90 mensais.

Confira alguns dos destaques de terror disponíveis na plataforma:

Carrie (1976 e 2013)

Duas versões da adaptação do primeiro romance de Stephen King estão no catálogo. Em Carrie – A Estranha, acompanhamos a adolescente Carrie White, vítima de bullying na escola e abuso psicológico em casa por parte da mãe fanática religiosa. Ao descobrir poderes telecinéticos, a jovem vê sua vida tomar um rumo sombrio e explosivo. A versão original de 1976 é estrelada por Sissy Spacek, enquanto o remake de 2013 traz Chloë Grace Moretz no papel principal.

Piranha (1978)

Dirigido por Joe Dante (Gremlins), o filme mistura terror e humor ao apresentar piranhas geneticamente modificadas que escapam para rios locais. O longa se tornou referência dentro do subgênero que coloca animais como ameaças letais.

Terror em Amityville (1979)

Baseado no livro de Jay Anson e inspirado em um dos casos mais conhecidos investigados por Ed e Lorraine Warren, o clássico acompanha a família Lutz após se mudar para uma casa marcada por eventos sobrenaturais. Dirigido por Stuart Rosenberg, o filme ajudou a consolidar o terror envolvendo casas mal-assombradas.

O Brinquedo Assassino (1988)

A estreia de Chucky, um dos vilões mais icônicos do slasher. Na trama, um serial killer transfere sua alma para um boneco por meio de um ritual de vodu, transformando o presente de uma criança em um pesadelo sangrento.

Franquia Poltergeist

O MGM+ também disponibiliza títulos da clássica franquia sobrenatural, incluindo Poltergeist II – O Outro Lado (1986), Poltergeist III – O Capítulo Final (1988) e o remake de 2015. As histórias acompanham famílias atormentadas por espíritos que atravessam a barreira entre o mundo dos vivos e o além.

Com opções que vão do terror psicológico ao sobrenatural e ao slasher clássico, o catálogo do MGM+ oferece alternativas para todos os gostos — perfeitas para transformar a sexta-feira 13 em uma verdadeira maratona de horror.

Litany: roguelike brasileiro aposta no “caos” e incentiva jogadores a quebrar o próprio jogo

2 Wedges/Divulgação

Um novo roguelike deckbuilder brasileiro quer desafiar uma das regras mais sagradas do game design: o balanceamento perfeito. Litany, desenvolvido pelo estúdio MiniGoof e publicado pela 2 Wedges, acaba de ganhar página oficial na Steam e propõe uma experiência em que criar combinações “quebradas” não é erro — é o objetivo.

Com estética dark fantasy, o jogo incentiva os jogadores a explorarem brechas no sistema para montar decks capazes de escalar de forma exponencial, gerando reações em cadeia que fogem das métricas tradicionais de equilíbrio. Em vez de conter o caos, Litany o transforma em ferramenta estratégica.

Desenvolvido por uma equipe de apenas três pessoas, o título promete alta complexidade técnica e liberdade criativa, apostando na experimentação como principal motor da progressão.

A página do jogo na Steam já está no ar com trailer e imagens inéditas. Ainda sem data de lançamento confirmada, Litany surge como mais um exemplo da crescente cena indie brasileira explorando conceitos ousados dentro de gêneros populares.

Diablo celebra 30 anos com nova classe Bruxo, expansão de Diablo IV e grande atualização para Diablo II

Blizzard/Divulgação

A Blizzard deu início às comemorações do 30º aniversário de Diablo com uma transmissão especial repleta de anúncios para toda a franquia. O destaque ficou por conta da chegada da nova classe Bruxo, que aparecerá em Diablo IV, Diablo Immortal e Diablo II: Resurrected, além de atualizações de peso e novos conteúdos programados para 2026.

O Bruxo é descrito como um conjurador sombrio capaz de dominar as forças do Inferno e voltar seu próprio poder contra elas. Cada jogo apresenta uma versão distinta da classe, refletindo diferentes momentos da história de Santuário — desde suas origens até sua forma mais brutal na atual saga da Era do Ódio.

Diablo II: Resurrected recebe nova classe após 25 anos

Blizzard/Divulgação

Disponível a partir de hoje, Reign of the Warlock marca a maior atualização já lançada para Diablo II: Resurrected e introduz a primeira nova classe jogável em mais de 25 anos.

Além do Bruxo — especializado em invocações demoníacas, aprisionamento e transformação —, a atualização adiciona:

  • Novo desafio de fim de jogo, permitindo escolher Atos Aterrorizados com dificuldade e recompensas elevadas;

  • Batalha inédita contra os Ancestrais Colossais;

  • Melhorias de qualidade de vida, incluindo filtros de saque, novas abas de baú e o sistema de Crônica, que registra conquistas e concede recompensas.

Diablo Immortal trará Andariel e o Bruxo em 2026

Blizzard/Divulgação

Em Diablo Immortal, o roteiro de 2026 inclui o retorno de Andariel, a Dama da Angústia, além da chegada do Bruxo em junho.

A nova classe será inspirada na magia proibida dos Vizjerei, com foco em invocações devastadoras, incluindo a criatura Devora-alma. O jogo também receberá nova zona, eventos, colaborações e o retorno da cidade de Lut Gholein, agora marcada por corrupção infernal.

Diablo IV: Lord of Hatred chega em 28 de abril


A próxima expansão de Diablo IV, Lord of Hatred, será lançada em 28 de abril e colocará os jogadores frente a frente com Mefisto, o Senhor do Ódio.

Entre as novidades estão:

  • Duas novas classes: Bruxo e Paladino, representando extremos opostos na luta contra o mal;

  • Evolução do sistema de fim de jogo, com os Planos de Guerra e encontros de Ódio Ressonante;

  • A nova região de Skovos, inspirada no Mediterrâneo, palco do confronto final contra Mefisto.

Mais detalhes sobre o Bruxo em Diablo IV serão revelados em uma transmissão especial no dia 5 de março.

Com anúncios que abrangem todos os principais títulos da franquia, a Blizzard inicia um ano comemorativo que culminará na BlizzCon 2026, em setembro. Trinta anos depois de redefinir o gênero de RPG de ação, Diablo segue expandindo seu universo sombrio — agora com uma nova classe pronta para invocar o próprio Inferno contra si mesmo.

Thriller psicológico “Mother’s Baby” estreia nos cinemas brasileiros em março

Autoral Filmes/Divulgação

Estrelado por Marie Leuenberger, o suspense psicológico “Mother’s Baby”, dirigido por Johanna Moder, chega aos cinemas brasileiros em 5 de março de 2026, com distribuição da Autoral Filmes. Coprodução entre Áustria, Suíça e Alemanha, o longa teve sua première na 75ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde concorreu ao Urso de Ouro.

Na trama, Julia (Leuenberger) é uma maestra de sucesso que, aos 40 anos, decide realizar o sonho da maternidade ao lado do companheiro, Georg (Hans Löw). Após um procedimento experimental conduzido pelo Dr. Vilfort (Claes Bang), ela engravida. No entanto, o parto não ocorre como esperado: o bebê é retirado imediatamente após o nascimento, e quando finalmente o reencontra, Julia começa a duvidar se aquela criança é realmente seu filho.

A partir desse ponto, o filme mergulha em uma espiral psicológica marcada por depressão pós-parto, paranoia e desconfiança, questionando os limites entre realidade e delírio. Moder opta por conduzir a narrativa como um thriller psicológico, explorando a tensão visual e a justaposição entre beleza e angústia para retratar o lado obscuro da maternidade.

“É uma história sobre o desafio de lidar com as expectativas da maternidade e encontrar a si mesma”, afirma a diretora, que define o longa como um projeto pessoal. A proposta dialoga com produções recentes dirigidas por mulheres que investigam as complexidades da maternidade sob uma ótica perturbadora.

Além da Berlinale, “Mother’s Baby” também passou por festivais como Sitges, Tallinn Black Nights e o Festival de Cinema da Índia, acumulando elogios da crítica internacional. O Hollywood Reporter classificou o filme como “envolvente e perturbador”, enquanto o Deadline destacou sua evocação visceral da maternidade, comparando-o a “Eraserhead”, de David Lynch.

Com 108 minutos de duração, o longa reforça a proposta da Autoral Filmes de apostar em cinema de autor e produções independentes cuidadosamente selecionadas para o circuito brasileiro.