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O novo Passe de Batalha de Overwatch vale seu tempo e dinheiro? — Skins, progressão e preços

A Temporada 3: Na Toca do Tigre já está rolando, e trouxe um mapa novo, heroína nova, eventos e mais. Isso também significa que há um Passe de Batalha novinho para ser conquistado pelos jogadores. Mas, será que vale a pena? Após ter desbloqueado todas as recompensas, analisei as skins para formar um veredito baseado em design, preços e progressão.


Imagem: Blizzard/Divulgação


SKINS

O passe divide os visuais em dois temas: estética japonesa noturna e conteúdo sazonal de verão. A divisão foi exata, com 4 trajes para cada tema. A primeira skin é para a Freja, sendo desbloqueada com a compra do Passe Premium. Para mim, essa é sem dúvidas uma das melhores skins que a temporada trouxe. As cores são suaves, não há detalhes chamativos que deixem o conjunto poluído. É uma aparência diferente de todas as outras que a personagem tem, mas mantém o azul que é marca registrada dela, e um penteado similar ao seu original. No entanto, as flores no cabelo e na cintura remetem mais à primavera do que ao verão, mas ainda é um bom design.

O próximo traje é para Lúcio — e isso por si só é uma ótima notícia, já que havia um bom tempo que o herói brasileiro não ganhava novos visuais. A mescla de preto e vermelho lhe caiu muito bem, e sua arma ficou fantástica. O amplificador sônico tem uma máscara oni que abre e fecha a boca durante a animação de recarga. Considerando que é isso o que o jogador vê durante quase toda sua experiência de gameplay, esse detalhe a torna a melhor skin que a oferta Premium tem a oferecer.

Outro herói que não recebia novas opções de vestuário era Junkrat. O sucateiro teve uma repaginada completa com um chapéu, vestimentas orientais casuais e um pneu recheado de explosivos. O resultado mantém o caos do personagem enquanto o coloca no tema da cultura japonesa. O chapéu é um ótimo acessório, mas os amuletos de pimenta e os chifres tornam a parte superior do design sobrecarregada.

Hazard é um herói que não recebe tanta atenção por parte da Blizzard, e vê-lo entrar no passe com um visual épico é um pouco decepcionante. Não há muito o que comentar, a paleta saiu do preto padrão para um tom creme, a calça deu lugar a uma bermuda e ele agora tem tatuagens. Mesmo com os espinhos e os tubos em azul para simular água, o único acréscimo que faz esse traje parecer inspirado no verão são os óculos escuros. Mas ainda é um detalhe muito pequeno para um herói enorme. Recomendo apenas para aqueles que desejam muito parar de usar o estilo padrão do personagem.

Agora chegamos a primeira skin gratuita do passe que, como sempre, é um visual épico. Winston Festival de Verão é sem dúvidas a pior vestimenta de todo o passe. Enquanto Hazard pelo menos tentava se aproximar de algo praiano, aqui os esforços seguiram outro rumo. Os desenhos espaciais casam com o personagem, mas não com o tema. Quanto ao resto das mudanças, apenas uma bandana, óculos vermelhos e um bigode. Esse visual deveria ter sido guardado para outro momento, e um herói diferente poderia ocupar o lugar de Winston. O elenco cresceu bastante este ano, novos jogadores foram atraídos por heróis recém chegados e a Blizzard poderia ter feito uma estratégia melhor contemplando-os. Em resumo, esse cosmético pode ser interessante para jogadores que ainda estão expandindo suas opções de personalização, mas nada além disso.

Avançando para a próxima página, encontramos Genji Vigilante. Essa roupagem coloca o ninja em uma estética noir, todo de preto, com boina, um cinto utilitário e jaqueta. O que não agradou foi a pele pintada de branca, levaram a ideia noir muito a sério. Genji tem muitos visuais incríveis, o que impede este de figurar entre um de seus melhores, mas é um design que funciona muito bem para ele e certamente vai agregar a conta de jogadores mais recentes.

Na reta final, a segunda e última skin gratuita é chamada Lanterna, para Zenyatta. Este foi um baita acerto. O chapéu e a estampa de fogos de artifício na calça formam uma aparência festiva, e transformar os orbes em lanterninhas japonesas foi brilhante! Esse visual de raridade épica é melhor do que muitas lendárias disponíveis no jogo.

O passe acaba com Sombra em seu estilo Festival de Verão. Sandálias, jeans curto, pulseiras, óculos, é um bom encerramento, pois cumpre o que as skins de Freja, Hazard e Winston não conseguiram: entregar a vibe do verão.


                                                          Imagem: Blizzard/Divulgação


PROGRESSÃO

A temporada está marcada para terminar em 11 de agosto, durando aproximadamente dois meses. Ao todo são 80 escalões para avançar. Jogar algumas partidas por dia de forma casual é mais que o suficiente para completar os desafios semanais e ganhar muito XP. O evento Ataque Ânima que está rolando é um ótimo impulso para upar seu passe, além de conceder recompensas.

Mantendo essa constância, é possível completar o passe com várias semanas de sobra, o que vai permitir ganhar escalões extras para liberar títulos de prestígios exclusivos da temporada. Mas por garantia, é importante não ingressar muito tarde no jogo, para evitar ter que fazer grind.

Com o Passe Supremo e algumas horas diárias em partidas, consegui concluir todos os 80 escalões principais em 15 dias. Esse tempo vai ficar mais longo para aqueles que optarem por passes mais básicos, jogarem menos, ou não participarem dos eventos, que costumam dar bastante XP adicional.



Imagem: Blizzard/Divulgação


GRÁTIS, PREMIUM OU SUPREMO?

A trilha gratuita do passe entrega apenas duas skins épicas, além de alguns cosméticos variados: sprays, emotes, poses de vitória, falas, etc. Mas sempre vale a pena, pois ao todo o jogador ganha 600 moedas. Moedas essas que podem ser gastas na loja, ou na própria versão Premium do passe.

O Premium é a melhor opção. A sensação de ser recompensado a cada escalão incentiva a jogar. Além do desbloqueio das 8 skins e todos os outros cosméticos, essa oferta concede até 80 prismas míticos. Essa é a moeda mais cara do jogo. Os prismas podem ser usados para comprar skins míticas para personagens e armas. Essa raridade possui personalização de cores e acessórios, efeitos sonoros e visuais, efeitos de abate e até detalhes no HUD. O Passe Premium custa 1000 moedas — o pacote com essa quantia exata em moedas está saindo por R$ 46,00. Em comparação, adquirir apenas os prismas custaria cerca de R$300,00! Considerando as moedas gratuitas, o passe sempre paga 60% de seu custo.

O Passe Supremo é a variação mais robusta, e também a mais cara. Inclui todo o conteúdo Premium, além de 2000 moedas, 20 saltos de escalão para avançar mais rapidamente e duas skins extras. É importante ressaltar que essas skins adicionais não são um conteúdo exclusivo dessa oferta, podendo serem obtidas separadamente pelo site da Blizzard. Em teoria é um preço que vale a pena pelo que é oferecido, mas R$ 219,90 foge um pouco do que os brasileiros estão dispostos a investir em um passe. Se algum dos visuais extras te interessa muito, talvez dê para considerar comprar o Passe Supremo para garanti-lo, e usufruir de todos os outros benefícios.

Seja qual for o caminho que você escolher, o passe têm boas recompensas, especialmente para quem joga com heróis da função dano. Lembrando, a temporada vai até 11 de agosto.

Overwatch é um multiplayer em equipes disponível gratuitamente para Xbox One, Xbox Series X|S, PC, Playstation 4 e 5, e Nintendo Switch.

Review Witchspire (PC) Magia, exploração e aquele conforto de um mundo de fantasia

 

Joguei Witchspire recentemente e ele me conquistou logo nas primeiras horas.

Pra quem gosta de jogos de sobrevivência, exploração e construção, mas está cansado da fórmula tradicional de sair cortando árvore com machado e quebrando pedra com picareta, Witchspire traz uma proposta muito mais mágica e charmosa.

É um daqueles jogos que conseguem misturar aventura, progressão e cozy game sem perder a sensação de descoberta.


Ficha Técnica:

Desenvolvimento: Envar Games

Distribuição: Envar Games, Envar Publishing

Jogadores: 1 a 4 Jogadores

Gênero: Coop online,Aventura, RPG, Fantasia

Idioma: Português, Inglês. Francês

Plataformas: PC 


Visual e direção artística 

Uma das primeiras coisas que me chamou atenção foi o visual.

Quem me conhece sabe que eu adoro gráficos estilizados, e Witchspire acerta em cheio nisso. O jogo tem uma direção artística muito bonita, com cores vibrantes, ambientes mágicos e um visual que parece saído de um livro de fantasia.

Ele não tenta ser hiper-realista. Em vez disso, aposta em personalidade, e isso faz com que o mundo tenha muito mais identidade.

As florestas, ruínas, construções e criaturas têm um charme enorme e fazem você querer explorar cada canto do mapa.


Envar Games, Envar Publishing/Divulgação

Exploração e sensação de aventura 

Explorar o mundo é facilmente uma das melhores partes do jogo.

Sempre existe algo novo para encontrar, seja recursos raros, novas criaturas (que são fofinhas demais), áreas escondidas, segredos espalhados pelo mapa e locais mágicos que despertam a curiosidade.

A sensação é de estar constantemente avançando e descobrindo algo novo.

E quando você desbloqueia mais formas de locomoção e habilidades, a exploração fica ainda mais divertida.



Envar Games, Envar Publishing/Divulgação


A magia em vez das ferramentas 

O grande diferencial de Witchspire é justamente a forma como ele substitui ferramentas tradicionais por magia.

Em vez de simplesmente coletar recursos da maneira convencional, grande parte das suas ações gira em torno de feitiços e habilidades mágicas.

Isso faz com que até tarefas comuns pareçam mais interessantes.

Além disso, voar pelo mapa em uma vassoura nunca deixa de ser divertido.

Pode parecer um detalhe pequeno, mas ajuda muito a criar a fantasia de realmente estar vivendo como uma bruxa em um mundo mágico.


Envar Games, Envar Publishing/Divulgação


Familiares e companheiros 

Outro sistema que gostei bastante são os familiares.

Além de serem criaturas carismáticas, eles ajudam durante a aventura e fazem o mundo parecer mais vivo.

Existe algo muito satisfatório em encontrar novas criaturas, fortalecer seus companheiros e ver seu pequeno grupo crescer ao longo da jornada.

É um sistema que adiciona personalidade sem parecer uma obrigação.



Envar Games, Envar Publishing/Divulgação


Combate  

O combate é simples de entender, mas divertido de executar.

Como era de se esperar, o foco está nos feitiços e habilidades mágicas.

Você precisa administrar suas habilidades, escolher quando atacar e aproveitar bem os recursos disponíveis durante os confrontos.

Não é um sistema extremamente complexo, mas funciona muito bem dentro da proposta do jogo.

As criaturas e inimigos também têm designs interessantes, o que deixa os confrontos visualmente bem legais.


Envar Games, Envar Publishing/Divulgação


Construção e progressão 

A parte de construção é outro ponto que me agradou bastante.

Criar sua própria base, organizar recursos e transformar um pequeno espaço em um verdadeiro refúgio mágico é extremamente satisfatório.

Conforme você progride, desbloqueia novas possibilidades, melhorias e sistemas que vão dando uma boa sensação de crescimento.

É aquele ciclo clássico de: explorar → coletar → construir → melhorar → explorar mais

E sinceramente, funciona muito bem.

Envar Games, Envar Publishing/Divulgação


Atmosfera 

O que mais me fez continuar jogando foi a atmosfera.

Witchspire consegue ser acolhedor sem perder o senso de aventura.

É um daqueles jogos onde você entra para cumprir uma tarefa rápida e acaba passando horas explorando, decorando sua base ou procurando recursos para desbloquear alguma novidade.

Existe uma sensação constante de conforto, mas também de curiosidade.

Você sempre quer ver o que existe depois da próxima colina.


Envar Games, Envar Publishing/Divulgação

Conclusão 

Witchspire é exatamente o tipo de jogo que me agrada.

Tem gráficos estilizados lindos, um mundo cheio de personalidade, sistemas fáceis de entender e uma temática mágica extremamente charmosa. Ele pega elementos conhecidos dos jogos de sobrevivência e construção, mas adiciona uma identidade própria através da magia, dos familiares e da atmosfera de fantasia.

Se você gosta de exploração, progressão constante, construção de base e mundos mágicos cheios de personalidade, vale muito a pena ficar de olho.

Nem todo jogo de sobrevivência precisa de machados e picaretas. Às vezes, uma vassoura voadora e alguns feitiços resolvem tudo. 

Cópia de PC cedida pelos produtores

Revisão: Gabriel Galdino

Nota Final: 9/10

Prós:

✔️ Mundo mágico extremamente agradável de explorar 

✔️ Coop muito divertido 

✔️ Sistema de magia integrado à gameplay 

✔️ Construção de base satisfatória 

✔️ Fácil de aprender e jogar 

Contras:

❌ Combate não é tão profundo quanto outros RPGs de ação 

❌ Ainda há espaço para mais conteúdo e variedade

❌ Algumas tarefas de coleta podem se tornar repetitivas com o tempo 



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Review - A Investigação Póstuma (PC): um mistério literário preso em um loop temporal

Mother Gaia Studio/Reprodução

Inspirado em um dos personagens mais icônicos da literatura brasileira, A Investigação Póstuma leva os jogadores para uma versão noir do Rio de Janeiro de 1937, onde um aristocrata assassinado faz um pedido inusitado após a morte: descobrir quem o matou. Preso em um loop temporal, você terá apenas um dia para reunir pistas, conectar evidências e desvendar a verdade por trás da morte de Brás Cubas.

Ficha técnica

Desenvolvedora: Mother Gaia Studio
Distribuidora: CriticalLeap, Infini Fun
Plataformas: PC (Steam)
Gênero: Aventura, Casual, Indie
Modos de jogo: Single-player
Idiomas: Português (Brasil), Inglês, Japonês, Russo e Chinês Simplificado

Um clássico da literatura em forma de investigação

Mother Gaia Studio/Reprodução

Inspirado no universo de Machado de Assis, o jogo transforma Brás Cubas no centro de um intrigante mistério de assassinato, misturando literatura, investigação e ficção temporal de uma forma bastante única.

A ambientação é um dos seus maiores acertos. O Rio de Janeiro de 1937 foi recriado com muito estilo, trazendo uma atmosfera noir que combina perfeitamente com a narrativa cheia de intrigas, segredos e traições. A direção artística é muito bonita, com cenários desenhados à mão que ajudam a construir um mundo rico em personalidade e detalhes.

Mais do que apenas uma adaptação, o jogo utiliza sua inspiração literária para criar uma experiência própria, acessível tanto para fãs de Machado de Assis quanto para quem nunca teve contato com suas obras.

Investigação baseada em observação e lógica

Mother Gaia Studio/Reprodução

O grande diferencial de A Investigação Póstuma está em sua estrutura de loop temporal. Cada dia funciona como uma oportunidade para observar os comportamentos dos personagens, descobrir novas informações e testar diferentes abordagens.

Ao longo da investigação, acompanhamos as rotinas de 14 personagens distintos, cada um com seus próprios segredos e motivações. Conforme o dia reinicia, o conhecimento adquirido permanece com o jogador, permitindo que novas peças do quebra-cabeça sejam encaixadas a cada tentativa.

Outra coisa legal é que sistema de investigação evita soluções prontas e confia na capacidade de dedução do jogador. O Quadro de Investigação permite conectar evidências, reconstruir eventos e formular teorias sobre o crime. Isso torna cada descoberta especialmente satisfatória, já que o progresso depende muito mais da observação e da lógica do que de marcadores ou objetivos guiados.

A sensação de desvendar o caso aos poucos é extremamente divertida e faz com que cada novo ciclo revele informações valiosas que mudam completamente a percepção dos acontecimentos.

Atmosfera que prende do início ao fim

Mother Gaia Studio/Reprodução

Além da mecânica de investigação, o jogo faz um excelente trabalho em criar imersão. A arte detalhada, a ambientação histórica e a construção dos personagens ajudam o jogador a se sentir realmente dentro daquele mundo.

O mistério central é interessante o suficiente para manter a curiosidade acesa durante toda a jornada. Até porque cada novo dia possui novas pistas, contradições e possibilidades, incentivando a exploração e a experimentação do jogo.

Para quem gosta de narrativas investigativas, mistérios complexos e jogos que respeitam a inteligência do jogador, A Investigação Póstuma entrega uma experiência bastante memorável.

A Investigação Póstuma combina literatura brasileira, viagem no tempo e investigação criminal em uma proposta criativa e muito bem executada. Seu loop temporal transforma a busca por pistas em algo recompensador, enquanto sua ambientação charmosa e seu visual desenhado à mão ajudam a construir uma identidade única. É uma experiência que desafia o jogador a pensar, observar e montar suas próprias conclusões sobre um crime que parece cada vez mais complexo a cada reinício.

Cópia de PC cedida pelos desenvolvedores.

Nota Final: 8,5/10

✅ Pontos positivos:

  • Mecânica de loop temporal
  • Investigação baseada em lógica e observação
  • Ambientação noir muito bem construída
  • Visual bonito e cheio de personalidade
  • Adaptação criativa inspirada na obra de Machado de Assis

❌ Pontos negativos:

  • Alguns momentos podem exigir muita tentativa e erro
  • A ausência de direcionamento pode frustrar alguns jogadores 
  • Ritmo mais lento durante certas etapas da investigação

Jogue A Investigação Póstuma aqui.

KOEI TECMO abre pré-venda digital de BLUE REFLECTION Quartet

A KOEI TECMO e a Gust anunciaram a abertura da pré-venda digital de BLUE REFLECTION Quartet, coletânea que reúne toda a franquia BLUE REFLECTION. O lançamento está marcado para 30 de julho de 2026 no PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch e PC (Steam).

Os jogadores que adquirirem o game na pré-venda até 29 de julho receberão um conjunto exclusivo de quatro molduras para fotos, utilizáveis no modo foto de BLUE REFLECTION: Second Light.

A coletânea reúne os quatro principais conteúdos da série:

BLUE REFLECTION

BLUE REFLECTION: Second Light

Um cenário que resume os acontecimentos do anime BLUE REFLECTION: RAY

A versão adaptada para consoles de BLUE REFLECTION: SUN, originalmente lançado para PC e dispositivos móveis.

Além disso, BLUE REFLECTION Quartet contará com um novo sistema chamado Reference, um banco de dados que reúne informações sobre personagens, relacionamentos e a história do universo da franquia.

A coletânea terá dublagem em japonês e legendas apenas em inglês.

BLUE REFLECTION Quartet será lançado em 30 de julho de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch e PC via Steam. Um novo trailer também foi divulgado para apresentar a coletânea e destacar a nova ilustração criada por Mel Kishida, designer de personagens da série.