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Entre a Luz e o Fogo, da autora Faena Kalinowski, entra em pré-estreia

 


Entre a Luz e o Fogo, da autora Faena Kalinowski, entra em pré-estreia


O livro de fantasia Entre a Luz e o Fogo, da autora brasileira Faena Kalinowski, entra em pré-estreia! A obra está sendo publicada pela Editora Palavra & Verso e você já pode adquirir pelo seu site oficial por R$ 35,00. 
Entre a Luz e o Fogo narra a história de deusas da mitologia egípcia: Hathor e Sekhmet. As deusas são irmãs gêmeas muito próximas, porém, em sua fase adulta, por seus diferentes modos de pensar e diferentes deveres, acabam por criar atrito em sua relação. E esse atrito é tão insano que pode acabar comprometendo o Egito! 
Veja abaixo a sinopse oficial de Entre a Luz e o Fogo:

Sekhmet e Hathor são duas  irmãs gêmeas que desde a infancia se amam e se protegem, no entanto após receberem suas responsabilidades como deusas que são acabam por se distanciar e criar sentimentos negativos entre elas. Durante esse afastamento Sekhmet deusa da guerra encontra conforto em suas amigas e em um deus que acaba por cruzar seu caminho: Ptah deus da criação, mas essa aproximação irã causar mais conflitos entre as irmãs, podendo prejudicar não somente a relação das duas como também o destino Egito que as duas juraram proteger.

Incrível, não é? A literatura brasileira possui muitas obras incríveis - e essa promete ser uma obra sensasional! Você vai perder a chance de adquirir o seu exemplar?
É só acessar o Site oficial da Editora Palavra & Verso e garantir o seu livro: Palavra & Verso (lojaintegrada.com.br)
Instagram oficial da editora: Palavra & Verso - Editora (@palavraeverso)


Sobre a autora


Escritora por vocação, Faena Kalinowki nasceu em 1998, em Curitiba, no Paraná. Em 2005, ela mudou-se para Mato Grosso e, em 2010, para a capital do estado, Cuiabá, cidade onde radicou-se e vive até os dias atuais. Apaixonada por mitologia, sobretudo a mitologia egípcia, já estudou arqueologia e atualmente cursa letras no Centro Universitário de Várzea Grande. Escreve contos desde os 12 anos de idade e tem como fonte de inspiração escritores como Machado de Assis e Sara Janet Maas.
Para conhecer melhor a autora, você poderá seguir seu Instagram e entrar em contato com ela: Faena Kalinowski (@postmodernbastet)

Foi lançado o trailer oficial da segunda parte de Stranger Things 4!

 


Foi lançado o trailer oficial da segunda parte de Stranger Things 4!


A Netflix Brasil publicou recentemente o trailer oficial do volume 2 da 4ª temporada de Stranger Things. O trailer está disponível em seu canal do YouTube e Twitter oficial!
Como a maioria do público já acompanhou pelas notícias, infelizmente a 4ª temporada de Stranger Things precisou ser dividida em dois volumes. A pandemia de COVID-19 fez com que houvesse muitos atrasos nas produções de filmes, séries e jogos eletrônicos. Stranger Things foi uma das séries de sucesso que atrasou devido a isso - mas aqui estamos com uma nova aventura e muitas respostas! 


Assista abaixo ao trailer oficial do volume 2 de Stranger Things - 4ª temporada:





Volume 1 de Stranger Things 4 chegou no dia 27 de maio de 2022. Já o Volume 2 de Stranger Things 4 chegará em 1º de julho de 2022.

Sobre a série


Stranger Things é a ficção científica de sucesso da Netflix criada pelos irmãos Matt Duffer e Ross Duffer e dirigia por Matt Duffer, Shawn Levy, Ross Duffer, Andrew Stanton e Richard Alan Greenberg, onde um grupo de adolescentes precisa desvendar os mistérios sobrenaturais pacata cidade de Hawkins, EUA.

Sinopse oficial:

Quando um garoto desaparece, a cidade toda participa nas buscas. Mas o que encontram são segredos, forças sobrenaturais e uma menina. - Netflix

E ai? Como está a ansiedade pelos próximos episódios?

Joker, o musical: será que a ideia é tão ruim quanto parece?




Roteiro de Coringa 2 (Foto: Reprodução / Instagram)


Na semana passada o mundo foi pego completamente desprevenido com não apenas um, mas dois rumores bombásticos envolvendo a sequência do bilionário filme Coringa: (i) que Lady Gaga estaria em conversas avançadas para viver a Arlequina no novo filme e que (ii) a dita sequência seria um musical – não, você não leu errado, é isso mesmo.

Lady Gaga como Condessa de ''American Horror Story'' (Reprodução Entertainmen Weekly)


Bom, como já era de se esperar dos fãs nerds, que são apenas levemente protetores de suas tão amadas HQs – não culpo, eu sou também –, a internet choveu de comentários negativos já colocando o filme no calabouço da desgraça. Mas como eu tenho algumas tendências de sofredor – amo Dark Souls, por exemplo – eu irei me incumbir da tarefa de não apenas aceitar esta decisão, mas como também defender que ela pode, sim, ser um elemento interessante para o filme.

Antes de mais nada, e especialmente antes de vocês pegarem os tridentes e exigirem minha retirada da Revista Jovem Geek, eu ressaltarei que eu admito que seria uma jogada arriscada e que só funcionará se feita de forma coerente e contida.

Para iniciarmos nossa análise, precisamos, antes de tudo, compreender que dentro do gênero de musicais, há uma vasta gama de possíveis interpretações, desde as mais "hardcore" e completamente cantadas, até as mais "soft" com números musicais espaçados entre um roteiro que segue uma narrativa convencional. Como exemplos de ambos, podemos lembrar de Os Miseráveis e LaLa Land, respectivamente.

Para minha tese defensiva, se é que podemos chamar desta forma, eu adotarei como base a segunda opção, a do musical "soft", uma vez que realmente tenho grande dificuldade em conceber um filme do Coringa quase que integralmente cantado – especialmente considerando que Joaquin Phoenix não é o melhor dos vocalistas, vide sua atuação em Johnny & June.

Uma vez estabelecido que o filme não será composto apenas por canções, precisamos entender um pouco mais das origens e versões da nossa eterna Rainha do Crime, Arlequina. Criada em 1992, especialmente para a série animada do Batman – boa demais, meu deus – o interesse amoroso do Coringa se tornou tão popular que logo após sua primeira aparição, já foi adaptada para as páginas nas HQs, onde seu sucesso não parou de crescer desde então.

Como história de origem, embora existam pequenas divergências entre escritores, consagrou-se que antes de se tornar uma das vilãs mais icônicas dos quadrinhos, havia apenas a Dra. Harleen Quinzel, uma jovem psiquiatra que vai trabalhar no tranquilo Asilo Arkham.

Neste novo emprego, ela conhece o Coringa e a partir deste momento inicia-se um dos relacionamentos mais abusivos dos últimos anos. Antes de os quadrinistas estarem fartos da Arlequina em segundo plano e adotarem uma postura mais independente para a personagem, inclusive abraçando o arco da libertação da personagem – trabalhado brilhantemente em vários momentos, mas aqui ressalto a série animada da HBOMAX –, ela passou por ‘’poucas e boas’’ para ajudar seu tão amado palhaço do crime.

Arlequina em Batman: a série animada (Foto: DC Comics/ Warner Bros)




Agora, vamos ao novo filme a ser estrelado pelo Joaquin Phoenix. Embora não seja possível cravar com toda certeza qual é a versão da Arlequina que será adaptada, parece-me seguro dizer que, caso se trate do início do renascimento de ambos, haverá uma certa submissão da personagem ao ‘’Mr. J’’, com uma visão quase que utópica do seu relacionamento. Um verdadeiro conto de fadas do crime criado na cabeça da perturbada personagem, assim como foi feito por anos.

Os mais astutos já podem estar compreendendo onde eu quero chegar com tudo isto, especialmente ao ter utilizado – e de forma proposital – o termo ‘’conto de fadas’’. Mas antes de concluir meu raciocínio e apresentar o possível cenário em que se aplicaria de forma adequada um – ou alguns, números musicais – eu quero estimular sua memória para lembrá-lo de que não seria a primeira vez que veríamos música em um papel central na construção do personagem na obra de Todd Philips.

Lembrem-se de um momento crucial no primeiro filme estrelado pela dupla, no qual, após realizar seu primeiro crime e assassinar os jovens no metrô de Gotham, Arthur, completamente transtornado foge até que consegue se trancar em um isolado banheiro público. E o que acontece lá? A majestosa trilha sonora de Bathroom Dance começa a tocar e vemos diante de nossos olhos, pela primeira vez, o personagem encontrando seu lugar no mundo, se sentindo pertencente. Óbvio, eu entendo que ninguém canta na cena, mas a importância da música naquele momento me parece inquestionável.

Cena do filme Coringa (foto: Warner Bros)


E o mesmo poderá ser feito com a Arlequina. Mas lembrem-se a personagem não tem necessariamente a visão caótica e pessimista – e por vezes anarquista – do palhaço. Muito pelo contrário, inclusive. Por vezes ela imagina uma versão inexistente do seu amor, formulando dentro de sua loucura quase que um... conto de fadas. E o que é visto em quase todos os contos de fadas? Cantoria. E é exatamente neste ponto que eu queria chegar.

Imaginem uma versão da Arlequina no início de sua trajetória, completamente perturbada e ao mesmo tempo fascinada pelo personagem do Coringa. Nós telespectadores – talvez não nós fãs, mas o público geral – não conseguindo compreender de onde vem este amor e o porquê ela aceita um relacionamento tão abusivo, até que, finalmente, vemos o mundo pelos olhos da personagem e um número musical se inicia. O mundo antes escuro e sombrio, agora se transformaria em um show da Broadway. Tristeza viraria alegria. Dor viraria música. E o abuso? Se tornaria amor – bom, aos olhos da personagem, pelo menos.

Vejam, eu não estou propondo que tudo vire galhofa e o Joaquin Phoenix saia vestindo um tutu de ballet para cantar. Estou apenas propondo, assim como no primeiro filme, um momento claro de transformação da personagem carregado pela música. Mas enfim, este é penas uma visão de um nerd com tempo de sobra.

Espero que vocês tenham gostado deste breve devaneio meu e que, pelo menos por um breve momento, eu tenha trazido vocês para o lado musical da força! Espero ouvir a opinião de vocês nas nossas redes sociais e nos comentários deste texto. 

Crítica de Filme: Lightyear (com spoilers)

                                                                         O filme e personagens            

Uma aventura pelo espaço! Essa é exatamente a experiência que todos os jovens e adultos poderão viver através da nova produção da Pixar. Lightyear é uma animação feita especialmente para entendermos a origem de Buzz, um personagem do universo de Toy Story que conquistou o pequeno Andy. 


A nova produção da Pixar é capaz de entregar aos telespectadores uma percepção sobre a vida dos Patrulheiros Espaciais que após um acidente com a nave mãe, ficam presos em um planeta até então desconhecido. 


Buzz, após não aceitar ajuda de sua comandante e de um recruta, concede anos de sua vida tentando alcançar a velocidade máxima necessária para voltar para casa através da energia fornecida por um cristal. O patrulheiro não percebe que deixou de vivenciar experiências e dividir bons momentos com seus amigos.






Em sua última tentativa, Buzz acabou passando mais anos no espaço do que o normal e quando retornou a base construída neste planeta, muitas coisas já haviam mudado. Incluindo sua amiga e comandante Alisha, que já havia falecido.






A partir disso, a aventura e ação começam! Ao longo do filme, todos os conflitos são gerados em torno de um inimigo que invadiu a base do planeta com os seus robôs, Zurg- que causou o maior plot- twist no cinema, mas isso vocês vão entender daqui a pouco. 


Se você assistiu aos filmes de Toy Story, vai lembrar que Buzz é egocêntrico e gosta de trabalhar sozinho. Apesar disso ser retratado na animação, Buzz é motivado a todo momento a abrir mão dessas características para que dessa vez, ele consiga salvar as pessoas ao seu redor.


Como todos os antigos patrulheiros viveram anos de vida normais e acabam por falecer, o planeta conta com uma nova geração que cresceu ouvindo sobre a tal “volta para casa” que Buzz tanto se esforçou para alcançar, por isso uma patrulha Júnior é formada por quatro novos e totalmente  personagens distintos, incluindo o gato robô que trouxeram uma proposta incrível para todos no cinema.  








Assim que Buzz posa de sua viagem, ele é surpreendido pela líder da patrulha Izzy Hawthorne (neta de Alisha) que ao longo do filme demonstra seu bom humor e otimismo mesmo em momentos difíceis, a galera ficou muito inspirada com toda a força e persistência dela. Apesar de ser a líder do grupo e sonhar em se tornar uma patrulheira, Izzy possui muito medo de ir para o espaço, mas mesmo assim encontra forças para superar esse medo e seguir o seu sonho. 



Mo Morrison e Darby Steel são inseridos logo depois na trama, Mo na minha percepção foi um dos personagens com a personalidade mais bem trabalhada. Ele é medroso, não confia em si mesmo, muito atrapalhado e muitas vezes com vontade de desistir de tudo que parece difícil demais. Já Darby é uma personagem de pouca paciência, mas com muita coragem e persistência, muitas vezes encorajando Mo a realizar alguma ação.


Análise Geral

Lightyear é com certeza uma evolução para as animações infantis da Disney e Pixar em todos os aspectos. Essa nova produção não exitou em apostar em novas traços e individualidades, Lightyear possui cores terrosas e escuras, que é  o oposto da maioria de outras produções e é o primeiro filme da Disney e Pixar a abordar a pauta LGBTQ+ através dos cortes sobre a vida da comandante Alisha.




Além disso, o filme possui uma dublagem ENCANTADORA! Durante todo o filme, Marcos Mion, que é responsável por dar a voz a Buzz, conseguiu nos envolver com sua interpretação e técnicas impecáveis de atuação. Todas as emoções de alegria, dúvida, medo, inspiração e entusiasmo foram muito bem interpretadas e sem grandes analogias ao apresentador, tornando-as especialmente ligadas ao patrulheiro espacial. 


Apesar de ser um filme surpreendente e capaz de nos fazer refletir, nada é perfeito. Assim como qualquer outra produção cinematográfica, Lightyear também possui erros de roteiro em algumas cenas de intensa ação, mas nada que irá afetar a experiência no cinema. 




     O Clímax e Plot Twist

Desistir Jamais! Esse grupo de patrulheiros enfrentaram muitas lutas e batalhas que às vezes eu parava para me questionar se tudo realmente iria acabar bem. Zurg não dava um momento de paz para Buzz e os patrulheiros em formação, eram robôs para todos os lados e momentos de reflexão frisando a ideia de que fazer algo juntos é mais fácil e pedir ajuda não é sinal de fraqueza. 


Durante boa parte do filme, ficamos sem saber qual era o objetivo de Zurg ter invadido aquele planeta hostil. Até que Zurg consegue alcançar o grupo e a operação festa surpresa (nome dado por Izzy para concluir a missão de fazer Buzz  voltar para casa)  é quase impedida. 


Embora o plano seja simples, Zurg estava atrás do Cristal criado que finalmente era o suficiente para alcançar a velocidade máxima. Quando o vilão questiona Buzz durante um diálogo, o cinema já estava preparado para citar a tão famosa cena de Toy Story: “Buzz, eu sou o seu pai…”  Mas não rolou, Zurg não é o pai Buzz. 


A explicação para esse fato que nos surpreendeu é que Zurg, na verdade, é uma versão de Buzz em um futuro, ou seja, caso Buzz não desista de tentar voltar para casa, ele se tornaria Zurg! Uma pessoa fria que estaria disposta a acabar com a vida de todas aquelas pessoas apenas para conseguir voltar para casa e ser reconhecido por isso. Na minha opinião, tudo isso fez muito mais sentido na trama de Lightyear que aborda a viagem pelo espaço e super velocidade. 






Considerações Finais

Eu não costumo assistir filmes de animação no cinema, mas esse conseguiu me prender do início ao fim! O design e 3D  estavam deslumbrantes, essa é uma dos melhores (produções) da Pixar para 2022. Ir ao cinema para assistir vai ser como estar pertinho deles durante a aventura e relembrar um personagem inspirador da infância e finalmente vamos poder compreender o porquê deste ser o filme favorito de Andy.