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Review - Os monstros dominam o Passe de Batalha na Temporada 5 de Overwatch.


A Temporada 5: Uma Doutrina Sinistra chegou trazendo o novo herói de suporte: Doctrine, um vampiro moderno que se alia a Doomfist para ajudá-lo a reivindicar a Talon. Mas ele não é a única criatura malvada infiltrada no jogo, já que a Blizzard resolveu criar um Passe de Batalha temático, levando o Dia das Bruxas para o elenco de heróis!

Adquirindo o passe, o jogador desbloqueia de imediato uma das melhores recompensas dele. O visual Donzela Fantasmagórica para Ashe veste a fora da lei com um vestido de renda, no qual a costura combina rosas, espinhos e ossos. A maquiagem pesada é o toque final para transformar a líder da gangue Deadlock em uma dama mórbida de alta classe.

Zenyatta entrou no passe mais uma vez, e agora como uma raposa diplomática, com direito a terno e gravata, sapatos lustrados e uma cauda de fora. Seus orbes destruidores são bolotas metálicas flutuando ao seu redor. Apesar de ser admirável que o monge continue a receber skins boas e criativas com frequência, o estilo Raposa Outonal não retrata nada que costumamos ver quando pensamos no Halloween, destoando do restante do passe.

A terceira skin lendária é Noiva Fantasmagórica, de Mei. Predominantemente branco, com cabelo e detalhes azulados, o visual combina o aspecto fantasma com elementos frios. Não só o esquema de cores se alinha com a caracterização da personagem, como também outros detalhes bem nítidos. As botas de inverno, a barra do vestido com pingentes de gelo e a névoa que emana de seu corpo. É uma fantasia não só bonita, mas também fiel à heroina que a veste.


Ainda na página da Mei, há uma skin épica de esqueleto para Bastion, que tinge sua carroceria em preto e branco para emular ossos. Por se tratar de um cosmético épico, não há grandes mudanças, mas considerando que o ômnico raramente ganha novos visuais, é uma pequena vitória para a comunidade (principalmente sendo gratuito para desbloquear).

Agora, falando de uma lendária que tinha todo o potencial para inovar, e não o fez, devemos mencionar Rainha Junker: Imperatriz dos Morcegos. Essa fantasia tem uma óbvia inspiração no visual de vampira da Kiriko. A vestimenta gótica preta e vermelha, com cabelo branco, tiara de asas e saltos funciona para Kiriko, mas não funciona para a Rainha. As duas têm corpos diferentes, personalidades diferentes. Foi feito um bom trabalho no design de armas, com destaque para a espingarda que usa um cartucho de sangue; mas, no geral, o conjunto faz com que a Rainha Junker finja ser alguém que não é.

Por fim, o último visual lendário do passe é para o Soldado: 76, com cabeça de abóbora. Assim como a skin da Rainha Junker, esta também tem forte inspiração no que deu certo em outro herói. Porém, há um pouco mais de ousadia aqui. Correntes entrelaçadas no braço, na perna e na arma, juntamente com espinhos nas botas, no ombro e nos punhos, uma faixa vermelha amarrada no braço, e a jaqueta e calça de couro inclinam muito mais para a estética de motoqueiro punk do que para os elementos góticos usados na fantasia original de Reaper.

Restam dois visuais épicos na penúltima página do passe. O primeiro é Mortalha Espectral, de Symmetra. Nele, a manipuladora de luz sólida tem uma pele azul remendada como um Frankstein, enquanto veste faixas de múmia. O outro é gratuito e para Brigitte, dando uma repaginada no estilo padrão da jovem Lindholm com um traje púrpura e capuz. Nenhum dos dois apresenta capricho extravagante, mas são boas opções para usar durante este período de bruxarias.

O passe entrega, progressivamente, conjuntos cosméticos completos para as skins lendárias, o que incluí cartões de nome, ícones de jogador e sprays. Heróis que não receberam visuais ainda participam do passe de alguma forma, como é o caso de Jetpack Cat e Emre, com poses de vitória, ou Echo e D.Va com introduções de destaque.


Como de costume, há um total de 600 moedas disponíveis para desbloqueio gratuito, apenas por subir os escalões. A versão premium, custando 1000 moedas, dá acesso a todas as recompensas e até 80 Prismas Míticos. Já a versão suprema, que contém todo o conteúdo premium, acompanha 2 visuais lendários extras, 20 saltos de escalão para acelerar o progresso e 2000 moedas. O Passe de Batalha Supremo custa R$ 219,90.

Donos da versão Premium ou Suprema podem ainda usar o recurso de hackear, para trocar uma das skins lendárias do passe atual por uma skin de loja. Entre as opções disponíveis para troca há Hazard: Moda Urbana, Tracer: Traje Formal, Kiriko: Bruxa entre outros.

A última novidade da nova temporada, é que agora os passes de batalha de temporadas passadas retornaram ao jogo. Passes da temporada 1 à 15 estão disponíveis para compra, custando 1000 moedas cada. Ao adquirir um passe antigo, poderá ativá-lo para progressão. O avanço dele é feito junto com o avanço do passe atual. Só é possível ativar um passe retornante por vez.

Passes retornantes comprados anteriormente não precisam ser adquiridos novamente. Vale observar que eles NÃO incluem as 600 moedas e os 50 Prismas Míticos como os passes atuais. Os passes da temporada 16 em diante serão liberados para compra a cada nova temporada.


A Temporada 5: Uma Doutrina Sinistra vai até 8 de dezembro. Overwatch é um jogo multiplayer gratuito, onde equipes de heróis se enfrentam para cumprir objetivos. Disponível para os consoles Xbox, PlayStation, Nintendo, e no PC através da Battle.net e Steam.

Review – Keep Driving (PC): Não é sobre a chegada, é sobre o caminho


Keep Driving é um jogo com uma premissa bastante interessante: pegue seu carro, faça sua jornada e curta o caminho em um RPG bastante diferente.

Ficha técnica:

Desenvolvimento: YCJY Games

Distribuição: YCJY Games e Kepler Ghost

Jogadores: 1 (local)

Gênero: RPG, Aventura, Simulação

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch

 Idioma: português+

Um RPG diferente de tudo o que você conhece



Keep Driving é um jogo difícil de catalogar à primeira vista, mas podemos dizer que ele é um RPG com uma pegada bem diferente. Embora a temática seja totalmente diferente da dos RPGs comuns, todas as características de um estão no jogo: sistema de níveis, status de habilidades, missões principais e secundárias, organização de itens e por aí vai.

O grande problema do jogo, principalmente nos primeiros instantes, é que ele não é nada intuitivo e é muito burocrático. Isso se dá mais pela forma como o jogo se apresenta ao jogador do que por um demérito da jogabilidade em si, já que, a partir do momento em que se começa a entender o jogo, é muito fácil ser sugado para aquele mundo que ele quer apresentar.

A viagem exige que o jogador administre seus recursos, cuide do carro, escolha os caminhos e lide com os imprevistos que aparecem na estrada. Além disso, podemos dar carona a diferentes personagens, cada um com sua própria história, e realizar trabalhos para conseguir dinheiro e continuar a jornada.

Uma pixel art cheia de charme



Aqui é onde o jogo mostra o seu charme. Focando em uma pixel art muito bonita, Keep Driving consegue passar de forma muito certeira o clima de pegar a estrada por trás do conceito do jogo.

Além disso, temos diversos cenários, personagens diferentes e opções de customização que usam muito bem a direção de arte do jogo, que é simples, mas bem charmosa.

A ambientação também combina com a proposta nostálgica da aventura, que remete ao começo dos anos 2000. Tudo isso ajuda a construir a sensação de uma viagem de carro em que o destino importa menos do que as experiências vividas pelo caminho.

Uma história feita de encontros e desencontros



A história de Keep Driving se passa no início dos anos 2000, quando o protagonista acaba de comprar seu primeiro carro. Ao saber de um festival do outro lado do país, ele decide pegar a estrada e descobrir como será essa jornada. O caminho, porém, depende das escolhas do jogador, dos passageiros que encontra, dos trabalhos que aceita e dos imprevistos que precisa enfrentar.

A história de Keep Driving é fragmentada, cheia de vai e vem e desorganizada, e isso é um dos charmes do jogo, que tem como mote a própria vida, que, por si só, é cheia de percalços e confusões, idas e voltas. O jogo acerta muito ao apostar nesse tipo de narrativa.

Ainda é interessante acompanhar a história de cada personagem a quem damos carona, assim como as missões secundárias que aparecem no decorrer do jogo. São esses encontros que ajudam a dar personalidade à viagem e fazem com que cada jornada tenha suas próprias lembranças.

Uma boa trilha para pegar a estrada



Aqui vemos outra característica ótima de Keep Driving, pois, afinal de contas, é muito melhor dirigir ouvindo uma boa música. É isso que o jogo faz quando disponibiliza, por meio de itens, CDs de bandas independentes reais para tocar enquanto estamos na estrada. Além de dar visibilidade a bandas independentes, essa mecânica combina muito bem com a proposta do jogo.

Caso seja da vontade do jogador ouvir suas músicas favoritas, também é possível fazer isso no PC, já que o jogo conta com suporte a modificações. A possibilidade de personalizar ainda mais a experiência ajuda a reforçar a sensação de que estamos fazendo uma viagem do nosso próprio jeito.

Não é sobre a chegada, é sobre o caminho


Ainda que pouco intuitivo, Keep Driving tem mais do que carisma: tem alma. Mas, como em uma boa estrada, o jogo deve ser aproveitado com calma para que o jogador consiga curtir o máximo possível da experiência.

A mistura de RPG com gerenciamento de recursos, encontros inesperados e uma bela direção de arte faz com que a viagem seja muito mais interessante do que a chegada ao destino. Keep Driving é uma aventura sobre aproveitar o caminho, aceitar os imprevistos e descobrir que, às vezes, as melhores histórias acontecem quando não sabemos exatamente para onde estamos indo.

Nota Final: 8,5/10

✅ Pontos Positivos

Premissa criativa e diferente

Pixel art bonita e cheia de charme

Boa direção de arte e ambientação nostálgica

Histórias interessantes dos passageiros

Narrativa fragmentada que combina com a proposta

CDs de bandas independentes reais

Boa variedade de escolhas e acontecimentos durante a viagem

Suporte a modificações no PC

❌ Pontos Negativos

Jogabilidade simples e pouco variada

Gráficos tecnicamente humildes

Trilha sonora pouco marcante

Ausência de legendas em português brasileiro

 

Review – Time To Wake Up (PC): Freud Explica


Time To Wake Up, um game de jogabilidade simples e gráficos humildes, consegue se destacar por sua história interessante e pelo mergulho na psique de seu personagem principal, fazendo com que o jogador embarque em uma viagem intensa de pouco mais de três horas.

Ficha técnica:

Desenvolvimento: Eye Blink Twice

Distribuição: Eye Blink Twice

Jogadores: 1 (local)

Gênero: Ação, Aventura, Plataforma 3D 

Plataformas: PC

 Idioma: Ingles+

Uma jogabilidade simples, mas funcional


A jogabilidade de Time To Wake Up é bem simples. Temos um jogo em primeira pessoa no qual o objetivo é ir do ponto A ao B, podendo se movimentar, pular e trocar o layout das fases para resolver puzzles.

Embora simples, a jogabilidade funciona muito bem, principalmente porque ela está ali tão somente para contar uma história e, nesse sentido, menos é mais.

As mecânicas não precisam ser complexas para cumprir seu papel. A possibilidade de alterar o ambiente é o principal recurso para resolver os puzzles e avançar pelos cenários surreais que compõem essa jornada.

Gráficos humildes, mas criativos


Também simples, os gráficos têm pouco refinamento e detalhes, mas compensam isso com criatividade e construção de mundo, principalmente considerando o que o jogo oferece como narrativa.

Assim como a jogabilidade, os cenários em que estamos e as formas de resolver os puzzles estão ali a fim de contar uma história, e isso funciona muito bem.

A proposta visual acompanha a jornada psicológica do protagonista e ajuda a criar ambientes que fogem da realidade, contribuindo para a experiência narrativa sem precisar de um grande refinamento técnico.

Um mergulho nas memórias do protagonista



Em Time To Wake Up, acompanhamos Alan Malone, que se vê preso em um sonho e precisa percorrer um mundo surreal inspirado em suas memórias escolares. Com a ajuda de uma voz misteriosa, ele parte em uma jornada para descobrir o que aconteceu no passado e escapar das sombras que ainda o acompanham. Para isso, precisa explorar ambientes distorcidos, resolver puzzles e encontrar uma saída desse labirinto de memórias.

A história de Time To Wake Up é rápida, mas bastante intensa, servindo como uma grande sessão de terapia enquanto conhecemos o personagem.

A intensidade da história e a forma como o personagem é construído prendem o jogador muito rápido, compensando a curta duração do jogo. Um ponto negativo é a falta de legendas em português, que deixa a experiência menos satisfatória.

Uma trilha sonora discreta



A trilha sonora do jogo é um pouco insípida. Na verdade, não há muito destaque para ela, que acaba ficando em segundo plano durante a experiência.

Curto, mas intenso

Curto, mas intenso, Time To Wake Up é um ótimo jogo para quem curte narrativas e te deixa preso no divã.

Mesmo com uma jogabilidade simples, gráficos humildes e uma trilha sonora que não se destaca, o game consegue encontrar sua força na história e na construção de seu personagem principal. É uma experiência breve, mas que consegue prender a atenção do jogador e mostrar que, às vezes, menos é mais.

Nota Final: 7/10

✅ Pontos Positivos

História intensa e envolvente

Boa construção do personagem principal

Mergulho interessante na psique humana

Puzzles criativos que contribuem para a narrativa

Boa construção de mundo

Experiência curta, mas marcante

❌ Pontos Negativos

Jogabilidade simples e pouco variada

Gráficos tecnicamente humildes

Trilha sonora pouco marcante

Ausência de legendas em português brasileiro

 

Review Hell Let Loose: Vietnam (PC) — Uma experiência de guerra imersiva.

 A franquia Hell Let Loose sempre apostou em uma proposta diferente dos shooters tradicionais: menos correria, mais estratégia, comunicação e realismo.

Expression Games/Divulgação

Em Hell Let Loose: Vietnam, essa fórmula chega a um novo cenário e ganha uma série de mecânicas que combinam muito bem com a Guerra do Vietnã.

Depois de completar os tutoriais e jogar algumas partidas, uma coisa chamou bastante atenção: o jogo consegue ser familiar para quem já conhece a franquia, mas traz novidades suficientes para fazer parecer realmente diferente.

Ambientação

A densa vegetação, os rios, vilarejos e áreas abertas fazem com que cada partida tenha uma dinâmica própria. É muito diferente de simplesmente trocar o cenário da Segunda Guerra Mundial por uma floresta.

A visibilidade limitada cria uma tensão constante. Você pode estar avançando com seu esquadrão e, segundos depois, começar a receber tiros de uma posição que sequer conseguiu identificar, mesmo quando a partida parece parada.

Esse é justamente um dos pontos mais interessantes do jogo: o ambiente também funciona como arma, ainda mais se você é novo no game, você vive com a sensação de estar na mira de alguém.

Jogabilidade: lenta, agressiva e muito mais estratégica

Rushar sem pensar pode significar morrer em poucos segundos. O jogo mantém a proposta tática da franquia, com combates em larga escala, nas quais comunicação e trabalho em equipe continuam sendo fundamentais. Se seu squad não se comunica e alinha estratégias, se prepare para sofrer

As armas também ajudam bastante nessa sensação. Os confrontos são mais letais e cada disparo parece ter um peso maior do que em shooters arcade.

Durante minhas partidas, porém, o que mais me chamou atenção foi a movimentação. O personagem responde de maneira fluida aos comandos, e as novas possibilidades de movimentação combinam muito bem com o cenário.

É possível nadar, escalar e rastejar mais rapidamente, além de carregar companheiros feridos para fora de áreas perigosas antes de tentar reanimá-los.

E aqui está uma das maiores novidades em relação ao Hell Let Loose original.

Os helicópteros são uma das principais novidades e podem ser utilizados para transporte, suporte aéreo e lançamento de suprimentos. Do outro lado, as forças norte-vietnamitas contam com redes de túneis que permitem criar novas possibilidades de deslocamento e ataques surpresa.

Os rios também ganharam importância com a presença de barcos de patrulha.

Esses elementos não estão ali apenas para deixar o jogo mais bonito. Eles alteram a maneira como as equipes precisam pensar seus ataques e defesas, principalmente se você está jogando com os americanos.

Expression Games/Divulgação

Visualmente, Hell Let Loose: Vietnam impressiona principalmente pela construção dos ambientes.

A vegetação densa e os diferentes tipos de terreno fazem os mapas parecerem vivos, e não apenas grandes arenas para multiplayer.

O mais interessante, porém, é que os gráficos têm uma função na jogabilidade. A vegetação influencia diretamente na visibilidade e na maneira como os jogadores podem se aproximar dos objetivos. Se estamos em uma área com a vegetação alta, temos que oberservar a movimentação para identificar inimigos.

Nas minhas partidas, também não encontrei bugs que atrapalhassem a experiência, e a movimentação se mostrou bastante fluida.

Isso merece ser destacado porque, considerando a quantidade de elementos acontecendo simultaneamente, ter uma experiência estável faz bastante diferença.

Conclusão

Se você procura um FPS mais realista e gosta de jogos em que pensar antes de atirar é tão importante quanto sua mira, Hell Let Loose: Vietnam é uma excelente opção.

O jogo não tenta competir diretamente com os shooters arcade. Ele segue seu próprio caminho e transforma a Guerra do Vietnã em um campo de batalha onde informação, posicionamento e comunicação podem decidir uma partida.

Hell Let Loose: Vietnam não é simplesmente o Hell Let Loose original com outro cenário. As mudanças na movimentação, helicópteros, túneis e combate nos rios fazem com que o conflito tenha uma identidade própria.



Cópia de PC cedida pelos produtores

Nota final: 9/10

Prós:

✔️A ambientação consegue transmitir muito bem a sensação de estar em uma guerra.
✔️Novos veículos
✔️Sennsação de combate mais pesada e letal.
✔️A selva, rios e diferentes tipos de terreno criam situações variadas.
✔️Novas opções de deslocamento combinam perfeitamente com os mapas.
✔️Túneis do NVA, que mudam completamente a dinâmica de ataque e defesa.

Contras:

❌Curva de aprendizado: quem está acostumado com Call of Duty ou Battlefield pode levar bastante tempo para se adaptar (podendo ser frustante até os tutoriais).
❌Dependência do trabalho em equipe: uma equipe desorganizada pode transformar a partida em uma experiência frustrante.
❌Visibilidade: a vegetação pode ser tão eficiente para esconder jogadores que algumas mortes parecem acontecer do nada.