Notícias

Séries

Filmes

Livros

publicações recentes

Battlefield 2042: O Fim Prematuro

Após 7 temporadas, a EA anunciou o fim das atualizações para Battlefield 2042, um dos jogos mais controversos da franquia até então.

xbox news


O jogo, lançado em 2021 (há pouco mais de dois anos), tinha a difícil missão de manter o nível dos seus antecessores (I e V), dois dos jogos mais populares da franquia, sendo que ambos possuem diversos servidores e uma comunidade muito ativa até hoje.

O 2042 prometeu seguir a mesma linha e universo do 4, utilizando até alguns personagens presentes na história do jogo “clássico” para serem utilizados como operadores, como o personagem Kimble Graves, o Irish (Irlandês) dublado na época pelo ator André Ramiro, famoso pelos filmes Tropa de Elite. Até no trailer, a EA apelou para o emocional dos jogadores utilizando a jogada “RendeZook” como maneira de aumentar o hype, algo que funcionou muito bem durante a campanha de divulgação do jogo, mas já existiam alguns questionamentos sobre o tema futurista apresentado, o que muitos jogadores diziam fugir da essência da franquia.

Mas, no lançamento, as coisas não foram tão bem assim: diversos bugs, a falta do modo campanha, a falta da clássica lista de servidores, modos de jogo sem lobby contínuo (a cada fim de partida online, você precisa buscar uma nova) e o número reduzido de mapas frustrou a comunidade, fazendo chover críticas em todas as plataformas. O jogo só foi “estabilizado” após um ano de seu lançamento, o que fez o número de jogadores diminuir drasticamente nesse período. A EA até tentou utilizar eventos e novas temporadas para atrair jogadores, mas nada muito efetivo.

Agora, com o anúncio do fim das atualizações e novas operações, o jogo tende a virar um terreno ainda mais deserto, com servidores cada vez mais vazios, só não pior por conta do cross-play, algo que não acontece com o 4, jogo que tem 11 anos e ainda possui um número considerável de jogadores e servidores ativos.

Não sabemos se tudo isso é efeito da nova geração de gamers que não são fãs de jogos mais "realistas" de FPS ou a geração antiga que jogou o ápice da franquia com o 3 e 4 que não se adaptaram a nova roupagem e ambientação, mas o que vemos é um fim melancólico do jogo, lembrando o que houve com o Hardline. 

Nos resta esperar o anúncio do novo jogo da franquia, ainda mais com as mudanças de estúdios realizadas pela EA, e torcer para que essa franquia de FPS volte aos seus dias de glória.

Sobrenatural - produção de 2005 pela CW Television Network

 Matéria escrita por Lorena Ottoni.

Sobrenatural Pilot: The CW Television Network / Wallpaper Pinterest. 

A série Sobrenatural é centrada nos irmãos Winchester, Sam e Dean. Após a morte de sua mãe devido a causas sobrenaturais, eles investigam o monstro que a matou. Devido à fatalidade, os irmãos e o pai se tornam caçadores dessas “coisas”.

Em seu episódio piloto, o personagem Sam Winchester está na faculdade. Porém, a visita inesperada de seu irmão faz com que ele retorne ao mundo da caçada em busca do pai, que estava em uma missão e não dava notícias havia dias. Ao fim do episódio, Sam retorna à sua realidade tranquila na graduação, mas encontra sua namorada morta pelo mesmo demônio que matou sua mãe quando ele tinha seis meses de idade, forçando-o a vingar a morte de seus queridos.

Cada episódio é marcado pela busca de um novo caso misterioso em que os irmãos enfrentam adversidades como fantasmas, vampiros, lobisomens e demônios. A partir disso, é possível explorar tanto o contexto sobrenatural quanto a relação complexa entre os dois.

A série foi um sucesso ao longo de suas 15 temporadas e inclusive recebeu o spin-off “Os Winchesters”. O roteiro cativante, com a mistura de humor e terror, instiga o público a continuar assistindo e sempre esperando pelo próximo mistério.

https://pin.it/Faz6o5Yz0

O ator Jensen Ackles, que interpreta o personagem Dean Winchester, consegue espelhar em sua atuação o famoso estereótipo de “bad boy”, concomitante com uma história rica do primogênito que prioriza a família em todos os cenários. Apesar de mulherengo, é notável que mulheres de espírito independente e forte chamam a atenção do rapaz, como, por exemplo, Jo Harvelle, filha de outro caçador.


https://pin.it/6NBzOJ1bs

Já Sam Winchester, interpretado por Jared Padalecki, é um personagem dedicado aos estudos, tímido e cuidadoso. Ao contrário do irmão, ele é a parte racional do relacionamento entre os dois e se rebela contra o pai. A pergunta que fica no primeiro episódio é: por que o demônio matou a mãe Winchester?

Ao longo das temporadas, percebemos a desenvoltura de Sam com o crescimento de algo sombrio em sua alma, que o liga com o demônio. Além da conexão, o personagem descobre poderes psíquicos que podem ser potencializados com sangue de demônio.

Um dos marcos positivos da série é o fato do enredo não ser focado exclusivamente em desenvolver os protagonistas, mas também os coadjuvantes, que completam o roteiro e trazem profundidade à história. Um grande exemplo disso é o anjo Castiel, muito aclamado pelos fã-clubes da série.

Além disso, outro grande acerto da produção é a preservação do formato de um caso misterioso por episódio, mesmo com um contexto maior desenvolvido aos poucos ao longo da temporada.

A cada temporada, um monstro maior é delimitado como central a ser combatido por eles. Porém, devido ao tamanho da série, o roteiro se perde em meio à causa maior, que sempre envolve o fim do mundo. Isso faz com que o final da série se perca em prol do roteiro, sem relembrar a essência da série com o lema da família: "salvar pessoas, caçar coisas, o negócio da família."

Em minha opinião, a história é extremamente cativante, o humor dos personagens te mantém vidrada em cada episódio. Entretanto, as últimas temporadas se perdem no sucesso e caem na armadilha de procurar um roteiro onde não há mais. A mistura de elementos demoníacos com os angelicais na série poderia ser bem trabalhada, mas não conseguiu efetivar a relação e se tornou algo humorístico, sem mais o terror marcante da série.


https://pin.it/alYPJgpVi

Com o final da série, fica claro que, às vezes, é necessário priorizar o fim da série antes do sucesso. Meu final perfeito seria o de qualquer fã: os Winchester todos reunidos, uma família feliz novamente e junta para viver o final da vida de forma tranquila e sem mais mistérios.

Me conta aí, você já assistiu Sobrenatural?


Resenha “Os Bridgertons: 3ª Temporada"


Fonte: Divulgação/Netflix/Terra

A terceira temporada de "Os Bridgertons" finalmente chegou e, como sempre, deu o que falar. Com momentos brilhantes e outros nem tanto, a série conseguiu mexer com o coração dos fãs. 

Dessa vez, mergulhamos de cabeça no relacionamento entre Penelope Featherington (Nicola Coughlan) e Colin Bridgerton (Luke Newton) - ou "Polin", como os shippers carinhosamente os chamam. Na primeira metade da temporada, a química do casal parecia promissora, nos fazendo torcer pela evolução do romance. Mas, infelizmente, na segunda metade a faísca entre os dois diminuiu consideravelmente. 

Nicola brilhou como Penélope, entregando uma performance apaixonada e convincente. Já Luke, não conseguiu acompanhar a mesma intensidade, o que deixou a dinâmica do casal meio desequilibrada. Para nossa tristeza, os dois não tiveram tanto tempo de tela juntos, já que a trama se focou bastante nos mistérios envolvendo a identidade de Lady Whistledown. E a declaração final tão esperada? Foi meio decepcionante, especialmente se comparada às das temporadas anteriores. 

Por outro lado, tivemos um desenvolvimento interessante para Portia Featherington (Polly Walker). Suas motivações como mulher e mãe foram exploradas de uma forma sensível, mostrando sua luta pelo futuro da família em uma sociedade cheia de restrições para as mulheres. Foi muito gratificante vê-la finalmente reconhecer o valor de sua filha. Até Cressida Cowper ganhou uma camada a mais, mostrando que suas ações vilanescas eram apenas uma busca desesperada por felicidade. 

Confesso que a história de Francesca Bridgerton deixou a desejar. Seu enredo foi apressado e raso, passando a impressão de que seu casamento com John era mais uma fuga do que uma história de amor de verdade. Isso contrastou bastante com o arco de Kate e Anthony, o ponto alto da temporada. Ver os dois felizes e casados foi aquele respiro que os fãs do casal precisavam. 

Como sempre, "Os Bridgertons" não decepcionou nos figurinos e na maquiagem. A série entregou visuais deslumbrantes que capturam perfeitamente a época e o luxo da alta sociedade. 

Resumindo, a terceira temporada teve seus altos e baixos. Alguns arcos de personagens foram bem desenvolvidos, mas o romance central de Colin e Penelope não atingiu o potencial esperado. Mesmo assim, a série continua sendo um espetáculo visual e oferece momentos de entretenimento que valem a pena. E você, já assistiu à terceira temporada? O que achou? Deixe seu comentário abaixo!

Primeiras Impressões | BODYCAM

 

Instant Gaming - Divulgação

A indústria de jogos deu mais um grande passo em relação ao realismo com BODYCAM, FPS lançado oficialmente nesta terça feira, 10 de junho. O jogo utiliza o novo motor gráfico Unreal Engine 5 apresenta gráficos que confundem quem vê facilmente com a realidade, criando uma experiência única e jamais vista em jogos até então.

A realidade dos cenários impressiona e no começo até "prejudica" o desempenho do jogador pois é muito real, ficamos meio perdidos e impressionados com tamanha imersão visual, embora sons ambientes são quase inexistentes. Algo que contribui para imersão gráfica é que o jogo não possui HUD, ou seja, a tela é totalmente sem informações, como munição, barra de vida e minimapa.


captura in game

Algumas vezes, as rodadas acontecem a noite, o que deixa os mapas, que já são escuros, ainda mais escuros, aumentando muito a tensão e proporcionando alguns sustos quando você dá de cara com algum inimigo, fazendo você se sentir realmente no papel do operador. 

Ainda não existem skins para os players, todos são iguais (algo que possivelmente pode mudar com atualizações).

captura in game

Os poucos textos que aparecem na tela durante as partidas são simples e remetem aos antigos VHS e todos os jogadores do time são marcados por retângulos verdes para evitar fogo amigo e ao ser abatido, você passa a controlar um drone que pode ser utilizado para auxiliar a equipe dando informações sobre a posição de inimigos. Mas cuidado! Os drones não são invulneráveis, podendo serem derrubados por tiros de players da outra equipe, assim como você deve derrubar os drones inimigos para evitar ser "spotado" por algum adversário (os drones aliados possuem uma luz verde e os inimigos uma luz vermelha), e se você bater contra paredes ou subir demais se chocando com o teto seu drone também se torna inoperante, até nisso os criadores tomaram cuidado para focar no realismo.

Falando sobre a física do game, sua movimentação é lenta, bem diferente dos principais títulos do gênero, com players demorando para superar obstáculos, com uma certa demora para mirar após mudanças de direção, lentidão para abaixar e pulos baixos como uma pessoa comum. Além disso, seu jogador não suporta muito dano, sendo praticamente que todo dano recebido seja hit-kill.

Mas nem tudo são flores, o jogo apresentou alguns bugs de movimentação e física, além de alguns problemas para entrar em lobbys de partidas, mas isso é algo totalmente compreensível em um lançamento. O jogo também é muito pesado, exigindo muito de hardware para rodar próximo aos 60 FPS, exigindo além do recomendado para atingir tal desempenho, algo que pode ser corrigido em atualizações de otimização e desempenho.

BODYCAM impressionou pelo realismo e jogabilidade única até então, não sei se o game vai emplacar, ainda mais em um gênero com títulos tão consolidados como Call of Duty e Counter Strike, mas não deixa de ser um jogo visionário, imersivo e divertido.