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Review - 4ª Temporada de Overwatch reformula por completo o passe de batalha

                                           Imagem: Blizzard Entertainment/Divulgação

Depois de anos de espera, finalmente Overwatch lançou a heróina D.mon. A nova tanque chegou ao jogo com o lançamento da Temporada 4: Heróis de Busan. Mas as novidades não param por aí, a Blizzard também realizou diversas mudanças focadas na qualidade de vida do jogo, como modernização de mapas e um sistema de passe de batalha totalmente reformulado.

No modelo de progressão antigo, o passe consistia em um avanço linear, desbloqueando recompensas desde o escalão 1 até o 80. Agora, os cosméticos estão agrupados em trilhas. Após concluir a trilha introdutória, os jogadores podem escolher o que querem desbloquear a seguir. Desenvolvedores explicaram que o intuito é dar mais agência aos jogadores, permitindo que eles priorizem conquistar primeiro o que consideram mais importante.

                                             Imagem: Blizzard Entertainment/Divulgação

O tema da vez é cibernético, e o visual da trilha introdutória é para D.va. O estilo cibermecânica combina as primárias azul e amarelo, além de detalhes e manchas de tinta na cor rosa (provavelmente um toque pessoal da própria D.va). Essa skin é desbloqueada automaticamente com a compra do Passe Premium, que também concede um bônus de +20% de experiência durante toda a temporada.

A próxima trilha fica a critério do jogador, mas caso nenhuma seja selecionada, o jogo segue um padrão indo da esquerda para a direita. Nessas condições, a skin seguinte será cibercaubói para Cassidy. É um visual bem minimalista, predominantemente preto, com um azul néon acentuando o chapéu, cinto, botas, e uma jaqueta estilo Cyberpunk 2077.

Brigitte cibercampeã vem em seguida, e pessoalmente é a lendária que menos me interessou. Nessa releitura, a jovem engenheira veste um macacão branco e um colete de couro. O resto de seu corpo é envolvido por uma armadura robótica com botas, ombreiras e manoplas. Seu mangual tem o formato de um troféu, o que é um detalhe bem legal, reforçando a fantasia de campeã. Ainda na trilha de Brigitte, há um visual épico para Zenyatta: cibergato, que, como o nome sugere, põe uma cabeça de gato robô no monge omnico. Ainda que não altere completamente a aparência do herói, é uma recompensa gratuita imperdível.

Se a skin lendária de Brigitte deixou a desejar, o mesmo não pode ser dito sobre Pharah ciberraptor. Sua armadura de aço preto é imponente; a máscara de caveira e os chifres são um sinal claro para evitar chegar perto desse demônio voador durante as partidas.

Por fim, Moira recebe o traje ciberelegante belíssimo. Sendo uma geneticista sem medo de usar a tecnologia para ultrapassar os limites das capacidades humanas, o tema do passe combinou com ela de maneira incrível. A renda, o penteado, o braço mecânico, tudo se encaixa naturalmente em quem ela é, tanto em personalidade quanto em gameplay.

Ainda há duas trilhas extras no passe. Uma se dedica à entregar moedas e prismas míticos, enquanto a outra reúne dois visuais épicos. O primeiro é para o Winston. Ciberprimata põe no gorila um capacete com moicano verde, bem punk, enquanto seu traje espacial é tingido de rosa choque com um degradê roxo e pontilhado azul celeste. Já a skin épica de Sojourn, cibervigia, não tem uma paleta tão chamativa. Todo o corpo é preto. Pés, joelhos, rosto e cabelo são violeta. A única mudança em relação a seu visual padrão é a presença de um capacete. É uma épica bonita e gratuita, mas honestamente um potencial desperdiçado. Sojourn é quase toda composta por próteses cibernéticas, ela era a candidata perfeita para ter ganho uma skin lendária, não uma épica com poucas mudanças.

                                               Imagem: Blizzard Entertainment/Divulgação

Com essa reformulação no passe de batalha, uma nova mecânica foi implementada. Agora é possível hackear uma skin lendária e substituí-la por outra de sua escolha. Há uma coleção de 12 skins de loja disponíveis para fazer essa troca. Dentre essa seleção, há opções para todos os gostos, desde Reinhardt Papelão até Lifeweaver Sakura. Um uso de hack é disponível por passe, e a equipe confirmou que as opções de troca serão renovadas a cada temporada.

Mesmo com as mudanças, o passe premium segue custando o valor padrão de 1.000 moedas. Ao completá-lo, o jogador terá recebido 80 prismas míticos (suficientes para adquirir uma skin mítica completa), 5 skins lendárias, 3 épicas, um total de 1.750 créditos para comprar cosméticos comuns e do Overwatch clássico. 600 moedas podem ser obtidas por todos, independentemente de possuir o passe premium ou não. Também há uma caixa de itens lendária gratuita.

                                                Imagem: Blizzard Entertainment/Divulgação

O passe de batalha supremo é uma oferta para aqueles que estão dispostos a gastar mais. Custando cerca de R$ 220, o pacote inclui:

  • Passe Premium
  • 20 escalões 
  • 2.000 moedas
  • Skin lendária Demônia Divina para D.mon
  • Skin lendária Metalcore para Rainha Junker

Observação: essas skins não são cosméticos exclusivos dessa oferta. É possível adquirí-las individualmente através do site de Overwatch, com dinheiro real.

Outra novidade é que passes de batalha de temporadas antigas foram confirmados para retornar ao jogo. Ainda não foi detalhado qual passe especificamente irá voltar e qual será o preço. O que sabemos é que, uma vez adquiridos, permanecerão disponíveis para serem concluídos sem tempo de expiração; se você já possuía o passe, mas não o completou, poderá prosseguir de onde parou sem custo adicional. Esse retorno está marcado para acontecer durante a atualização de meio de temporada, que ocorre em setembro.

Com a nova mecânica de hackear e o retorno de passes antigos, está ficando cada vez mais fácil para os jogadores de Overwatch conquistarem os cosméticos que mais desejam. A temporada 4: Heróis de Busan se encerrará no início de outubro

Review – Luna Abyss (PC) – Quando o Abismo olha de volta


Luna Abyss é um FPS que fez o dever de casa, com uma ótima jogabilidade e trilha sonora, junto com uma ambientação que não inova, mas inspira. Ao misturar tiroteios, elementos de bullet hell e plataforma em primeira pessoa, o jogo consegue construir uma experiência bastante competente e divertida. 

Ficha técnica:

Desenvolvimento: Kwalee Labs 

Distribuição: Kwalee 

Jogadores: 1 (local)

Gênero: FPS, Ação, Aventura, Plataforma 

Plataformas: PC, 

Idioma: Português+

Um FPS que vai ficando mais complexo 


Luna Abyss é um jogo clássico de FPS, com as mecânicas que já conhecemos, mas que vai ficando mais complexo a cada momento do jogo. Além da movimentação básica, temos mecânicas como pulo e dash, quatro tipos diferentes de armas que devem ser usadas de modos específicos contra diversos inimigos, bem como outra mecânica de plataforma.

Essa junção de FPS com plataforma funciona muito bem, e isso é graças a um level design muito bem feito. Além disso, a curva de aprendizado do jogo é muito boa, com ele nos fazendo acostumar com cada novo item ou habilidade adquirida no decorrer do jogo.

O combate também é interessante. O padrão de ataque dos inimigos lembram muito os jogos "bullet hell" aonde o que não falta é bala para todos os lados. Porém, não chega a ter uma dificuldade muito elevada, haja vista que os padrão são fáceis de se memorizar.

A jogabilidade de Luna Abyss funciona muito bem. Os únicos poréns que podem ser citados são a dificuldade, que não é tão acentuada, sendo relativamente fácil zerá-lo, bem como alguns carregamentos que acontecem quando trocamos de área no jogo. Não atrapalha a gameplay, mas é perceptível que é algo que poderia ser melhorado ou "maquiado" durante o jogo.

Um terror espacial que funciona 

Os gráficos do jogo são muito bonitos e a performance é boa no PC. A direção de arte também é uma característica que deve ser destacada.

Embora o plano de fundo do game seja bem explorado — o terror espacial —, ele é usado de forma muito boa no jogo, principalmente nos modelos de alguns monstros e objetos nos cenários, bem como no uso de cores, principalmente o vermelho, que consegue levar ao jogador uma sensação de desconforto sem apelar aos sustos.

Além disso, os designs de armas e inimigos são bons, bem como os dos cenários. A mistura entre a enorme estrutura alienígena e seus ambientes decadentes ajuda a criar uma sensação constante de que existe algo errado naquele lugar.

Descendo cada vez mais fundo 


Em Luna Abyss, controlamos Fawkes, uma pessoa condenada a explorar uma enorme estrutura abandonada localizada nas profundezas da lua-mímica Luna. A missão é recuperar tecnologias esquecidas e investigar os restos de uma antiga colônia, enquanto Fawkes é constantemente acompanhado por Aylin, sua guardiã artificial.

Conforme avançamos, descobrimos os segredos da antiga cidade de Greymont e os acontecimentos que levaram à sua queda. O local é tomado por ecos, almas corrompidas e horrores cósmicos, enquanto elementos como a Praga, o All-Father e o Collective começam a revelar uma história muito maior do que aparentava inicialmente.

A história de Luna é satisfatória, tanto pelo plot principal quanto pelos fragmentos que encontramos pelo caminho. A construção de mundo é boa e deixa o jogador engajado na história.

Porém, ela poderia ser melhor se houvesse, por exemplo, uma opção de escolher qual caminho seguir, principalmente depois do terço final do jogo. É algo que o jogo teria espaço para fazer, mas que infelizmente não foi feito.

Uma trilha que acompanha o desconforto 



A trilha sonora do jogo também não faz feio. Embora um pouco limitada na quantidade, todas as faixas se comportam muito bem e combinam com os momentos do jogo em que aparecem, ajudando a dar a sensação de desconforto ou urgência ao jogador.

Ela funciona principalmente por saber quando aparecer e quando deixar o ambiente falar por si. Em um jogo que aposta tanto na exploração de uma estrutura abandonada e nos momentos de tensão, essa escolha acaba ajudando bastante na atmosfera.

Quando o Abismo olha de volta 


Luna Abyss é uma grata surpresa, com uma jogatina robusta, uma boa história e uma ambientação ótima. Mesmo sem reinventar o gênero FPS, o jogo consegue juntar muito bem tiro, plataforma e exploração, criando uma experiência que funciona tanto pela jogabilidade quanto pela atmosfera.

Os pequenos problemas, como os carregamentos entre algumas áreas e uma dificuldade que poderia ser mais acentuada, não chegam a tirar o brilho da experiência. No fim, Luna Abyss é um jogo que fez o dever de casa e entrega uma aventura que com certeza merece ser jogada.

Copia de PC cedida pelos desenvolvedores

Nota Final: 8,5/10

✅ Pontos Positivos

Jogabilidade divertida e bem construída

Boa mistura entre FPS e plataforma

Level design competente

Direção de arte marcante

Boa construção de mundo

Trilha sonora que combina com a atmosfera

❌ Pontos Negativos

Dificuldade relativamente baixa

Carregamentos perceptíveis entre algumas áreas

História poderia oferecer mais liberdade de escolha


Fable demonstra profundamente seu combate em novo gameplay

                                                            Imagem: Xbox/Divulgação

Desde que foi adiado para 2027, Fable segue sendo um dos jogos mais aguardados do ano que vem. Mas com pré-vendas já abertas, o trabalho da Playground Games agora não é só finalizar o projeto, como também fortalecer sua comunicação com os jogadores.

Depois de uma demonstração de jogabilidade focando no sistema de moralidade e interações com outros personagens, agora o estúdio britânico marcou presença na Gamescom para compartilhar mais sobre o combate.

Já pudemos ver confrontos em trailers anteriores, confirmando o uso de diferentes armas corpo a corpo, de longa distância e magias. Nesse trailer recente, tudo foi mais detalhado. Pela primeira vez vimos a árvore de habilidades, e alguns dos feitiços disponíveis para desbloqueio incluem bola de fogo, relâmpago, levitação e teletransporte. Um dos mais divertidos sem dúvidas é "befowl", que pode transformar inimigos em galinhas.

                                                                 Imagem: Xbox/Divulgação

Durante a jogatina, alternar entre ataques físicos, magias ou disparos de longa distância é fluído, sem necessidade de abrir menus e equipar manualmente cada coisa. Além disso, foi descrito algumas particularidades de cada arma. Martelos, por exemplo, são lentos mas seus ataques podem acertar múltiplos inimigos de uma só vez e causam um dano devastador. Arcos levam um tempo considerável para preparar a flecha, mas recompensam com precisão absoluta.

Por fim, um inimigo inédito apareceu em ação. Ainda sem um nome divulgado, se trata de um homem muito alto, que desfere golpes pesados com um machado e tem barra de vida enorme. Atua como um subchefe, surgindo eventualmente para aumentar o desafio das batalhas.

                                                                 Imagem: Xbox/Divulgação

Fable é um RPG medieval de ação e aventura em mundo aberto, com lançamento marcado para 23 de fevereiro de 2027. A pré-venda já está disponível para Xbox Series X|S, Steam e PlayStation 5. O jogo também fará parte do catálogo do Gamepass Ultimate no lançamento.

Review Voidling Bound (PC) - Transformando a captura de criaturas em um shooter de ficção científica viciante

Hatchery Games/Divulgação

Voidling Bound
é uma daquelas ideias que parecem estranhas quando descritas em poucas palavras, mas que começam a fazer bastante sentido quando colocadas em prática. Desenvolvido e publicado pela Hatchery Games, o título mistura tiro em terceira pessoa, RPG de ação e captura de criaturas em uma aventura de ficção científica bastante colorida.

Aqui, porém, você não é exatamente o protagonista que entra em campo para fazer todo o trabalho. Você assume o papel de um Space Wrangler, responsável por controlar criaturas chamadas Voidlings, evoluí-las e utilizá-las para enfrentar os perigos espalhados por planetas contaminados.

E é justamente essa combinação que faz o jogo se destacar.

Desenvolvimento: Hatchery Games

Distribuição: Hatchery Games

Jogadores: 1 (local)

Gênero: Shooter em terceira pessoa, Ação e Aventura

Português: Sim

Plataformas: PC


Uma mistura inusitada que funciona

A premissa de Voidling Bound lembra imediatamente jogos de captura de criaturas, mas a experiência está muito mais próxima de um shooter de ação. Os combates acontecem em terceira pessoa e permitem atirar, golpear, bloquear, aparar ataques, correr, pular e utilizar habilidades especiais.

A movimentação é importante, principalmente diante de grupos numerosos de inimigos. O jogo coloca o jogador contra enxames de criaturas e chefes contaminados, exigindo que você saiba quando atacar, esquivar ou utilizar uma habilidade mais poderosa.

Mais interessante ainda é que os Voidlings não funcionam simplesmente como companheiros que você captura e esquece. Eles são o verdadeiro coração da progressão.

Hatchery Games/Divulgação

Evoluir é tão importante quanto lutar

Cada Voidling possui caminhos de evolução ramificados que permitem alterar atributos, aparência, alinhamento elemental, habilidades e estilo de jogo. Isso cria uma camada estratégica bastante interessante.

Em vez de simplesmente procurar a criatura mais poderosa, o jogador precisa pensar em qual combinação funciona melhor para determinado desafio.

Também é possível distribuir pontos em atributos como força, vitalidade, essência, recuperação e agilidade. A pesquisa de novas melhorias amplia ainda mais as possibilidades de personalização.

O resultado é um sistema que incentiva experimentação. Uma criatura pode ser construída para privilegiar resistência e combate direto, enquanto outra pode assumir uma abordagem mais ágil ou focada em habilidades.

Hatchery Games/Divulgação

O sistema de genética é um dos melhores elementos

É aqui que Voidling Bound começa a mostrar suas ideias mais interessantes.

Durante a aventura, é possível encontrar ovos em áreas infestadas, chocá-los e descobrir novos Voidlings. Algumas criaturas podem apresentar características raras, e o jogador ainda pode realizar cruzamentos para combinar naturezas e atributos.

Além disso, existe um sistema de genes que permite coletar partes do corpo, cores, genes de olhos, habilidades e vantagens mutantes. Esses elementos podem posteriormente ser utilizados para criar criaturas personalizadas.

É uma mecânica que transforma a coleta em algo mais significativo. Você não está simplesmente completando uma lista de criaturas: está constantemente procurando combinações melhores.

Hatchery Games/Divulgação

Um mundo colorido tomado pela corrupção

Visualmente, Voidling Bound aposta em uma direção artística bastante colorida e cartunesca, contrastando com a temática de uma infestação que está consumindo os planetas.

Os jogadores precisam explorar diferentes biomas, completar missões, sobreviver a arenas e coletar recursos, ovos, pontos de pesquisa e mutágenos necessários para combater o parasita.

Essa variedade ajuda a evitar que a experiência se transforme simplesmente em uma sequência de arenas de combate.

Hatchery Games/Divulgação


O Abyss aumenta bastante a longevidade

Depois de dominar os sistemas principais, o Abyss aparece como uma espécie de teste definitivo para as criaturas construídas pelo jogador.

A proposta é simples: quanto mais fundo você avançar, maiores serão os desafios e também as recompensas. Depois de cada vitória, existe a escolha entre continuar arriscando ou retornar em segurança.

Essa estrutura adiciona uma camada interessante de risco e recompensa, especialmente para quem gosta de levar suas criaturas ao limite.

Hatchery Games/Divulgação

Veredito

Voidling Bound consegue transformar uma combinação improvável em uma experiência bastante competente. O jogo pega elementos conhecidos de shooters em terceira pessoa e sistemas de captura, criação e evolução de criaturas e encontra uma maneira interessante de fazê-los funcionar juntos.

O combate é rápido, mas é a evolução dos Voidlings que mantém a experiência interessante. Criar criaturas diferentes, testar combinações genéticas e encontrar a configuração ideal para cada desafio dá ao jogador um motivo constante para continuar explorando.

Não é simplesmente um “Pokémon com armas”, nem apenas mais um shooter de ficção científica. Voidling Bound possui uma identidade própria e, principalmente, entende que seu maior diferencial está na relação entre combate e criação de criaturas.

Hatchery Games/Divulgação

Cópia de PC cedida pelos produtores

Revisão: Gabriel Galdino

Nota Final: 9/10

Prós:

✔️Combinação criativa de shooter e captura de criaturas

✔️ Sistema profundo de evolução

✔️ Combate dinâmico 

✔️ Sistema de risco e recompensa do Abyss

✔️ Direção artística colorida e carismática

Contras:

❌ Alguns sistemas exigem bastante dedicação para serem plenamente aproveitados

❌ Muitos sistemas podem confundir no início

❌ Experiência exclusivamente single-player