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Entramos na trend! Relembre os livros que bombaram em 2016

Os registros nostálgicos da era de 2016 estão tomando conta das redes sociais e, com a literatura, não poderia ser diferente. 

Aquele período foi marcado por lançamentos que seguem vivos na memória dos leitores até hoje (e nem parece que já se passaram 10 anos!).

Capa do livro: Como eu era antes de você / Reprodução: internet

Para muita gente, foi na adolescência que esses livros se tornaram companheiros de fase, conversas e sentimentos.

Entrando nesse clima de lembrança, a RJG decidiu revisitar os títulos que estavam em alta em 2016 e que ajudaram a definir uma geração de leitores. 

Confira a lista:

GERAL

- Como eu era antes de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Ruah, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- Depois de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Diário de Larissa Manoela (HarperCollins)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois, de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Philia, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- O Pequeno Principe (Pocket), de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

- Authenticgames: vivendo uma vida autêntica, de Authenticgames (Alto Atral)

- Ansiedade, de Augusto Cury (Benvirá)

FICÇÃO

- Como eu era antes de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Depois de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Grey, de E L James (Intrínseca)

- O Orfanato Da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs (Intrínseca)

- A garota no trem, de Paula Hawkins (Record)

- O Orfanato Da Srta. Peregrine Para Criancas Peculiares, de Ransom Riggs (LeYa)

- A Guerra Dos Tronos (Crônicas De Gelo E Fogo – Vol. 1), de George R. R. Martin (LeYa)

- Todo seu, de Sylvia Day (Paralela)

NÃO FICÇÃO ESPECIALISTA

- Ansiedade, de Augusto Cury (Benvirá)

- O poder do hábito, de Charles Duhigg (Objetiva)

- Vade Mecum Saraiva (22Ed/2016 – 2º Semestre) (Benvirá)

- Por que fazemos o que fazemos?, de Mario Sergio Cortella (Planeta)

- Ansiedade 2, de Augusto Cury (Benvirá)

- O monge e o executivo, de James C. Hunter (Sextante)

- Geração de Valor, de Flávio Augusto da Silva (Sextante)

- Felicidade ou morte, de Clóvis de Barros Filho e Leandro Karnal (Papirus 7 Mares)

- Geração de Valor 2, de Flávio Augusto da Silva (Sextante)

- Pai rico, pai pobre, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter (Elsevier)

NÃO FICÇÃO TRADE

- Ruah, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois, de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Philia, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- O homem mais inteligente da história (Marco Polo – Livro 3), de Augusto Cury (Sextante)

- Muito mais que 5 minutos, de Kéfera (Paralela)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois (capa dura), de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Lava jato, de Vladimir Netto (Sextante)

- O poder da ação, de Paulo Vieira (Gente)

- Diário de um zumbi do Minecraft 1, de Zack Zombie (Sextante)

- Não se apega, não, de Isabela Freitas (Intrínseca)

INFANTOJUVENIL

- Diário de Larissa Manoela (HarperCollins)

- O Pequeno Principe (Pocket), de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

- Authenticgames: vivendo uma vida autêntica, de Authenticgames (Alto Atral)

- Segredos da Bel para meninas, de Bel (Única)

- A Coroa, de Kiera Cass (Seguinte)

- Dois mundos um herói, de RezendeEvil (Suma)

- Cidade dos etéreos, de Ransom Riggs (Intrínseca)

- As crônicas de Nárnia – volume único, de C. S. Lewis (WMF Martins Fontes)

- Herobrine: A lenda, de Mike e Pac (Geração Jovem)

- O Pequeno Principe, de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

E então, você acha que faltou alguma obra nessa lista? Conta para a gente nos comentários!👇

NVIDIA lança GeForce RTX 5060, novo bundle de DOOM: The Dark Ages e anuncia 13 jogos com suporte a DLSS 4

Nvidia/Divulgação

A NVIDIA anunciou nesta terça-feira a chegada da nova GPU GeForce RTX 5060 para desktops e notebooks, que estará disponível globalmente a partir de 19 de maio. Baseada na arquitetura Blackwell RTX, a RTX 5060 traz suporte ao DLSS 4 com Multi-Frame Generation, Ray Tracing avançado, Tensor Cores de última geração e memória GDDR7.

A empresa também revelou um novo bundle promocional com o aguardado DOOM: The Dark Ages. Na compra de uma GPU GeForce RTX 5090, 5080, 5070 Ti ou 5070 – ou notebooks com essas placas – os usuários receberão uma edição Premium do jogo. Avaliada em US$ 99,99, essa versão inclui acesso antecipado em 13 de maio, trilha sonora, livro de arte digital, pacote de trajes Divinity e um futuro DLC de campanha. O título contará com suporte a Ray Tracing, DLSS 4 com Multi-Frame Generation e NVIDIA Reflex.

Além das novidades em hardware e promoções, a NVIDIA também anunciou que 13 novos jogos passaram a contar com suporte às tecnologias DLSS, incluindo DLSS 4, DLSS Super Resolution, Frame Generation, DLAA e NVIDIA Reflex. Os destaques incluem:

Nvidia/Divulgação

Com essas adições, a NVIDIA reforça o compromisso em levar o máximo desempenho gráfico e fidelidade visual para os jogadores de PC, preparando terreno para a nova geração de jogos.

Sobrenatural - produção de 2005 pela CW Television Network

 Matéria escrita por Lorena Ottoni.

Sobrenatural Pilot: The CW Television Network / Wallpaper Pinterest. 

A série Sobrenatural é centrada nos irmãos Winchester, Sam e Dean. Após a morte de sua mãe devido a causas sobrenaturais, eles investigam o monstro que a matou. Devido à fatalidade, os irmãos e o pai se tornam caçadores dessas “coisas”.

Em seu episódio piloto, o personagem Sam Winchester está na faculdade. Porém, a visita inesperada de seu irmão faz com que ele retorne ao mundo da caçada em busca do pai, que estava em uma missão e não dava notícias havia dias. Ao fim do episódio, Sam retorna à sua realidade tranquila na graduação, mas encontra sua namorada morta pelo mesmo demônio que matou sua mãe quando ele tinha seis meses de idade, forçando-o a vingar a morte de seus queridos.

Cada episódio é marcado pela busca de um novo caso misterioso em que os irmãos enfrentam adversidades como fantasmas, vampiros, lobisomens e demônios. A partir disso, é possível explorar tanto o contexto sobrenatural quanto a relação complexa entre os dois.

A série foi um sucesso ao longo de suas 15 temporadas e inclusive recebeu o spin-off “Os Winchesters”. O roteiro cativante, com a mistura de humor e terror, instiga o público a continuar assistindo e sempre esperando pelo próximo mistério.

https://pin.it/Faz6o5Yz0

O ator Jensen Ackles, que interpreta o personagem Dean Winchester, consegue espelhar em sua atuação o famoso estereótipo de “bad boy”, concomitante com uma história rica do primogênito que prioriza a família em todos os cenários. Apesar de mulherengo, é notável que mulheres de espírito independente e forte chamam a atenção do rapaz, como, por exemplo, Jo Harvelle, filha de outro caçador.


https://pin.it/6NBzOJ1bs

Já Sam Winchester, interpretado por Jared Padalecki, é um personagem dedicado aos estudos, tímido e cuidadoso. Ao contrário do irmão, ele é a parte racional do relacionamento entre os dois e se rebela contra o pai. A pergunta que fica no primeiro episódio é: por que o demônio matou a mãe Winchester?

Ao longo das temporadas, percebemos a desenvoltura de Sam com o crescimento de algo sombrio em sua alma, que o liga com o demônio. Além da conexão, o personagem descobre poderes psíquicos que podem ser potencializados com sangue de demônio.

Um dos marcos positivos da série é o fato do enredo não ser focado exclusivamente em desenvolver os protagonistas, mas também os coadjuvantes, que completam o roteiro e trazem profundidade à história. Um grande exemplo disso é o anjo Castiel, muito aclamado pelos fã-clubes da série.

Além disso, outro grande acerto da produção é a preservação do formato de um caso misterioso por episódio, mesmo com um contexto maior desenvolvido aos poucos ao longo da temporada.

A cada temporada, um monstro maior é delimitado como central a ser combatido por eles. Porém, devido ao tamanho da série, o roteiro se perde em meio à causa maior, que sempre envolve o fim do mundo. Isso faz com que o final da série se perca em prol do roteiro, sem relembrar a essência da série com o lema da família: "salvar pessoas, caçar coisas, o negócio da família."

Em minha opinião, a história é extremamente cativante, o humor dos personagens te mantém vidrada em cada episódio. Entretanto, as últimas temporadas se perdem no sucesso e caem na armadilha de procurar um roteiro onde não há mais. A mistura de elementos demoníacos com os angelicais na série poderia ser bem trabalhada, mas não conseguiu efetivar a relação e se tornou algo humorístico, sem mais o terror marcante da série.


https://pin.it/alYPJgpVi

Com o final da série, fica claro que, às vezes, é necessário priorizar o fim da série antes do sucesso. Meu final perfeito seria o de qualquer fã: os Winchester todos reunidos, uma família feliz novamente e junta para viver o final da vida de forma tranquila e sem mais mistérios.

Me conta aí, você já assistiu Sobrenatural?


Canal 3: The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass



Olá Geeks!

Pegue aquele seu antigo portátil empoeirado e conecte-se conosco ao Canal 3, coluna fixa do Site revistajovemgeek onde resenhamos aqueles jogos antigos que aquecem nosso coração. Em comemoração aos 36 anos da franquia The Legend Of Zelda iremos falar do divertidíssimo e não tão conhecido “The Legend Of Zelda – Phantom Hourglass”.

Nome

The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass

Ano de Lançamento 

2007

Gênero

RPG de Ação

Desenvolvedora 

Nintendo

Publicadora 

Nintendo

Nesta nova aventura de Link, a primeira lançada para o então portátil do momento, o Nintendo DS, é uma continuação direta de The Legend Of Zelda – Wind Waker, lançado anos antes para o Game Cube.

JOGABILIDADE                                                   

Reprodução/Nintendo Blast

Phantom Hourglass aproveita todos os novos recursos implementados com o Nintendo DS, como o microfone embutido, a tela touch screen e a Stylus (A caneta que acompanhava o portátil). Podemos usar a Stylus, por exemplo, para movimentar o personagem na tela, além de outros tipos de ações, como por exemplo, girar a caneta na tela tátil para Link realizar seu ataque giratório.

O microfone também foi usado para mecânicas pontuais de jogo (tirar poeira do mapas e gritar com um vendedor para conseguir um melhor preço) até temos que fechar o portátil para que uma espécie de selo que estava na tela maior fosse para a tela táctil, exemplos que aprimoram e muito a jogabilidade do game. Temos também a já clássica jogabilidade dos jogos anteriores, com diversas dungeons, armas e segredos escondidos.

Além disso, uma outra forma de jogabilidade na exploração dos mares do jogo. Levando em consideração que o tema é eminentemente marítimo, a mecânica do jogador no barco tem de ser levada em consideração, aliás, boa parte do jogo é passada no mar, onde podemos pescar, atacar outros navios (e ser atacados) além de descobrir tesouros debaixo d'água e ilhas misteriosas, o que incrementa bastante seu tempo de jogatina.

GRÁFICOS

Na parte gráfica Phantom Hourglass também é extremamente competente. A junção da jogabilidade clássica do game junto com o 3D, alinhado com o Cel-shaded funciona bem, além da escolha estética, mais cartunesca, que além de ser bonita, tem uma chance maior de chamar atenção de um público novo, principalmente crianças.

O Design de Fases do jogo também funciona muito bem junto com os formatos da ilhas, diferentes tipos de inimigos, entre outras coisas.

HISTÓRIA

Reprodução/ Nintendo Blast

Phantom Hourglass começa exatamente onde The Wind Waker parou, tendo um breve resumo do jogo anterior contado em algumas imagens estáticas, (o que não te obriga a jogar o jogo anterior para entender este). Agora membro permanente do navio da Capitã Tetra, Link entra em apuros quando sua capitã decide investigar uma lenda de que um navio fantasma surge à deriva nos mares da região.

Ao ouvir os gritos de Tetra, que decidiu invadir o tal navio fantasma, Link tenta também entrar no barco, mas acaba caindo no mar e é levado por uma correnteza até uma ilha desconhecida. Nesta ilha, nosso protagonista, que foi salvo por um senhor chamado Oshus e por uma fada chamada Ciela, recomenda que o mesmo encontre uma pessoa chamada Linebeck, que poderia emprestar seu navio para tirá-lo dali, e esse é só o começo da aventura.

Ao contrário das aventuras anteriores de Link, Phantom Hourglass não tem nenhuma pretensão épica, mas tem carisma de sobra, fazendo com que o jogador se divirta aos montes com uma história autocentrada e sem muitas consequências na linha do tempo já confusa da série.

TRILHA SONORA

Continuando a tradição de ótimas trilhas sonoras, temos em Phantom Hourglass uma pegada mais intimista, abusando de instrumentos de sopro, como o clarinete. Vemos claramente essas referências em faixas como “The Hero of Winds” (faixa clássica do Game); “Princess Zelda” e “The Sands Of Time”. Além disso, ainda temos aquela sonoridade épica típica dos jogos de Link como “The Pirate Ship”; “Indoors Melody” e “Bellum”. A trilha sonora esta disponível de forma completa em sites de reprodução de vídeo.

CONCLUSÃO

Extremamente divertido e cativante, Phantom Hourglass pode ser considerado um dos melhores jogos de aventura no Nintendo DS e com certeza diverte os apaixonados pela franquia, como também pode servir como uma bela porta de entrada para quem ainda não embarcou em nenhuma aventura com nosso amado Link.

Nostalgia | 12 Músicas famosas da década de 1990

 

Banda: Ramones

Olá, geeks! Tudo bem?

A última edição da Revista Jovem Geek foi sobre a década de 1990, então a matéria especial de Nostalgia para o site não poderia deixar de ser relacionada, não é mesmo?

Selecionamos 12 músicas que foram lançadas na década de 1990 e ficaram famosas!


1. Smells Like Teen Spirit, música de Nirvana lançada em 1991.



2. Man in the Box, música de Alice in Chains lançada em 1991.




3. Innuendo, da banda Queen e lançado em 1991.




4. Come as you are, da banda Nirvana e lançada em 1992.




5. Fear of the Dark, da banda Iron Maiden e lançada em 1992.




6. Poison Heart, da banda Ramones e lançada em 1992.







7. Carry On, da banda Angra e lançada em 1993.




8. Malandragem, da cantora Cássia Eller e lançada em 1994.




9. They Don't Care About Us, do cantor Michael Jackson e lançado em 1996.




10. Engel, da banda Rammstein e lançado em 1997.



11. Believe, da cantora Cher e lançada em 1998.



12. Poema, de Ney Matogrosso e lançado em 1999. 



Comentem o que acharam da lista!


Leia as Nostalgias anteriores:

Animações da Disney

Starcraft

12 Doces Nostálgicos

12 músicas famosas dos anos 70

12 músicas famosas dos anos 80

Nostalgia | Tamagotchi

Um tamagotchi de primeira versão. Créditos: Tomasz Sienicki

Hey geeks! Quem aí lembra dos tamagotchis? Muitos de nós tivemos esse brinquedo durante nossa infância ou adolescência.

Para quem não se lembra ou não conhece, o tamagotchi (ou tamagochi) é um brinquedo que possuímos um animal de estimação virtual. Sendo assim, damos carinho virtual, comida virtual, banho virtual, entre outros cuidados virtuais. Ele foi lançado inicialmente em 1996, e por muitos anos ficou meio esquecido pelo público ocidental, mas foi relançado em 2017 pela Bandai, no Japão.

Nesse meio tempo ele teve uma versão para celular, mais especificamente em 2008 e produzida pela Tectoy Mobile.

Em fevereiro de 2013 a empresa Zakeh lançou um jogo para o Android chamado Pou, semelhante ao Tamagotchi, onde cuidamos de um alienígena.

Créditos: Made in Japan

A Nostalgia do mês de setembro é curtinha, só para relembrarmos um jogo que marcou um pouquinho da infância de muitas pessoas! Nos contem nos comentários se vocês já tiveram um Tamagotchi!

Leiam também os outros especiais de Nostalgia!

Nostalgia | Animações da Disney

Nostalgia: "The Legend Of Zelda: Ocarina of Time"

Nostalgia | Rock n' Roll Racing

Nostalgia | Starcraft

Nostalgia | 12 Doces Nostálgicos

Nostalgia | Rock n' Roll Racing

Olá geeks! Tudo bem com vocês? Para o especial de Nostalgia desse mês, trouxemos o jogo eletrônico Rock n' Roll Racing

Rock n' Roll Racing é um jogo de corrida baseado em combate veicular, desenvolvido pela Silicon & Synapse (agora conhecido como Blizzard Entertainment) e distribuído para Super Nintendo em 1993. Super Mario Kart fora lançado no ano anterior e você pode encontrar comparações das obras pela internet, mas ambos os jogos conquistaram muitos fãs. Em Rock 'n roll racing, você deve cruzar trilhas selvagens em seu carro e soltar muitas armadilhas para seus inimigos. Algo que chamou atenção para o jogo foi apresentar uma série de músicas famosas do heavy metal e rock em sua trilha sonora - e que teria originado o nome da obra. O jogo foi transferido para o Game Boy Advance em 2003. 

E trouxemos a trilha sonora de Rock n' Roll Racing:

  • Henry Mancini (Emerson, Lake & Palmer version) - Peter Gunn Theme
  • Black Sabbath - Paranoid
  • Steppenwolf - Born To Be Wild
  • George Thorogood and the Destroyers - Bad to the Bone
  • Golden Earring - Radar Love (Somente na versão para Mega Drive)
  • Deep Purple - Highway Star

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