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Entramos na trend! Relembre os livros que bombaram em 2016

Os registros nostálgicos da era de 2016 estão tomando conta das redes sociais e, com a literatura, não poderia ser diferente. 

Aquele período foi marcado por lançamentos que seguem vivos na memória dos leitores até hoje (e nem parece que já se passaram 10 anos!).

Capa do livro: Como eu era antes de você / Reprodução: internet

Para muita gente, foi na adolescência que esses livros se tornaram companheiros de fase, conversas e sentimentos.

Entrando nesse clima de lembrança, a RJG decidiu revisitar os títulos que estavam em alta em 2016 e que ajudaram a definir uma geração de leitores. 

Confira a lista:

GERAL

- Como eu era antes de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Ruah, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- Depois de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Diário de Larissa Manoela (HarperCollins)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois, de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Philia, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- O Pequeno Principe (Pocket), de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

- Authenticgames: vivendo uma vida autêntica, de Authenticgames (Alto Atral)

- Ansiedade, de Augusto Cury (Benvirá)

FICÇÃO

- Como eu era antes de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Depois de você, de Jojo Moyes (Intrínseca)

- Grey, de E L James (Intrínseca)

- O Orfanato Da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs (Intrínseca)

- A garota no trem, de Paula Hawkins (Record)

- O Orfanato Da Srta. Peregrine Para Criancas Peculiares, de Ransom Riggs (LeYa)

- A Guerra Dos Tronos (Crônicas De Gelo E Fogo – Vol. 1), de George R. R. Martin (LeYa)

- Todo seu, de Sylvia Day (Paralela)

NÃO FICÇÃO ESPECIALISTA

- Ansiedade, de Augusto Cury (Benvirá)

- O poder do hábito, de Charles Duhigg (Objetiva)

- Vade Mecum Saraiva (22Ed/2016 – 2º Semestre) (Benvirá)

- Por que fazemos o que fazemos?, de Mario Sergio Cortella (Planeta)

- Ansiedade 2, de Augusto Cury (Benvirá)

- O monge e o executivo, de James C. Hunter (Sextante)

- Geração de Valor, de Flávio Augusto da Silva (Sextante)

- Felicidade ou morte, de Clóvis de Barros Filho e Leandro Karnal (Papirus 7 Mares)

- Geração de Valor 2, de Flávio Augusto da Silva (Sextante)

- Pai rico, pai pobre, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter (Elsevier)

NÃO FICÇÃO TRADE

- Ruah, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois, de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Philia, de Padre Marcelo Rossi (Principium)

- O homem mais inteligente da história (Marco Polo – Livro 3), de Augusto Cury (Sextante)

- Muito mais que 5 minutos, de Kéfera (Paralela)

- Harry Potter e a criança amaldiçoada – Parte um e dois (capa dura), de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne (Rocco)

- Lava jato, de Vladimir Netto (Sextante)

- O poder da ação, de Paulo Vieira (Gente)

- Diário de um zumbi do Minecraft 1, de Zack Zombie (Sextante)

- Não se apega, não, de Isabela Freitas (Intrínseca)

INFANTOJUVENIL

- Diário de Larissa Manoela (HarperCollins)

- O Pequeno Principe (Pocket), de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

- Authenticgames: vivendo uma vida autêntica, de Authenticgames (Alto Atral)

- Segredos da Bel para meninas, de Bel (Única)

- A Coroa, de Kiera Cass (Seguinte)

- Dois mundos um herói, de RezendeEvil (Suma)

- Cidade dos etéreos, de Ransom Riggs (Intrínseca)

- As crônicas de Nárnia – volume único, de C. S. Lewis (WMF Martins Fontes)

- Herobrine: A lenda, de Mike e Pac (Geração Jovem)

- O Pequeno Principe, de Antoine de Saint- Exupéry (HarperCollins)

E então, você acha que faltou alguma obra nessa lista? Conta para a gente nos comentários!👇

NVIDIA lança GeForce RTX 5060, novo bundle de DOOM: The Dark Ages e anuncia 13 jogos com suporte a DLSS 4

Nvidia/Divulgação

A NVIDIA anunciou nesta terça-feira a chegada da nova GPU GeForce RTX 5060 para desktops e notebooks, que estará disponível globalmente a partir de 19 de maio. Baseada na arquitetura Blackwell RTX, a RTX 5060 traz suporte ao DLSS 4 com Multi-Frame Generation, Ray Tracing avançado, Tensor Cores de última geração e memória GDDR7.

A empresa também revelou um novo bundle promocional com o aguardado DOOM: The Dark Ages. Na compra de uma GPU GeForce RTX 5090, 5080, 5070 Ti ou 5070 – ou notebooks com essas placas – os usuários receberão uma edição Premium do jogo. Avaliada em US$ 99,99, essa versão inclui acesso antecipado em 13 de maio, trilha sonora, livro de arte digital, pacote de trajes Divinity e um futuro DLC de campanha. O título contará com suporte a Ray Tracing, DLSS 4 com Multi-Frame Generation e NVIDIA Reflex.

Além das novidades em hardware e promoções, a NVIDIA também anunciou que 13 novos jogos passaram a contar com suporte às tecnologias DLSS, incluindo DLSS 4, DLSS Super Resolution, Frame Generation, DLAA e NVIDIA Reflex. Os destaques incluem:

Nvidia/Divulgação

Com essas adições, a NVIDIA reforça o compromisso em levar o máximo desempenho gráfico e fidelidade visual para os jogadores de PC, preparando terreno para a nova geração de jogos.

Sobrenatural - produção de 2005 pela CW Television Network

 Matéria escrita por Lorena Ottoni.

Sobrenatural Pilot: The CW Television Network / Wallpaper Pinterest. 

A série Sobrenatural é centrada nos irmãos Winchester, Sam e Dean. Após a morte de sua mãe devido a causas sobrenaturais, eles investigam o monstro que a matou. Devido à fatalidade, os irmãos e o pai se tornam caçadores dessas “coisas”.

Em seu episódio piloto, o personagem Sam Winchester está na faculdade. Porém, a visita inesperada de seu irmão faz com que ele retorne ao mundo da caçada em busca do pai, que estava em uma missão e não dava notícias havia dias. Ao fim do episódio, Sam retorna à sua realidade tranquila na graduação, mas encontra sua namorada morta pelo mesmo demônio que matou sua mãe quando ele tinha seis meses de idade, forçando-o a vingar a morte de seus queridos.

Cada episódio é marcado pela busca de um novo caso misterioso em que os irmãos enfrentam adversidades como fantasmas, vampiros, lobisomens e demônios. A partir disso, é possível explorar tanto o contexto sobrenatural quanto a relação complexa entre os dois.

A série foi um sucesso ao longo de suas 15 temporadas e inclusive recebeu o spin-off “Os Winchesters”. O roteiro cativante, com a mistura de humor e terror, instiga o público a continuar assistindo e sempre esperando pelo próximo mistério.

https://pin.it/Faz6o5Yz0

O ator Jensen Ackles, que interpreta o personagem Dean Winchester, consegue espelhar em sua atuação o famoso estereótipo de “bad boy”, concomitante com uma história rica do primogênito que prioriza a família em todos os cenários. Apesar de mulherengo, é notável que mulheres de espírito independente e forte chamam a atenção do rapaz, como, por exemplo, Jo Harvelle, filha de outro caçador.


https://pin.it/6NBzOJ1bs

Já Sam Winchester, interpretado por Jared Padalecki, é um personagem dedicado aos estudos, tímido e cuidadoso. Ao contrário do irmão, ele é a parte racional do relacionamento entre os dois e se rebela contra o pai. A pergunta que fica no primeiro episódio é: por que o demônio matou a mãe Winchester?

Ao longo das temporadas, percebemos a desenvoltura de Sam com o crescimento de algo sombrio em sua alma, que o liga com o demônio. Além da conexão, o personagem descobre poderes psíquicos que podem ser potencializados com sangue de demônio.

Um dos marcos positivos da série é o fato do enredo não ser focado exclusivamente em desenvolver os protagonistas, mas também os coadjuvantes, que completam o roteiro e trazem profundidade à história. Um grande exemplo disso é o anjo Castiel, muito aclamado pelos fã-clubes da série.

Além disso, outro grande acerto da produção é a preservação do formato de um caso misterioso por episódio, mesmo com um contexto maior desenvolvido aos poucos ao longo da temporada.

A cada temporada, um monstro maior é delimitado como central a ser combatido por eles. Porém, devido ao tamanho da série, o roteiro se perde em meio à causa maior, que sempre envolve o fim do mundo. Isso faz com que o final da série se perca em prol do roteiro, sem relembrar a essência da série com o lema da família: "salvar pessoas, caçar coisas, o negócio da família."

Em minha opinião, a história é extremamente cativante, o humor dos personagens te mantém vidrada em cada episódio. Entretanto, as últimas temporadas se perdem no sucesso e caem na armadilha de procurar um roteiro onde não há mais. A mistura de elementos demoníacos com os angelicais na série poderia ser bem trabalhada, mas não conseguiu efetivar a relação e se tornou algo humorístico, sem mais o terror marcante da série.


https://pin.it/alYPJgpVi

Com o final da série, fica claro que, às vezes, é necessário priorizar o fim da série antes do sucesso. Meu final perfeito seria o de qualquer fã: os Winchester todos reunidos, uma família feliz novamente e junta para viver o final da vida de forma tranquila e sem mais mistérios.

Me conta aí, você já assistiu Sobrenatural?


Canal 3: The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass



Olá Geeks!

Pegue aquele seu antigo portátil empoeirado e conecte-se conosco ao Canal 3, coluna fixa do Site revistajovemgeek onde resenhamos aqueles jogos antigos que aquecem nosso coração. Em comemoração aos 36 anos da franquia The Legend Of Zelda iremos falar do divertidíssimo e não tão conhecido “The Legend Of Zelda – Phantom Hourglass”.

Nome

The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass

Ano de Lançamento 

2007

Gênero

RPG de Ação

Desenvolvedora 

Nintendo

Publicadora 

Nintendo

Nesta nova aventura de Link, a primeira lançada para o então portátil do momento, o Nintendo DS, é uma continuação direta de The Legend Of Zelda – Wind Waker, lançado anos antes para o Game Cube.

JOGABILIDADE                                                   

Reprodução/Nintendo Blast

Phantom Hourglass aproveita todos os novos recursos implementados com o Nintendo DS, como o microfone embutido, a tela touch screen e a Stylus (A caneta que acompanhava o portátil). Podemos usar a Stylus, por exemplo, para movimentar o personagem na tela, além de outros tipos de ações, como por exemplo, girar a caneta na tela tátil para Link realizar seu ataque giratório.

O microfone também foi usado para mecânicas pontuais de jogo (tirar poeira do mapas e gritar com um vendedor para conseguir um melhor preço) até temos que fechar o portátil para que uma espécie de selo que estava na tela maior fosse para a tela táctil, exemplos que aprimoram e muito a jogabilidade do game. Temos também a já clássica jogabilidade dos jogos anteriores, com diversas dungeons, armas e segredos escondidos.

Além disso, uma outra forma de jogabilidade na exploração dos mares do jogo. Levando em consideração que o tema é eminentemente marítimo, a mecânica do jogador no barco tem de ser levada em consideração, aliás, boa parte do jogo é passada no mar, onde podemos pescar, atacar outros navios (e ser atacados) além de descobrir tesouros debaixo d'água e ilhas misteriosas, o que incrementa bastante seu tempo de jogatina.

GRÁFICOS

Na parte gráfica Phantom Hourglass também é extremamente competente. A junção da jogabilidade clássica do game junto com o 3D, alinhado com o Cel-shaded funciona bem, além da escolha estética, mais cartunesca, que além de ser bonita, tem uma chance maior de chamar atenção de um público novo, principalmente crianças.

O Design de Fases do jogo também funciona muito bem junto com os formatos da ilhas, diferentes tipos de inimigos, entre outras coisas.

HISTÓRIA

Reprodução/ Nintendo Blast

Phantom Hourglass começa exatamente onde The Wind Waker parou, tendo um breve resumo do jogo anterior contado em algumas imagens estáticas, (o que não te obriga a jogar o jogo anterior para entender este). Agora membro permanente do navio da Capitã Tetra, Link entra em apuros quando sua capitã decide investigar uma lenda de que um navio fantasma surge à deriva nos mares da região.

Ao ouvir os gritos de Tetra, que decidiu invadir o tal navio fantasma, Link tenta também entrar no barco, mas acaba caindo no mar e é levado por uma correnteza até uma ilha desconhecida. Nesta ilha, nosso protagonista, que foi salvo por um senhor chamado Oshus e por uma fada chamada Ciela, recomenda que o mesmo encontre uma pessoa chamada Linebeck, que poderia emprestar seu navio para tirá-lo dali, e esse é só o começo da aventura.

Ao contrário das aventuras anteriores de Link, Phantom Hourglass não tem nenhuma pretensão épica, mas tem carisma de sobra, fazendo com que o jogador se divirta aos montes com uma história autocentrada e sem muitas consequências na linha do tempo já confusa da série.

TRILHA SONORA

Continuando a tradição de ótimas trilhas sonoras, temos em Phantom Hourglass uma pegada mais intimista, abusando de instrumentos de sopro, como o clarinete. Vemos claramente essas referências em faixas como “The Hero of Winds” (faixa clássica do Game); “Princess Zelda” e “The Sands Of Time”. Além disso, ainda temos aquela sonoridade épica típica dos jogos de Link como “The Pirate Ship”; “Indoors Melody” e “Bellum”. A trilha sonora esta disponível de forma completa em sites de reprodução de vídeo.

CONCLUSÃO

Extremamente divertido e cativante, Phantom Hourglass pode ser considerado um dos melhores jogos de aventura no Nintendo DS e com certeza diverte os apaixonados pela franquia, como também pode servir como uma bela porta de entrada para quem ainda não embarcou em nenhuma aventura com nosso amado Link.

Nostalgia | 12 Músicas famosas da década de 1990

 

Banda: Ramones

Olá, geeks! Tudo bem?

A última edição da Revista Jovem Geek foi sobre a década de 1990, então a matéria especial de Nostalgia para o site não poderia deixar de ser relacionada, não é mesmo?

Selecionamos 12 músicas que foram lançadas na década de 1990 e ficaram famosas!


1. Smells Like Teen Spirit, música de Nirvana lançada em 1991.



2. Man in the Box, música de Alice in Chains lançada em 1991.




3. Innuendo, da banda Queen e lançado em 1991.




4. Come as you are, da banda Nirvana e lançada em 1992.




5. Fear of the Dark, da banda Iron Maiden e lançada em 1992.




6. Poison Heart, da banda Ramones e lançada em 1992.







7. Carry On, da banda Angra e lançada em 1993.




8. Malandragem, da cantora Cássia Eller e lançada em 1994.




9. They Don't Care About Us, do cantor Michael Jackson e lançado em 1996.




10. Engel, da banda Rammstein e lançado em 1997.



11. Believe, da cantora Cher e lançada em 1998.



12. Poema, de Ney Matogrosso e lançado em 1999. 



Comentem o que acharam da lista!


Leia as Nostalgias anteriores:

Animações da Disney

Starcraft

12 Doces Nostálgicos

12 músicas famosas dos anos 70

12 músicas famosas dos anos 80

Nostalgia | Tamagotchi

Um tamagotchi de primeira versão. Créditos: Tomasz Sienicki

Hey geeks! Quem aí lembra dos tamagotchis? Muitos de nós tivemos esse brinquedo durante nossa infância ou adolescência.

Para quem não se lembra ou não conhece, o tamagotchi (ou tamagochi) é um brinquedo que possuímos um animal de estimação virtual. Sendo assim, damos carinho virtual, comida virtual, banho virtual, entre outros cuidados virtuais. Ele foi lançado inicialmente em 1996, e por muitos anos ficou meio esquecido pelo público ocidental, mas foi relançado em 2017 pela Bandai, no Japão.

Nesse meio tempo ele teve uma versão para celular, mais especificamente em 2008 e produzida pela Tectoy Mobile.

Em fevereiro de 2013 a empresa Zakeh lançou um jogo para o Android chamado Pou, semelhante ao Tamagotchi, onde cuidamos de um alienígena.

Créditos: Made in Japan

A Nostalgia do mês de setembro é curtinha, só para relembrarmos um jogo que marcou um pouquinho da infância de muitas pessoas! Nos contem nos comentários se vocês já tiveram um Tamagotchi!

Leiam também os outros especiais de Nostalgia!

Nostalgia | Animações da Disney

Nostalgia: "The Legend Of Zelda: Ocarina of Time"

Nostalgia | Rock n' Roll Racing

Nostalgia | Starcraft

Nostalgia | 12 Doces Nostálgicos

Nostalgia | Rock n' Roll Racing

Olá geeks! Tudo bem com vocês? Para o especial de Nostalgia desse mês, trouxemos o jogo eletrônico Rock n' Roll Racing

Rock n' Roll Racing é um jogo de corrida baseado em combate veicular, desenvolvido pela Silicon & Synapse (agora conhecido como Blizzard Entertainment) e distribuído para Super Nintendo em 1993. Super Mario Kart fora lançado no ano anterior e você pode encontrar comparações das obras pela internet, mas ambos os jogos conquistaram muitos fãs. Em Rock 'n roll racing, você deve cruzar trilhas selvagens em seu carro e soltar muitas armadilhas para seus inimigos. Algo que chamou atenção para o jogo foi apresentar uma série de músicas famosas do heavy metal e rock em sua trilha sonora - e que teria originado o nome da obra. O jogo foi transferido para o Game Boy Advance em 2003. 

E trouxemos a trilha sonora de Rock n' Roll Racing:

  • Henry Mancini (Emerson, Lake & Palmer version) - Peter Gunn Theme
  • Black Sabbath - Paranoid
  • Steppenwolf - Born To Be Wild
  • George Thorogood and the Destroyers - Bad to the Bone
  • Golden Earring - Radar Love (Somente na versão para Mega Drive)
  • Deep Purple - Highway Star

Leia as Nostalgias anteriores:






Nostalgia | Animações da Disney

Fonte: Divulgação

Olá, geeks. Tudo bom? Para a Nostalgia de hoje, trouxemos 6 animações da Disney que te trarão boas recordações! Priorizamos animações das décadas de 1990 e 2000. Para aqueles que tiveram sua infância e adolescência neste período, talvez a nostalgia seja ainda maior!

1. A Nova Onda do Imperador

Pôster 


Acredito que os anos 2000 começou bem, quando a Disney lançou duas de suas melhores animações: A Nova Onda do Imperador Lilo & Stitch. Se você já assistiu A Nova Onda do Imperador, possivelmente você deu boas risadas enquanto acompanhava a aventura do imperador Kuzco e os planos fracassados de Yzma. Se você ainda não teve a oportunidade, assista quando possível e se divirta bastante!

 

2. Lilo & Stitch


Afinal, quantos empregos a Nani possuía? Para quem assistiu há mais tempo, talvez não se lembre tão bem, mas Nani estava em vários trabalhos para não perder a guarda de sua irmãzinha Lilo. As duas irmãs, que moram no Havaí, acabam conhecendo o Stich, um extraterrestre foragido. 

É uma animação muito fofa e lembrada até hoje, por ser uma das primeiras a mostrarem esse amor de irmãs.


3. Irmão Urso


Conforme rezam as fofocas, muitas das ideias para a animação Valente foram tiradas de Irmão Urso. Infelizmente, Irmão Urso teria feito menos sucesso e é tão maravilhoso quanto! Acaba mostrando muito amor entre família e como é o contato da sociedade indígena da América do Norte com a natureza. 

Kenai é um jovem indígena e que odeia ursos, mas é magicamente transformado em um deles. Nisto, Kenai acaba tendo que fugir de seu irmão Denahi, que é um dos caçadores de seu povo e não sabe da transformação, e tendo que cuidar de Koda, um filhote de urso. 


4. Hércules



Ok, quem não adorava assistir a aventura do herói grego Hércules? E atualmente, muitos de nós gostamos de lembrar das cenas divertidas e de criticar as diferenças da mitologia grega para a animação da Disney - incluindo o fato de Hera ser a mãe de Hércules na Disney.


5. O Corcunda de Notre Dame


Dobram os sinos, Paris despertou ao soar de Notre Dame.

Agora, a nossa nostalgia é para o herói francês Quasimodo e para uma das histórias mais emocionantes da Disney: O Corcunda de Notre Dame, inspirado no livro do romancista Victor Hugo. Nossos agradecimentos a Disney pelo final feliz na animação, pois nem sempre os romances trazem os finais felizes.


6. Tarzan


E para encerrar, está aqui a animação Tarzan, inspirada nas obras de Edgar Rice Burroughs. 

Assim como O Corcunda de Notre Dame, A Pequena Sereia e muitas animações, Tarzan foi inspirado em um livro, mas com final feliz. 

E aí, algum que você gosta ficou fora da lista? Deixe aí nos comentários!

Nostalgia | 12 músicas famosas dos anos 80

Imagem de Free-Photos por Pixabay

Olá, geeks. Tudo bem com vocês?
Aqui, mais uma especial de nostalgia, com músicas famosas da década de 1980. Afinal, a década foi importante para o universo da moda e da música, e alguns exemplos disto são alguns sucessos do Rock e do Pop, o surgimento do Visual Kei e da Moda Lolita no Japão, o sucesso do New Wave... É uma lista enorme, e acredito que possamos relembrar 12 das músicas famosas da década.

1. Cowboy Fora da Lei

Claro que não faltaria algum ícone da música brasileira. Cowboy Fora da Lei é uma música do cantor e compositor Raul Seixas, lançada em março de 1987.


2. Metal Health (Bang Your Head)

A famosa música do Quiet Riot, que já apareceu em filmes e jogos, incluindo a franquia de jogos Guitar Hero. A música pertence ao Metal Health, é o terceiro álbum de estúdio da banda americana de heavy metal Quiet Riot, lançado em março de 1983. 


3. Shout at the Devil

Shout at the Devil pertence à famosa banda de heavy metal Mötley Crüe, e foi lançada junto ao álbum Shout at the Devil em setembro de 1983. Inclusive, em 2019 foi lançado na Netflix o filme que fala um pouco da história da banda e se chama The Dirt – Confissões do Mötley Crüe.


4. Take on Me

Take on Me é uma música famosa da banda norueguesa A-ha, lançada no ano de 1985. Foi uma das primeiras músicas da década que recebeu mais de um bilhão de visualizações no YouTube.


5. Eyes Without a Face

A famosa música Eyes Without a Face é do britânico Billy Idol, do seu álbum Rebel Yell, de 1983.


6. Girls Just Want to Have Fun

Girls Just Want To Have Fun é uma música escrita e gravada pela primeira vez em 1979 pelo músico Robert Hazard, mas a versão da Cyndi Lauper, lançada em 1983 ficou muito mais famosa. 


7. Synchronicity

Quem não fica com uma leve nostalgia ao ouvir falar em The Police? Afinal, as músicas da banda apareceram na franquia de jogos Guitar Hero. Isto além de lembrar de todos os trabalhos do vocalista e ator Sting, que interpretou em Duna e em Zoolander.

O álbum Synchronicity foi lançado em junho de 1983 e teve duas faixas com o mesmo nome: Synchronicity I e Synchronicity II.

Synchronicity I


Synchronicity II


8. Cities in Dust

Cities in Dust é uma música que pertence à icônica banda gótica Siouxsie And The Banshees e lançada em abril de 1986.


9. I Won't Let You Down

I Won't Let You Down é uma música romântica lançada em 1982, pela banda Ph.D.


10. Thriller

Se você achou que faltaria uma música do Michael Jackson, achou errado. Uma de suas músicas mais famosas é Thriller e foi lançada em novembro de 1982.


11. Fade to Black

Sim, uma das músicas mais famosas da banda de heavy metal Metallica foi lançada em julho de 1984.


Inclusive, a música Fade to Black recebeu altas versões, uma delas sendo da banda Sonata Arctica.


12. Neon Knights

Por último, mas não menos legal: Neon Knights da banda britânica Black Sabbath, lançada em abril de 1980. Inclusive, uma das bandas de Rock mais geeks que você poderá encontrar: a música Paranoid foi tema do jogo Rock 'n Roll Racing, além de lançarem também a música Iron Man. Válido lembrarmos também que Robert Downey Jr. usou a camiseta da banda Black Sabbath em um dos filmes dos Vingadores.

Robert Downey Jr. Fonte da imagem: Pinterest


Extra: Lambada, lançada em 1989 pelo grupo Kaoma.


Sim, tinha que ter ao menos uma música nacional, não é mesmo? E valorizem a música nacional, pois até mesmo no Japão se fazem versões das nossas músicas:


E aí, o que acharam da lista?

Leiam também na sessão Nostalgia:


Nostalgia | 12 músicas famosas dos anos 70

Imagem de Becca Clark por Pixabay 

Hey, geeks. Tudo bom com vocês? 

Passando aqui para uma nova matéria de Nostalgia, e dessa vez contendo 12 músicas famosas da década de 1970. Confira:

1. Maluco Beleza

Maluco Beleza é uma música do cantor e compositor brasileiro Raul Seixas, lançada em 1978 pela gravadora Warner Music Brasil.

2. Stayin' Alive

Stayin' Alive é uma canção famosíssima dos Bee Gees, lançada como single em 1977.

Estava presente na trilha sonora do filme Os Embalos de Sábado à Noite, com o ator John Travolta. É uma das músicas de maior sucesso da banda, e que se fez presente em algumas animações como Shrek

3. Dust in the Wind

Dust in the Wind é uma música do grupo Kansas lançada em 1977, se tornando de grande sucesso. Inclusive, já foi regravada por Scorpions e Sarah Brightman. É a música tema de Supernatural, tocada sempre no último episódio de cada temporada e aclamada pelos fãs.

Outra curiosidade: se você acompanhou a franquia de jogos Guitar Hero, provavelmente lembrará de Carry on Wayward Son, da mesma banda.

Versão da banda Scorpions:

Versão da Sarah Brightman:

4. Born to Be Alive

Born to Be Alive é o maior sucesso do cantor Patrick Hernandez, sido lançada em 1979.

5. The Ballroom Blitz 

The Ballroom Blitz, lançada em 1973, é a música de maior sucesso de The Sweet, banda de glam rock famosa nos anos de 1960 e 1970.

6. Heart of Glass

Heart of Glass é a famosa canção da banda Blondie, escrita pela vocalista Deborah Harry e pelo guitarrista Chris Stein. 

A música foi interpretada por outros artistas, como a Miley Cyrus.

Interpretação por Nina Shallman:

Interpretação por Double You:

Deixem nos comentários: vocês preferem a versão original ou as interpretações desta música?

7. Don't Stop 'Till You Get Enough

Don't Stop 'Till You Get Enough é uma música do cantor e compositor americano Michael Jackson, lançada em 28 de julho de 1979, para o quinto álbum de estúdio em carreira solo do cantor, Off the Wall

8. Stairway to Heaven

"Stairway to Heaven" é uma canção da banda britânica de rock Led Zeppelin, composta pelo guitarrista Jimmy Page e pelo vocalista Robert Plant, muitas vezes, é considerada uma das maiores canções de rock de todos os tempos.

9. Play that Funky Music

Play That Funky Music é uma canção de 1976 escrita por Robert Parissi e gravada pela banda Wild Cherry.

Uma curiosidade é que alguns artistas fizeram covers dessa música, como exemplo o Tim Campbell.

10. Hot Stuff

Lançada em de abril de 1976, Hot Stuff é uma música da famosa banda Rolling Stones.

11. Sultans of Swing

Sultans of Swing pertence ao álbum de estreia da extinta banda de rock inglesa Dire Straits, lançado em 1978. 

12. Bridge Over Troubled Water

Aretha Franklin interpretou a música Bridge Over Troubled Water, do cantor Paul Simon. Esta interpretação em estilo Gospel-Blues acabou fazendo sucesso, conquistando até mesmo o prêmio GRAMMY de melhor performance vocal.

Extra: Dark Lady, da Cher.


E aí, o que acharam? E quais suas músicas favoritas deste período?

Nostalgia | Starcraft

Hey, geeks. Tudo bom com vocês? 

Passando aqui para falar sobre um tema que poderá ser nostálgico para muitos: Starcraft. A franquia de jogos já foi lançada há mais de 20 anos, e não podemos deixar de falar um pouco desta obra magnífica!

StarCraft é uma franquia de jogos de ficção científica militar, criada por Chris Metzen e James Phinney e desenvolvida pela Blizzard Entertainment. A saga se ambienta no início do século 26, e centra-se em uma luta galáctica pelo domínio entre espécies: os terráqueos, o insetoide Zerg em constante evolução, o enigmático Protoss poderoso e a raça criadora Xel'Naga, em uma parte distante da galáxia da Via Láctea, conhecida como Setor Koprulu. A saga estreou em 31 de março de 1998 e logo cresceu, incluindo novos jogos, bem como livros, dois artigos de Amazing Stories, um jogo de tabuleiro e outros produtos licenciados, como estátuas colecionáveis .


A franquia ficou muito famosa, principalmente por sua história envolvente e talvez até um pouco triste.
Conforme citado anteriormente, história se foca nas atividades de três espécies numa parte da Via Láctea conhecida como Koprulu Sector. Muitas guerras, muitas batalhas pois os Zergs almejam o domínio sobre outras raças.

O primeiro StarCraft já começa após um ataque feito por ambos os Zergs e os Protoss contra os Terranos. Um dos motivos da história também ser triste: durante seu assalto à Tarsonis, o terrano Mengsk permite que os Zergs capturem e infestem sua agente psíquica, Sarah Kerrigan - que não demora a voltar como a Rainha das Lâminas. Essa traição faz com que Jim Raynor, outro comandante de Mengsk, o deserte junto com um pequeno exército. Sim, Raynor ficou inconformado com o abandono de sua colega e durante a saga, ele faz de tudo para salvá-la.

Kerrigan, a rainha das lâminas

Pra quem tem interesse em conhecer a saga de jogos, pode ser adquirido diretamente pela loja da Blizzard Entertainment.

Kerrigan, a rainha das lâminas

Série de jogos do Starcraft:

Série principal
  • StarCraft
  • StarCraft: Brood War
  • StarCraft II: Wings of Liberty
  • StarCraft II: Heart of the Swarm
  • StarCraft II: Legacy of the Void
Títulos spin-off
  • Insurrection
  • Retribution
  • StarCraft: Ghost
E para quem quer relembrar um pouco da franquia ou para quem deseja conhecer, vamos a alguns dos trailers e vídeos?

Starcraft 2 Trailer 


StarCraft II: Heart of the Swarm Opening Cinematic:


StarCraft II: Legacy of the Void Opening Cinematic:


No canal Coisa de Nerd, também há um vídeo que fala sobre Starcraft. O criador do canal conta que Starcraft foi um dos seus incentivos para a criação do canal e encoraja a todos a jogarem a franquia. Diz que não é um jogo fácil, mas é um dos mais emocionantes que já jogou e explica como é todo o jogo, inclusive mostra o seu gameplay:


Por hoje, é isto. Comentem o que acharam da matéria e se curtem Starcraft.

Especial Nostalgia: Karatê Kid - Cobra Kai



Bem vindos a mais um Especial Nostalgia! Hoje trouxemos um tema que é a cara das tardes em família e que marcou a infância de muitos.
Quando o assunto é nostalgia envolvendo artes marciais, fica impossível não se lembrar de Daniel LaRusso (Ralph Macchio), um jovem que sofre com problemas de adaptação quando se vê obrigado a mudar-se para uma cidade distante após sua mãe arrumar um emprego. Sua estadia piora quando Daniel envolve-se com a ex-namorada de um campeão de karatê local, Johnny Lawrence (William Zabka) que passa a persegui-lo e agredi-lo com os demais amigos, todos provindos dos ‘Cobra Kai Dojo', que conta com John Kreese (Martin Kove) como sensei, que prega a posição anti-misericórdia de seus alunos.

Apesar da série retratar os mocinhos e vilões de maneira caricata, a profundidade de Karatê Kid não está nos conflitos entre pessoas, e sim na sua demonstração da solidão. Solidão esta que faz Daniel, o peixinho fora d’água, se aproximar do carismático Sr. Miyagi (Pat Morita, em papel que lhe valeu uma indicação ao Oscar), o porteiro viúvo e faz tudo que, percebendo a fragilidade do menino perante as covardias da gangue, dispõe-se a ensinar-lhe karatê para que este possa defender-se em um torneio local, que promete dar uma trégua à perseguição ao rapaz. “Você aprende karatê para evitar lutar”.
O método do Sr. Miyagi contava com uma filosofia bem distinta da que era ensinada no 'Cobra Kai Dojo'. Para ele, karatê era apenas para defender-se e tudo girava em torno do equilíbrio. Essa filosofia garantiu a Daniel LaRusso a vitória no torneio e a fama de campeão que estendeu-se ao longo dos anos.

Cobra Kai


Na primeira produção original do Youtube Red, "Cobra Kai" torna-se uma continuação direta do primeiro filme de 1984. Até porque nunca tivemos uma continuação direta daquela rivalidade entre LaRusso e Lawrence que é a grande protagonista do clássico. Ralph Macchio e William Zabka retornam aos papéis de sua vida, maduros e com experiências distintas.
Na série, que possui duas temporadas com episódios na faixa entre 30 e 40 minutos, a pegada mais leve destaca-se em meio aos dramas dos personagens.
Johnny Lawrence (Zabka) é um homem que chegou aos seus 50 anos e teve uma vida completamente fracassada. Não tem uma boa relação com o filho, não possui um emprego bom e é tão pobre que pode ser facilmente confundido com um morador de rua. Na contra-mão, Daniel LaRusso tornou-se bem sucedido, dono de uma loja de carros luxuosos, pai de um casal de filhos, marido da mulher perfeita e proprietário de uma casa invejável.
O fato da série ter trazido como principal foco a vida de Lawrence torna tudo mais interessante.

Apesar da série trabalhar diferentes contextos em situações engraçadas, dá pena ver como Johnny fracassou em sua vida. E como ele sente-se triste ao ver que um garoto com muito potencial tornou-se um "Zé ninguém".
O resgate do Cobra Kai foi justamente a solução encontrada por ele para fazer algo em sua vida. E mal sabia ele que um puro egoísmo, ou uma auto-defesa contra o fracasso, se tornaria um de seus maiores feitos.
Em uma era onde o bullying virtual é extremamente presente, Johnny apresenta aos jovens fragilizados uma maneira de se defenderem. É visível sua evolução como sensei e sua ligação com o garoto Miguel, que traz tentativas desesperadas de dar sentido para sua vida.
A evolução dos alunos que sofriam bullying para “valentões" também deu ao público o que esperava.
Cobra Kai consegue nos fazer torcer para o "inimigo" ou melhor… traz uma nova ótica onde podemos nos colocar no lugar de Lawrence e até compreender os motivos pelos quais ele agia de forma dura, e apesar de LaRusso soar babaca em diversos momentos, ele continua sendo nosso Daniel San, o garoto que sempre sofreu e sempre teve compaixão pelo próximo nas histórias de Karate Kid.

Mantendo a essência do primeiro "Karatê Kid", Cobra Kai consegue prender o público e deixar todos na ansiedade pela próxima temporada que está programada para 2021.

Vale a pena conferir essa produção que está disponível na Netflix!

Especial Nostalgia: Chespirito



Roberto Gómez Bolaños, popularmente conhecido pelo apelido carinhoso “Chespirito”, nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Ele foi cantor, ator, compositor, desenhista, dramaturgo, humorista, escritor, engenheiro, publicitário, diretor e roteirista mexicano.


Bolaños levava em seu sangue a arte da pintura, herança de seu pai e também o interesse pelo boxe. Todavia, nenhuma dessas atividades foi suficiente para seu sustento, apesar de destacar-se no esporte, sua baixa estatura o levou a abandonar a categoria. O senso de humor foi a âncora para Bolaños se reinventar e o transformou em um ícone da comédia mexicana, exportada para o mundo todo.
Criou inúmeros personagens, dentre esses, dois ganharam destaque: Chaves e Chapolin Colorado, ultrapassando fronteiras e divertindo várias gerações em meia centena de países.


Aos 22 anos, começou a escrever roteiros próprios para rádio, programas televisivos e filmes. Durante essa etapa criativa, o cineasta Agustín Porfirio Delgado começou a chamá-lo de “Pequeno Shakespeare”, por sua incrível capacidade de escrever e por sua baixa estatura, foneticamente “Chekspirito”, que deu lugar a “Chespirito” e assim, ficou até o fim de sua vida.
Durante um programa chamado “Simplesmente Chespirito”, onde tinha total autonomia, que seus dois personagens mais queridos fizeram sua estreia: Chaves e Chapolin Colorado.
Ambos ficaram tão populares entre as crianças e adultos que cada um passou a ter sua série semanal de meia hora.

Chaves era sobre um menino órfão, de 8 anos, que sempre se envolvia em alguma atrapalhada, junto ao seu grupo de amigos: Quico, Chiquinha, Seu Madruga, Dona Florinda, Professor Girafales, Dona Clotilde, Seu Barriga, etc. Era o garoto tolo, que dizia a verdade e sempre sonhava com comida.
O nome original "El Chavo del Ocho" (O Moleque do Oito) é referência à casa número oito, onde ele morava. Ele não morava no barril, apesar de sempre entrar dentro dele.


Já o Chapolin Colorado, ou seja, o gafanhoto vermelho, representava um super-herói atrapalhado, que enganava os malfeitores com muita sorte e, ao mesmo tempo, com honestidade. Sua arma preferida era uma versão histriônica do martelo de Thor, chamada de “marreta biônica” e, além disso, tomava pastilhas “de nanicolina” que eram responsáveis por reduzir o seu tamanho, justificando sua estatura. O programa sempre tinha início com as palavras: “Mais ágil que uma tartaruga, mais forte que um rato, mais inteligente que um asno. Ele é oooo.... Chapolin Colorado!”


A popularidade dos programas era tão grande que chegava a atingir 60% da audiência e, pouco tempo depois de sua primeira edição, já era transmitido em toda a América hispânica.
No Brasil a primeira aparição de Chaves foi nos anos 80. O programa era exibido todos os dias, durante a tarde no SBT. Tornou-se a série favorita de muitas crianças e manteve-se assim durante toda a sua exibição pela emissora.

Bolaños também criou vários outros personagens, como: Chómpiras, o Doutor Chapatín, Vicente Chambón e Chaparrón Bonaparte. Sua obsessão pelos nomes que começavam com Ch também tinha uma explicação, que revelou em uma entrevista: “Porque o ch é usado em muitas palavras que significam grosserias no México”, como Chespirito alegrava o público com seu humor inocente e nada malicioso, podemos compreendê-lo.

Chespirito participou de mais de 20 filmes e centenas de peças teatrais, tinha uma admiração enorme pelo futebol e fez turnê com seus personagens em estádios, os ingressos sempre se esgotavam rapidamente. Após vários anos de relacionamento, casou-se com a atriz Florinda Meza, que interpretava a Dona Florinda em Chaves.

Roberto Gómez Bolaños faleceu aos 85 anos, em Cancún, onde morava nos últimos anos de sua vida, devido à uma parada cardíaca. Ele sofria de diabetes e problemas respiratórios. Soube-se depois que também havia recebido um diagnóstico do Mal de Parkinson. Entretanto, até seus últimos dias de vida, esteve em contato com seus seguidores pela internet.

Recentemente o SBT e o Multishow deixaram de exibir o seriado Chaves por problemas com os direitos, entretanto, o legado de Chespirito permanece e suas obras ficarão para sempre em nossos corações.

E então, amigos, qual é a palavra cabalística?