A Activision anunciou que a Campanha de Call of Duty: Modern Warfare 4 já está disponível em acesso antecipado para quem adquirir digitalmente o jogo na pré-venda. Com 16 missões ambientadas em diferentes partes do mundo, a história coloca os jogadores no centro de uma nova invasão que ameaça a estabilidade global.
Entre os cenários da campanha estão a Península Coreana, Paris, Nova York e Mumbai. O lançamento oficial está marcado para 23 de outubro de 2026, mas os jogadores já podem acompanhar os acontecimentos que antecedem o novo conflito.
Campanha acompanha Park Hyun Jun e Capitão Price
Na história, os jogadores acompanham o soldado Park Hyun Jun e seu esquadrão durante a luta contra uma invasão em larga escala na Península Coreana. Paralelamente, John Price, agora operando fora da lei, inicia uma investigação para descobrir quem está por trás dos acontecimentos.
O acesso antecipado também permite que os jogadores se familiarizem com a narrativa antes da chegada de DMZ, cujo acesso antecipado começa em 20 de outubro.
Como jogar antecipadamente
O acesso à Campanha está disponível para quem realizar a pré-venda digital de Call of Duty: Modern Warfare 4 nas edições Padrão ou Cofre. A oferta contempla as seguintes plataformas:
Xbox Series X|S;
Xbox no PC;
PlayStation 5;
Battle.net;
Steam;
Nintendo Switch 2.
O período de acesso antecipado termina com o lançamento oficial do jogo, em 23 de outubro.
Confira as recompensas por concluir a Campanha
Além de acompanhar a história, os jogadores poderão desbloquear operadores, cartões de visita, emblemas, telas de carregamento e tokens de experiência. Os itens conquistados ficarão disponíveis no Multijogador e em DMZ após o lançamento completo.
Confira a lista de recompensas na ordem de desbloqueio:
Operador “Cho”;
Cartão de Visitas “No More Rules”;
Token de XP em Dobro;
Operador “Dallas”;
Tela de Carregamento “Ready Line”;
Operador “Luca”;
Emblema “Gone Dark”;
Operador “Oh-Ji”;
Token de XP em Dobro;
Operador “Kal”;
Token de XP de Arma em Dobro;
Operador “Dunn”;
Token de XP de Arma em Dobro;
Operador “West”;
Token de XP em Dobro;
Operador “Park”.
Relembre a história da franquia
Para quem deseja se preparar para os acontecimentos de Modern Warfare 4, a Activision disponibilizou um resumo da narrativa anterior. O material revisita momentos importantes, incluindo a invasão de Urzikstan, a formação da Força-Tarefa 141 e o confronto entre o Capitão Price e o General Shepherd.
Call of Duty: Modern Warfare 4 será lançado em 23 de outubro de 2026, com pré-venda disponível nas lojas participantes e nas plataformas digitais. Segundo a Activision, o preço sugerido começa em R$ 299,00 no PC e R$ 349,00 nos consoles. Mais informações estão disponíveis no site oficial de Call of Duty.
A SEGA e o RGG Studio divulgaram um novo trailer de história de STRANGER THAN HEAVEN, aguardado jogo de ação e aventura. Intitulado Act 1: Kokura Story Trailer, o vídeo apresenta os acontecimentos que marcam o início da jornada de Makoto Daito e mostra parte dos desafios que o protagonista enfrentará no Japão.
Trailer apresenta o passado de Makoto Daito
O vídeo revela como Daito, após sofrer perseguições intensas nos Estados Unidos, decide fugir para o Japão a bordo de um misterioso “navio fantasma” pertencente ao mercador Orpheus. Durante a viagem, ele conhece Yu Shinjo, que compartilha objetivos semelhantes e, posteriormente, se tornará seu melhor amigo.
Ao chegarem a Kokura, os dois se deparam com uma realidade difícil. O trailer também mostra encontros importantes na trajetória de Daito, as circunstâncias que o levam a se tornar um showman e sua determinação em construir algo próprio para sobreviver em território japonês.
A SEGA e o RGG Studio também confirmaram que novos vídeos serão lançados sequencialmente, explorando a jornada e a vida de Daito em diferentes cidades e períodos históricos apresentados no jogo.
STRANGER THAN HEAVEN já está em pré-venda
A pré-venda de STRANGER THAN HEAVEN já começou. Quem reservar uma cópia física, conforme a disponibilidade, ou digital do jogo receberá a Dosu: Kagekiri, uma arma exclusiva como bônus.
O jogo brasileiro Asleep: Ato 1 ficará gratuito no Steam por 72 horas, em uma iniciativa que celebra a regulamentação do Marco Legal dos Games no Brasil. Desenvolvido pela Black Hole Games e publicado pela CriticalLeap, o título poderá ser resgatado sem custos entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro de 2026.
A promoção busca valorizar a produção nacional de jogos e oferecer aos jogadores a oportunidade de conhecer uma aventura de terror psicológico ambientada no Nordeste brasileiro durante os anos 1990.
A oferta começa na sexta-feira, 30 de outubro, às 14h (horário de Brasília), e termina na segunda-feira, 2 de novembro, às 15h. Quem resgatar o jogo durante o período promocional poderá mantê-lo permanentemente em sua biblioteca do Steam.
Promoção celebra o Marco Legal dos Games
A iniciativa acompanha a regulamentação do Marco Legal dos Games, formalizada por decreto assinado em 14 de outubro. A medida regulamenta a Lei nº 14.852/2024 e prevê a criação do Game Brasil, plataforma pública e gratuita destinada a catalogar, divulgar e promover jogos brasileiros.
Para Décio Oliveira, idealizador de Asleep, o momento representa uma oportunidade de valorizar projetos que destacam a identidade cultural do país.
Segundo o desenvolvedor, a regulamentação cria mecanismos de reconhecimento e promoção da produção nacional. Ele também destaca a importância de o jogo contribuir para esse cenário por meio de seus ambientes e elementos característicos da cultura brasileira.
Conheça o terror psicológico de Asleep: Ato 1
Em Asleep: Ato 1, os jogadores acompanham Ana Lúcia, uma menina presa em seus próprios pesadelos. Com gráficos em pixel art e uma atmosfera sombria, a aventura combina exploração, resolução de enigmas e encontros com criaturas misteriosas.
A protagonista precisa encontrar itens, investigar os ambientes e desvendar os mistérios de seu mundo enquanto tenta preservar a própria sanidade.
A iluminação desempenha um papel fundamental na jogabilidade. Além de revelar caminhos e objetos, a luz influencia o comportamento das criaturas. Permanecer por muito tempo no escuro reduz a sanidade de Ana Lúcia, tornando a exploração e as escolhas do jogador ainda mais importantes.
O título mistura mecânicas de point and click, plataforma e puzzles. Outro recurso é o caderno de desenhos da protagonista, que reúne pistas para ajudar a compreender os acontecimentos da história.
A identidade brasileira também está presente na ambientação nordestina dos anos 1990 e na localização completa para o português do Brasil, incluindo dublagem, textos e legendas.
Segundo ato também está disponível
Lançado originalmente em 9 de maio de 2024, Asleep: Ato 1 conta com avaliações Muito Positivas no Steam, com 92% de avaliações positivas segundo os dados divulgados pela desenvolvedora. O segundo ato da história também está disponível como DLC.
Quem quiser conhecer o jogo poderá aproveitar a promoção no fim de outubro e explorar a jornada de Ana Lúcia sem precisar pagar pelo primeiro ato durante o período anunciado.
Asleep: Ato 1 ficará gratuito no Steam de 30 de outubro, às 14h, até 2 de novembro de 2026, às 15h, no horário de Brasília.
Eu já esperava encontrar um survival com crafting, construção, exploração e combate, mas o que realmente me chamou atenção foi perceber como o jogo consegue pegar a fórmula que já conhecemos de outros survivals e colocar por cima a identidade de RuneScape.
E isso muda bastante a experiência.
É aquele tipo de jogo em que você começa praticamente sem nada, coleta alguns recursos, constrói um abrigo improvisado e, algumas horas depois, está explorando regiões perigosas, criando equipamentos melhores, desbloqueando habilidades e se preparando para enfrentar dragões.
Ficha Técnica:
Desenvolvimento: Jagex Ltd
Distribuição: Jagex Ltd, H2 Interactive Co.
Jogadores: até 4 Jogador
Gênero: RPG, Mundo abert
o, Aventura, Ação
Idioma: Português, Inglês. Francês
Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X e Series S
Gráficos e estilo
Uma das primeiras coisas que gostei foi o visual. Dragonwilds tem uma estética estilizada muito bonita, não tenta ser extremamente realista e isso combina muito bem com o universo de RuneScape, e para ser sincera, eu amo esses gráficos mais lowpoly, mais fofinhos por assim dizer.
Os ambientes têm bastante personalidade, principalmente quando você começa a explorar regiões diferentes. Florestas, montanhas, ruínas, cavernas e áreas dominadas por criaturas criam aquela sensação de estar realmente entrando em uma região desconhecida.
E eu gosto bastante desse tipo de direção artística porque o jogo consegue ser bonito sem precisar exagerar nos detalhes.
Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação
Exploração
Explorar é uma das partes mais divertidas, você começa conhecendo uma pequena parte do mapa e, conforme melhora seus equipamentos e habilidades, consegue ir cada vez mais longe.
E sempre existe aquela curiosidade: “O que será que tem ali?” E quando percebe está fugindo de 4 ratos que querem te matar.
Apesar disso, é o tipo de jogo que recompensa muito o jogador que gosta de sair do caminho principal, você encontra recursos, criaturas, estruturas, cavernas, áreas escondidas e lugares que claramente foram feitos para despertar sua curiosidade, e quando você percebe, já está muito longe da sua base procurando algum recurso específico.
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Construção, deixem comigo
Agora vamos falar de uma das minhas partes favoritas. Eu sou praticamente o Bob, o Construtor.
Em qualquer survival que tenha construção, se deixarem, eu assumo a responsabilidade de montar o acampamento, e em Dragonwilds isso foi uma DELÍCIA.
O sistema de construção é muito bom e, principalmente, bem diversificado, você tem várias opções de paredes, estruturas e, finalmente tetos que fazem sentido! Sim, senhoras e senhores construtores de plantão, tetos bons.
Parece uma coisa básica, mas quem já jogou survival sabe o sofrimento que é tentar construir uma casa bonita e descobrir que o sistema de telhado parece ter sido criado por alguém que nunca viu uma casa.
Aqui as peças se encaixam muito bem e você consegue realmente criar estruturas que parecem construções de verdade, dá para montar uma casinha simples, uma fortaleza, um acampamento enorme ou simplesmente perder horas tentando deixar tudo bonito.
E eu definitivamente perdi horas, é um deleite construir uma fortaleza aqui.
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Survival e coleta
A estrutura de survival é bastante familiar, você coleta madeira, pedra, minérios e outros recursos, cria ferramentas, constrói estruturas e melhora seus equipamentos, mas Dragonwilds tenta fugir um pouco daquela sensação de “vou passar meia hora cortando árvore”.
A magia entra justamente para facilitar algumas dessas atividades, já que conforme você evolui suas habilidades, desbloqueia Skill Spells que podem transformar tarefas tradicionais em algo muito mais rápido e divertido, como um machado de magia para cortar árvores. E isso combina perfeitamente com a identidade de RuneScape.
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Você fica melhor fazendo aquilo que gosta
Essa foi uma das coisas que mais gostei no jogo, a forma como você evolui não parece simplesmente um personagem ganhando XP genérico e distribuindo pontos em uma árvore.
Você melhora fazendo.
Corre bastante? Você evolui sua habilidade de corrida. Usa muito o machado? Você melhora o uso do machado. Passa bastante tempo fazendo determinada atividade? Você fica melhor naquela atividade e começa a desbloquear novas habilidades relacionadas a ela.
E eu gostei MUITO disso, porque dá uma sensação muito maior de evolução natural, não é simplesmente um “ganhei experiência porque matei um inimigo.” É mais “eu passei tanto tempo fazendo isso que realmente fiquei melhor nisso.”
Isso também deixa cada jogador um pouco diferente, se alguém do grupo gosta de uma determinada atividade, pode se especializar nela, enquanto outra pessoa segue um caminho diferente e, ao mesmo tempo, ninguém fica completamente preso a uma função.
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Cada inimigo pede uma abordagem
O combate também me agradou bastante, principalmente porque os inimigos não são simplesmente “sacos de pancada com mais vida”. Cada inimigo acaba tendo determinadas armas ou tipos de ataque que causam mais dano, e isso faz com que você tenha que prestar atenção no que está enfrentando.
Isso deixa os combates mais dinâmicos, você não fica simplesmente usando sempre a mesma arma contra tudo, dependendo do inimigo, pode ser melhor trocar seu equipamento ou mudar sua abordagem.
E como o jogo é bastante focado em magia, isso também ajuda a criar uma diversidade muito legal dentro do grupo.
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Cada jogador pode seguir seu próprio caminho
Essa liberdade de especialização funciona especialmente bem no coop, um jogador pode se especializar mais em determinada arma ou habilidade, enquanto outro segue por um caminho completamente diferente.
Isso cria uma sensação muito boa de que cada pessoa realmente tem uma função dentro do grupo, sem necessariamente transformar o jogo em um sistema rígido de classes, você pode escolher como quer lutar e como quer desenvolver seu personagem, e isso deixa o grupo mais diversificado e equilibrado.
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Construir, evoluir e explorar
E é aqui que acho que Dragonwilds encontra seu melhor ritmo, você explora para encontrar recursos.
Usa esses recursos para construir, construindo, consegue melhorar sua estrutura e equipamentos, com equipamentos melhores, consegue explorar áreas mais perigosas.
E essas áreas dão acesso a recursos ainda melhores, enquanto isso, suas próprias habilidades continuam evoluindo conforme você joga, é um ciclo extremamente satisfatório. E quando você adiciona a construção no meio disso, fica ainda mais fácil perder horas no jogo.
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Dragões
E obviamente não dá para falar de Dragonwilds sem falar dos dragões, eles funcionam muito bem como grandes objetivos de progressão. Você começa enfrentando criaturas menores e, conforme vai ficando mais forte, começa a se preparar para desafios muito maiores, existe uma sensação muito boa de progressão quando você percebe que aquele inimigo que parecia impossível algumas horas atrás agora é algo que você consegue enfrentar.
E é exatamente esse tipo de evolução que eu procuro em um survival, já que constantemente você é ameaçado pelos dragões, eles ficam rondando o acampamento, enquanto nos preparamos para enfrentá-los.
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A identidade de RuneScape
Talvez esse seja o maior mérito de Dragonwilds. Ele poderia facilmente ser apenas mais um survival de fantasia medieval, mas não é.
A presença das skills, magia, criaturas, equipamentos, referências e toda a identidade visual fazem ele realmente parecer RuneScape transformado em um survival RPG, e isso é importante porque o gênero já está cheio de jogos excelentes.
Para conseguir se destacar, precisa ter personalidade, e Dragonwilds tem.
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Conclusão
RuneScape: Dragonwilds conseguiu fazer uma coisa que eu valorizo muito em um survival: me dar vontade de continuar jogando.
A construção é excelente, a progressão das skills é muito satisfatória, o combate consegue ser mais estratégico do que parece e a possibilidade de cada jogador desenvolver seu personagem de maneira diferente funciona muito bem no coop.
A progressão também me conquistou porque faz o personagem parecer realmente competente naquilo que faz. Você corre e fica melhor correndo. Usa uma arma constantemente e fica melhor com ela. É simples, mas cria uma sensação de evolução muito mais natural.
No final, Dragonwilds consegue pegar a fórmula de survival que já conhecemos e colocar nela uma camada muito forte de RuneScape, magia, skills e progressão, criando algo que funciona muito bem principalmente com amigos.
Cópia de PC cedida pelos produtores
Revisão: Gabriel Galdino
Nota Final: 9/10
Prós:
✔️ Construção excelente e muito diversificada
✔️ Sistema de magia muito bem integrado
✔️ Progressão natural baseada no que você realmente faz
✔️ Diferentes possibilidades de builds
✔️ Boa sensação de progressão
Contras:
❌ Algumas atividades podem ficar repetitivas
❌ Algumas áreas podem parecer um pouco vazias
❌ A experiência pode ser significativamente mais divertida em coop do que sozinho