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Review – Keep Driving (PC): Não é sobre a chegada, é sobre o caminho


Keep Driving é um jogo com uma premissa bastante interessante: pegue seu carro, faça sua jornada e curta o caminho em um RPG bastante diferente.

Ficha técnica:

Desenvolvimento: YCJY Games

Distribuição: YCJY Games e Kepler Ghost

Jogadores: 1 (local)

Gênero: RPG, Aventura, Simulação

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch

 Idioma: português+

Um RPG diferente de tudo o que você conhece



Keep Driving é um jogo difícil de catalogar à primeira vista, mas podemos dizer que ele é um RPG com uma pegada bem diferente. Embora a temática seja totalmente diferente da dos RPGs comuns, todas as características de um estão no jogo: sistema de níveis, status de habilidades, missões principais e secundárias, organização de itens e por aí vai.

O grande problema do jogo, principalmente nos primeiros instantes, é que ele não é nada intuitivo e é muito burocrático. Isso se dá mais pela forma como o jogo se apresenta ao jogador do que por um demérito da jogabilidade em si, já que, a partir do momento em que se começa a entender o jogo, é muito fácil ser sugado para aquele mundo que ele quer apresentar.

A viagem exige que o jogador administre seus recursos, cuide do carro, escolha os caminhos e lide com os imprevistos que aparecem na estrada. Além disso, podemos dar carona a diferentes personagens, cada um com sua própria história, e realizar trabalhos para conseguir dinheiro e continuar a jornada.

Uma pixel art cheia de charme



Aqui é onde o jogo mostra o seu charme. Focando em uma pixel art muito bonita, Keep Driving consegue passar de forma muito certeira o clima de pegar a estrada por trás do conceito do jogo.

Além disso, temos diversos cenários, personagens diferentes e opções de customização que usam muito bem a direção de arte do jogo, que é simples, mas bem charmosa.

A ambientação também combina com a proposta nostálgica da aventura, que remete ao começo dos anos 2000. Tudo isso ajuda a construir a sensação de uma viagem de carro em que o destino importa menos do que as experiências vividas pelo caminho.

Uma história feita de encontros e desencontros



A história de Keep Driving se passa no início dos anos 2000, quando o protagonista acaba de comprar seu primeiro carro. Ao saber de um festival do outro lado do país, ele decide pegar a estrada e descobrir como será essa jornada. O caminho, porém, depende das escolhas do jogador, dos passageiros que encontra, dos trabalhos que aceita e dos imprevistos que precisa enfrentar.

A história de Keep Driving é fragmentada, cheia de vai e vem e desorganizada, e isso é um dos charmes do jogo, que tem como mote a própria vida, que, por si só, é cheia de percalços e confusões, idas e voltas. O jogo acerta muito ao apostar nesse tipo de narrativa.

Ainda é interessante acompanhar a história de cada personagem a quem damos carona, assim como as missões secundárias que aparecem no decorrer do jogo. São esses encontros que ajudam a dar personalidade à viagem e fazem com que cada jornada tenha suas próprias lembranças.

Uma boa trilha para pegar a estrada



Aqui vemos outra característica ótima de Keep Driving, pois, afinal de contas, é muito melhor dirigir ouvindo uma boa música. É isso que o jogo faz quando disponibiliza, por meio de itens, CDs de bandas independentes reais para tocar enquanto estamos na estrada. Além de dar visibilidade a bandas independentes, essa mecânica combina muito bem com a proposta do jogo.

Caso seja da vontade do jogador ouvir suas músicas favoritas, também é possível fazer isso no PC, já que o jogo conta com suporte a modificações. A possibilidade de personalizar ainda mais a experiência ajuda a reforçar a sensação de que estamos fazendo uma viagem do nosso próprio jeito.

Não é sobre a chegada, é sobre o caminho


Ainda que pouco intuitivo, Keep Driving tem mais do que carisma: tem alma. Mas, como em uma boa estrada, o jogo deve ser aproveitado com calma para que o jogador consiga curtir o máximo possível da experiência.

A mistura de RPG com gerenciamento de recursos, encontros inesperados e uma bela direção de arte faz com que a viagem seja muito mais interessante do que a chegada ao destino. Keep Driving é uma aventura sobre aproveitar o caminho, aceitar os imprevistos e descobrir que, às vezes, as melhores histórias acontecem quando não sabemos exatamente para onde estamos indo.

Nota Final: 8,5/10

✅ Pontos Positivos

Premissa criativa e diferente

Pixel art bonita e cheia de charme

Boa direção de arte e ambientação nostálgica

Histórias interessantes dos passageiros

Narrativa fragmentada que combina com a proposta

CDs de bandas independentes reais

Boa variedade de escolhas e acontecimentos durante a viagem

Suporte a modificações no PC

❌ Pontos Negativos

Jogabilidade simples e pouco variada

Gráficos tecnicamente humildes

Trilha sonora pouco marcante

Ausência de legendas em português brasileiro

 

Review – Time To Wake Up (PC): Freud Explica


Time To Wake Up, um game de jogabilidade simples e gráficos humildes, consegue se destacar por sua história interessante e pelo mergulho na psique de seu personagem principal, fazendo com que o jogador embarque em uma viagem intensa de pouco mais de três horas.

Ficha técnica:

Desenvolvimento: Eye Blink Twice

Distribuição: Eye Blink Twice

Jogadores: 1 (local)

Gênero: Ação, Aventura, Plataforma 3D 

Plataformas: PC

 Idioma: Ingles+

Uma jogabilidade simples, mas funcional


A jogabilidade de Time To Wake Up é bem simples. Temos um jogo em primeira pessoa no qual o objetivo é ir do ponto A ao B, podendo se movimentar, pular e trocar o layout das fases para resolver puzzles.

Embora simples, a jogabilidade funciona muito bem, principalmente porque ela está ali tão somente para contar uma história e, nesse sentido, menos é mais.

As mecânicas não precisam ser complexas para cumprir seu papel. A possibilidade de alterar o ambiente é o principal recurso para resolver os puzzles e avançar pelos cenários surreais que compõem essa jornada.

Gráficos humildes, mas criativos


Também simples, os gráficos têm pouco refinamento e detalhes, mas compensam isso com criatividade e construção de mundo, principalmente considerando o que o jogo oferece como narrativa.

Assim como a jogabilidade, os cenários em que estamos e as formas de resolver os puzzles estão ali a fim de contar uma história, e isso funciona muito bem.

A proposta visual acompanha a jornada psicológica do protagonista e ajuda a criar ambientes que fogem da realidade, contribuindo para a experiência narrativa sem precisar de um grande refinamento técnico.

Um mergulho nas memórias do protagonista



Em Time To Wake Up, acompanhamos Alan Malone, que se vê preso em um sonho e precisa percorrer um mundo surreal inspirado em suas memórias escolares. Com a ajuda de uma voz misteriosa, ele parte em uma jornada para descobrir o que aconteceu no passado e escapar das sombras que ainda o acompanham. Para isso, precisa explorar ambientes distorcidos, resolver puzzles e encontrar uma saída desse labirinto de memórias.

A história de Time To Wake Up é rápida, mas bastante intensa, servindo como uma grande sessão de terapia enquanto conhecemos o personagem.

A intensidade da história e a forma como o personagem é construído prendem o jogador muito rápido, compensando a curta duração do jogo. Um ponto negativo é a falta de legendas em português, que deixa a experiência menos satisfatória.

Uma trilha sonora discreta



A trilha sonora do jogo é um pouco insípida. Na verdade, não há muito destaque para ela, que acaba ficando em segundo plano durante a experiência.

Curto, mas intenso

Curto, mas intenso, Time To Wake Up é um ótimo jogo para quem curte narrativas e te deixa preso no divã.

Mesmo com uma jogabilidade simples, gráficos humildes e uma trilha sonora que não se destaca, o game consegue encontrar sua força na história e na construção de seu personagem principal. É uma experiência breve, mas que consegue prender a atenção do jogador e mostrar que, às vezes, menos é mais.

Nota Final: 7/10

✅ Pontos Positivos

História intensa e envolvente

Boa construção do personagem principal

Mergulho interessante na psique humana

Puzzles criativos que contribuem para a narrativa

Boa construção de mundo

Experiência curta, mas marcante

❌ Pontos Negativos

Jogabilidade simples e pouco variada

Gráficos tecnicamente humildes

Trilha sonora pouco marcante

Ausência de legendas em português brasileiro

 

Review Hell Let Loose: Vietnam (PC) — Uma experiência de guerra imersiva.

 A franquia Hell Let Loose sempre apostou em uma proposta diferente dos shooters tradicionais: menos correria, mais estratégia, comunicação e realismo.

Expression Games/Divulgação

Em Hell Let Loose: Vietnam, essa fórmula chega a um novo cenário e ganha uma série de mecânicas que combinam muito bem com a Guerra do Vietnã.

Depois de completar os tutoriais e jogar algumas partidas, uma coisa chamou bastante atenção: o jogo consegue ser familiar para quem já conhece a franquia, mas traz novidades suficientes para fazer parecer realmente diferente.

Ambientação

A densa vegetação, os rios, vilarejos e áreas abertas fazem com que cada partida tenha uma dinâmica própria. É muito diferente de simplesmente trocar o cenário da Segunda Guerra Mundial por uma floresta.

A visibilidade limitada cria uma tensão constante. Você pode estar avançando com seu esquadrão e, segundos depois, começar a receber tiros de uma posição que sequer conseguiu identificar, mesmo quando a partida parece parada.

Esse é justamente um dos pontos mais interessantes do jogo: o ambiente também funciona como arma, ainda mais se você é novo no game, você vive com a sensação de estar na mira de alguém.

Jogabilidade: lenta, agressiva e muito mais estratégica

Rushar sem pensar pode significar morrer em poucos segundos. O jogo mantém a proposta tática da franquia, com combates em larga escala, nas quais comunicação e trabalho em equipe continuam sendo fundamentais. Se seu squad não se comunica e alinha estratégias, se prepare para sofrer

As armas também ajudam bastante nessa sensação. Os confrontos são mais letais e cada disparo parece ter um peso maior do que em shooters arcade.

Durante minhas partidas, porém, o que mais me chamou atenção foi a movimentação. O personagem responde de maneira fluida aos comandos, e as novas possibilidades de movimentação combinam muito bem com o cenário.

É possível nadar, escalar e rastejar mais rapidamente, além de carregar companheiros feridos para fora de áreas perigosas antes de tentar reanimá-los.

E aqui está uma das maiores novidades em relação ao Hell Let Loose original.

Os helicópteros são uma das principais novidades e podem ser utilizados para transporte, suporte aéreo e lançamento de suprimentos. Do outro lado, as forças norte-vietnamitas contam com redes de túneis que permitem criar novas possibilidades de deslocamento e ataques surpresa.

Os rios também ganharam importância com a presença de barcos de patrulha.

Esses elementos não estão ali apenas para deixar o jogo mais bonito. Eles alteram a maneira como as equipes precisam pensar seus ataques e defesas, principalmente se você está jogando com os americanos.

Expression Games/Divulgação

Visualmente, Hell Let Loose: Vietnam impressiona principalmente pela construção dos ambientes.

A vegetação densa e os diferentes tipos de terreno fazem os mapas parecerem vivos, e não apenas grandes arenas para multiplayer.

O mais interessante, porém, é que os gráficos têm uma função na jogabilidade. A vegetação influencia diretamente na visibilidade e na maneira como os jogadores podem se aproximar dos objetivos. Se estamos em uma área com a vegetação alta, temos que oberservar a movimentação para identificar inimigos.

Nas minhas partidas, também não encontrei bugs que atrapalhassem a experiência, e a movimentação se mostrou bastante fluida.

Isso merece ser destacado porque, considerando a quantidade de elementos acontecendo simultaneamente, ter uma experiência estável faz bastante diferença.

Conclusão

Se você procura um FPS mais realista e gosta de jogos em que pensar antes de atirar é tão importante quanto sua mira, Hell Let Loose: Vietnam é uma excelente opção.

O jogo não tenta competir diretamente com os shooters arcade. Ele segue seu próprio caminho e transforma a Guerra do Vietnã em um campo de batalha onde informação, posicionamento e comunicação podem decidir uma partida.

Hell Let Loose: Vietnam não é simplesmente o Hell Let Loose original com outro cenário. As mudanças na movimentação, helicópteros, túneis e combate nos rios fazem com que o conflito tenha uma identidade própria.



Cópia de PC cedida pelos produtores

Nota final: 9/10

Prós:

✔️A ambientação consegue transmitir muito bem a sensação de estar em uma guerra.
✔️Novos veículos
✔️Sennsação de combate mais pesada e letal.
✔️A selva, rios e diferentes tipos de terreno criam situações variadas.
✔️Novas opções de deslocamento combinam perfeitamente com os mapas.
✔️Túneis do NVA, que mudam completamente a dinâmica de ataque e defesa.

Contras:

❌Curva de aprendizado: quem está acostumado com Call of Duty ou Battlefield pode levar bastante tempo para se adaptar (podendo ser frustante até os tutoriais).
❌Dependência do trabalho em equipe: uma equipe desorganizada pode transformar a partida em uma experiência frustrante.
❌Visibilidade: a vegetação pode ser tão eficiente para esconder jogadores que algumas mortes parecem acontecer do nada.


Obscurium é novo roguelike brasileiro inspirado no folclore nacional e chega em 2027

O folclore brasileiro é a principal inspiração de Obscurium, novo jogo independente da Wild Pepper Games anunciado para PC em 2027. O título mistura elementos de roguelike e construção de baralhos em uma aventura de terror na qual os jogadores precisam enfrentar criaturas lendárias para conquistar uma segunda chance de viver.

O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos no Steam, e seu primeiro teaser apresenta um pouco da atmosfera sombria da experiência.

Em Obscurium, a morte é apenas o começo


Em Obscurium, o jogador morre, mas sua alma não segue adiante. Em vez disso, acaba em uma versão desconhecida e hostil do Brasil, chamada Obscurium. Para conquistar uma segunda chance, será necessário cumprir um pacto e caçar criaturas folclóricas que escaparam para o mundo dos vivos.

A aventura é apresentada em primeira pessoa e conta com combates de cartas por turnos. Durante cada partida, o jogador percorre um mapa, escolhe os caminhos que deseja seguir, constrói seu baralho e enfrenta inimigos cada vez mais perigosos.

Como em outros jogos do gênero roguelike, a derrota obriga o jogador a recomeçar. Entretanto, nem tudo é perdido: o grimório preserva o conhecimento acumulado, incluindo as criaturas derrotadas e aquelas que conseguiram matar o caçador. Assim, cada tentativa oferece novas informações para enfrentar os desafios seguintes.

Capelobo, Pisadeira e Caboclo d'Água são alguns dos inimigos


Um dos principais destaques de Obscurium é a presença de figuras do folclore brasileiro. Entre os adversários confirmados estão o Capelobo, a Pisadeira e o Caboclo d'Água, cada um com comportamentos, fraquezas e formas próprias de combate inspiradas nas lendas tradicionais.

O sistema de batalhas exige planejamento. Os jogadores posicionam cartas em uma mesa dividida em quatro colunas, enquanto as criaturas respondem com suas próprias jogadas. Cada invocação precisa ser paga com uma carta que já esteja na mesa, fazendo com que uma ação ofensiva também possa abrir espaço para novos perigos.

O objetivo é acertar a criatura até ativar as dez Runas de Selamento, que aprisionam sua alma no grimório. Por outro lado, receber ataques demais faz com que a vela do jogador se apague, encerrando a tentativa.

Visual inspirado em xilogravuras e literatura de cordel

A identidade visual do jogo busca inspiração na xilogravura tradicional e nos cordéis do Nordeste brasileiro. A proposta é transformar histórias conhecidas do imaginário popular em encontros assustadores, ambientados em um Brasil mais sombrio e hostil.

O mapa também tem papel importante na progressão: os jogadores poderão escolher entre diferentes regiões, cada uma com suas próprias lendas e ameaças. As decisões tomadas durante a exploração alteram o percurso, contribuindo para que as partidas tenham experiências distintas.

Com a combinação de folclore nacional, terror e estratégia baseada em cartas, Obscurium busca apresentar uma perspectiva sombria de histórias que fazem parte da cultura brasileira.

Ficha técnica

  • Jogo: Obscurium

  • Desenvolvedora: Wild Pepper Games

  • Gênero: Roguelike, estratégia e construção de baralho

  • Plataforma: PC (Steam)

  • Lançamento: 2027

  • Idiomas: Português do Brasil e inglês



Obscurium está previsto para chegar ao PC em 2027. Para acompanhar novidades, acesse a página do jogo no Steam ou siga a Wild Pepper Games no Instagram e o perfil oficial do título no X. 

Call of Duty: Modern Warfare 4 libera acesso antecipado à Campanha antes do lançamento


A Activision anunciou que a Campanha de Call of Duty: Modern Warfare 4 já está disponível em acesso antecipado para quem adquirir digitalmente o jogo na pré-venda. Com 16 missões ambientadas em diferentes partes do mundo, a história coloca os jogadores no centro de uma nova invasão que ameaça a estabilidade global.

Entre os cenários da campanha estão a Península Coreana, Paris, Nova York e Mumbai. O lançamento oficial está marcado para 23 de outubro de 2026, mas os jogadores já podem acompanhar os acontecimentos que antecedem o novo conflito.

Campanha acompanha Park Hyun Jun e Capitão Price


Na história, os jogadores acompanham o soldado Park Hyun Jun e seu esquadrão durante a luta contra uma invasão em larga escala na Península Coreana. Paralelamente, John Price, agora operando fora da lei, inicia uma investigação para descobrir quem está por trás dos acontecimentos.

O acesso antecipado também permite que os jogadores se familiarizem com a narrativa antes da chegada de DMZ, cujo acesso antecipado começa em 20 de outubro.

Como jogar antecipadamente

O acesso à Campanha está disponível para quem realizar a pré-venda digital de Call of Duty: Modern Warfare 4 nas edições Padrão ou Cofre. A oferta contempla as seguintes plataformas:

  • Xbox Series X|S;

  • Xbox no PC;

  • PlayStation 5;

  • Battle.net;

  • Steam;

  • Nintendo Switch 2.

O período de acesso antecipado termina com o lançamento oficial do jogo, em 23 de outubro.

Confira as recompensas por concluir a Campanha

Além de acompanhar a história, os jogadores poderão desbloquear operadores, cartões de visita, emblemas, telas de carregamento e tokens de experiência. Os itens conquistados ficarão disponíveis no Multijogador e em DMZ após o lançamento completo.

Confira a lista de recompensas na ordem de desbloqueio:

  1. Operador “Cho”;

  2. Cartão de Visitas “No More Rules”;

  3. Token de XP em Dobro;

  4. Operador “Dallas”;

  5. Tela de Carregamento “Ready Line”;

  6. Operador “Luca”;

  7. Emblema “Gone Dark”;

  8. Operador “Oh-Ji”;

  9. Token de XP em Dobro;

  10. Operador “Kal”;

  11. Token de XP de Arma em Dobro;

  12. Operador “Dunn”;

  13. Token de XP de Arma em Dobro;

  14. Operador “West”;

  15. Token de XP em Dobro;

  16. Operador “Park”.

Relembre a história da franquia


Para quem deseja se preparar para os acontecimentos de Modern Warfare 4, a Activision disponibilizou um resumo da narrativa anterior. O material revisita momentos importantes, incluindo a invasão de Urzikstan, a formação da Força-Tarefa 141 e o confronto entre o Capitão Price e o General Shepherd.

Call of Duty: Modern Warfare 4 será lançado em 23 de outubro de 2026, com pré-venda disponível nas lojas participantes e nas plataformas digitais. Segundo a Activision, o preço sugerido começa em R$ 299,00 no PC e R$ 349,00 nos consoles. Mais informações estão disponíveis no site oficial de Call of Duty.

STRANGER THAN HEAVEN ganha trailer de história focado em Kokura


A SEGA e o RGG Studio divulgaram um novo trailer de história de STRANGER THAN HEAVEN, aguardado jogo de ação e aventura. Intitulado Act 1: Kokura Story Trailer, o vídeo apresenta os acontecimentos que marcam o início da jornada de Makoto Daito e mostra parte dos desafios que o protagonista enfrentará no Japão.

Trailer apresenta o passado de Makoto Daito


O vídeo revela como Daito, após sofrer perseguições intensas nos Estados Unidos, decide fugir para o Japão a bordo de um misterioso “navio fantasma” pertencente ao mercador Orpheus. Durante a viagem, ele conhece Yu Shinjo, que compartilha objetivos semelhantes e, posteriormente, se tornará seu melhor amigo.

Ao chegarem a Kokura, os dois se deparam com uma realidade difícil. O trailer também mostra encontros importantes na trajetória de Daito, as circunstâncias que o levam a se tornar um showman e sua determinação em construir algo próprio para sobreviver em território japonês.

A SEGA e o RGG Studio também confirmaram que novos vídeos serão lançados sequencialmente, explorando a jornada e a vida de Daito em diferentes cidades e períodos históricos apresentados no jogo.

STRANGER THAN HEAVEN já está em pré-venda


A pré-venda de STRANGER THAN HEAVEN já começou. Quem reservar uma cópia física, conforme a disponibilidade, ou digital do jogo receberá a Dosu: Kagekiri, uma arma exclusiva como bônus.

Mais informações podem ser encontradas nas redes sociais oficiais do jogo e no site oficial da SEGA.

Asleep: Ato 1 ficará gratuito no Steam por 72 horas em celebração à indústria brasileira de games

O jogo brasileiro Asleep: Ato 1 ficará gratuito no Steam por 72 horas, em uma iniciativa que celebra a regulamentação do Marco Legal dos Games no Brasil. Desenvolvido pela Black Hole Games e publicado pela CriticalLeap, o título poderá ser resgatado sem custos entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro de 2026.

A promoção busca valorizar a produção nacional de jogos e oferecer aos jogadores a oportunidade de conhecer uma aventura de terror psicológico ambientada no Nordeste brasileiro durante os anos 1990.

A oferta começa na sexta-feira, 30 de outubro, às 14h (horário de Brasília), e termina na segunda-feira, 2 de novembro, às 15h. Quem resgatar o jogo durante o período promocional poderá mantê-lo permanentemente em sua biblioteca do Steam.

Promoção celebra o Marco Legal dos Games


A iniciativa acompanha a regulamentação do Marco Legal dos Games, formalizada por decreto assinado em 14 de outubro. A medida regulamenta a Lei nº 14.852/2024 e prevê a criação do Game Brasil, plataforma pública e gratuita destinada a catalogar, divulgar e promover jogos brasileiros.

Para Décio Oliveira, idealizador de Asleep, o momento representa uma oportunidade de valorizar projetos que destacam a identidade cultural do país.

Segundo o desenvolvedor, a regulamentação cria mecanismos de reconhecimento e promoção da produção nacional. Ele também destaca a importância de o jogo contribuir para esse cenário por meio de seus ambientes e elementos característicos da cultura brasileira.

Conheça o terror psicológico de Asleep: Ato 1

Em Asleep: Ato 1, os jogadores acompanham Ana Lúcia, uma menina presa em seus próprios pesadelos. Com gráficos em pixel art e uma atmosfera sombria, a aventura combina exploração, resolução de enigmas e encontros com criaturas misteriosas.

A protagonista precisa encontrar itens, investigar os ambientes e desvendar os mistérios de seu mundo enquanto tenta preservar a própria sanidade.

A iluminação desempenha um papel fundamental na jogabilidade. Além de revelar caminhos e objetos, a luz influencia o comportamento das criaturas. Permanecer por muito tempo no escuro reduz a sanidade de Ana Lúcia, tornando a exploração e as escolhas do jogador ainda mais importantes.

O título mistura mecânicas de point and click, plataforma e puzzles. Outro recurso é o caderno de desenhos da protagonista, que reúne pistas para ajudar a compreender os acontecimentos da história.

A identidade brasileira também está presente na ambientação nordestina dos anos 1990 e na localização completa para o português do Brasil, incluindo dublagem, textos e legendas.

Segundo ato também está disponível


Lançado originalmente em 9 de maio de 2024, Asleep: Ato 1 conta com avaliações Muito Positivas no Steam, com 92% de avaliações positivas segundo os dados divulgados pela desenvolvedora. O segundo ato da história também está disponível como DLC.

Quem quiser conhecer o jogo poderá aproveitar a promoção no fim de outubro e explorar a jornada de Ana Lúcia sem precisar pagar pelo primeiro ato durante o período anunciado.

Asleep: Ato 1 ficará gratuito no Steam de 30 de outubro, às 14h, até 2 de novembro de 2026, às 15h, no horário de Brasília.

Acesse a página oficial de Asleep: Ato 1 no Steam para acompanhar o jogo.

RuneScape: Dragonwilds — um survival com alma de RuneScape clássico (PC)

 

Eu já esperava encontrar um survival com crafting, construção, exploração e combate, mas o que realmente me chamou atenção foi perceber como o jogo consegue pegar a fórmula que já conhecemos de outros survivals e colocar por cima a identidade de RuneScape.

E isso muda bastante a experiência.

É aquele tipo de jogo em que você começa praticamente sem nada, coleta alguns recursos, constrói um abrigo improvisado e, algumas horas depois, está explorando regiões perigosas, criando equipamentos melhores, desbloqueando habilidades e se preparando para enfrentar dragões.

Ficha Técnica:

Desenvolvimento: Jagex Ltd

Distribuição: Jagex Ltd, H2 Interactive Co.

Jogadores: até 4 Jogador

Gênero: RPG, Mundo abert

o, Aventura, Ação

Idioma: Português, Inglês. Francês

Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X e Series S

Gráficos e estilo 

Uma das primeiras coisas que gostei foi o visual. Dragonwilds tem uma estética estilizada muito bonita, não tenta ser extremamente realista e isso combina muito bem com o universo de RuneScape, e para ser sincera, eu amo esses gráficos mais lowpoly, mais fofinhos por assim dizer.

Os ambientes têm bastante personalidade, principalmente quando você começa a explorar regiões diferentes. Florestas, montanhas, ruínas, cavernas e áreas dominadas por criaturas criam aquela sensação de estar realmente entrando em uma região desconhecida.

E eu gosto bastante desse tipo de direção artística porque o jogo consegue ser bonito sem precisar exagerar nos detalhes.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Exploração 

Explorar é uma das partes mais divertidas, você começa conhecendo uma pequena parte do mapa e, conforme melhora seus equipamentos e habilidades, consegue ir cada vez mais longe.

E sempre existe aquela curiosidade: “O que será que tem ali?” E quando percebe está fugindo de 4 ratos que querem te matar.

Apesar disso, é o tipo de jogo que recompensa muito o jogador que gosta de sair do caminho principal, você encontra recursos, criaturas, estruturas, cavernas, áreas escondidas e lugares que claramente foram feitos para despertar sua curiosidade, e quando você percebe, já está muito longe da sua base procurando algum recurso específico.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Construção, deixem comigo 

Agora vamos falar de uma das minhas partes favoritas. Eu sou praticamente o Bob, o Construtor.

Em qualquer survival que tenha construção, se deixarem, eu assumo a responsabilidade de montar o acampamento, e em Dragonwilds isso foi uma DELÍCIA.

O sistema de construção é muito bom e, principalmente, bem diversificado, você tem várias opções de paredes, estruturas e, finalmente tetos que fazem sentido! Sim, senhoras e senhores construtores de plantão, tetos bons.

Parece uma coisa básica, mas quem já jogou survival sabe o sofrimento que é tentar construir uma casa bonita e descobrir que o sistema de telhado parece ter sido criado por alguém que nunca viu uma casa.

Aqui as peças se encaixam muito bem e você consegue realmente criar estruturas que parecem construções de verdade, dá para montar uma casinha simples, uma fortaleza, um acampamento enorme ou simplesmente perder horas tentando deixar tudo bonito.

E eu definitivamente perdi horas, é um deleite construir uma fortaleza aqui.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Survival e coleta 

A estrutura de survival é bastante familiar, você coleta madeira, pedra, minérios e outros recursos, cria ferramentas, constrói estruturas e melhora seus equipamentos, mas Dragonwilds tenta fugir um pouco daquela sensação de “vou passar meia hora cortando árvore”.

A magia entra justamente para facilitar algumas dessas atividades, já que conforme você evolui suas habilidades, desbloqueia Skill Spells que podem transformar tarefas tradicionais em algo muito mais rápido e divertido, como um machado de magia para cortar árvores. E isso combina perfeitamente com a identidade de RuneScape.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Você fica melhor fazendo aquilo que gosta 

Essa foi uma das coisas que mais gostei no jogo, a forma como você evolui não parece simplesmente um personagem ganhando XP genérico e distribuindo pontos em uma árvore.

Você melhora fazendo.

Corre bastante? Você evolui sua habilidade de corrida. Usa muito o machado? Você melhora o uso do machado. Passa bastante tempo fazendo determinada atividade? Você fica melhor naquela atividade e começa a desbloquear novas habilidades relacionadas a ela.

E eu gostei MUITO disso, porque dá uma sensação muito maior de evolução natural, não é simplesmente um “ganhei experiência porque matei um inimigo.” É mais “eu passei tanto tempo fazendo isso que realmente fiquei melhor nisso.”

Isso também deixa cada jogador um pouco diferente, se alguém do grupo gosta de uma determinada atividade, pode se especializar nela, enquanto outra pessoa segue um caminho diferente e, ao mesmo tempo, ninguém fica completamente preso a uma função.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Cada inimigo pede uma abordagem 

O combate também me agradou bastante, principalmente porque os inimigos não são simplesmente “sacos de pancada com mais vida”. Cada inimigo acaba tendo determinadas armas ou tipos de ataque que causam mais dano, e isso faz com que você tenha que prestar atenção no que está enfrentando.

Isso deixa os combates mais dinâmicos, você não fica simplesmente usando sempre a mesma arma contra tudo, dependendo do inimigo, pode ser melhor trocar seu equipamento ou mudar sua abordagem.

E como o jogo é bastante focado em magia, isso também ajuda a criar uma diversidade muito legal dentro do grupo.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Cada jogador pode seguir seu próprio caminho 

Essa liberdade de especialização funciona especialmente bem no coop, um jogador pode se especializar mais em determinada arma ou habilidade, enquanto outro segue por um caminho completamente diferente.

Isso cria uma sensação muito boa de que cada pessoa realmente tem uma função dentro do grupo, sem necessariamente transformar o jogo em um sistema rígido de classes, você pode escolher como quer lutar e como quer desenvolver seu personagem, e isso deixa o grupo mais diversificado e equilibrado.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Construir, evoluir e explorar 

E é aqui que acho que Dragonwilds encontra seu melhor ritmo, você explora para encontrar recursos.

Usa esses recursos para construir, construindo, consegue melhorar sua estrutura e equipamentos, com equipamentos melhores, consegue explorar áreas mais perigosas.

E essas áreas dão acesso a recursos ainda melhores, enquanto isso, suas próprias habilidades continuam evoluindo conforme você joga, é um ciclo extremamente satisfatório. E quando você adiciona a construção no meio disso, fica ainda mais fácil perder horas no jogo.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Dragões

E obviamente não dá para falar de Dragonwilds sem falar dos dragões, eles funcionam muito bem como grandes objetivos de progressão. Você começa enfrentando criaturas menores e, conforme vai ficando mais forte, começa a se preparar para desafios muito maiores, existe uma sensação muito boa de progressão quando você percebe que aquele inimigo que parecia impossível algumas horas atrás agora é algo que você consegue enfrentar.

E é exatamente esse tipo de evolução que eu procuro em um survival, já que constantemente você é ameaçado pelos dragões, eles ficam rondando o acampamento, enquanto nos preparamos para enfrentá-los.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

A identidade de RuneScape 

Talvez esse seja o maior mérito de Dragonwilds. Ele poderia facilmente ser apenas mais um survival de fantasia medieval, mas não é.

A presença das skills, magia, criaturas, equipamentos, referências e toda a identidade visual fazem ele realmente parecer RuneScape transformado em um survival RPG, e isso é importante porque o gênero já está cheio de jogos excelentes.

Para conseguir se destacar, precisa ter personalidade, e Dragonwilds tem.

Jagex Ltd/ H2 Interactive Co./Divulgação

Conclusão 

RuneScape: Dragonwilds conseguiu fazer uma coisa que eu valorizo muito em um survival: me dar vontade de continuar jogando.

A construção é excelente, a progressão das skills é muito satisfatória, o combate consegue ser mais estratégico do que parece e a possibilidade de cada jogador desenvolver seu personagem de maneira diferente funciona muito bem no coop.

A progressão também me conquistou porque faz o personagem parecer realmente competente naquilo que faz. Você corre e fica melhor correndo. Usa uma arma constantemente e fica melhor com ela. É simples, mas cria uma sensação de evolução muito mais natural.

No final, Dragonwilds consegue pegar a fórmula de survival que já conhecemos e colocar nela uma camada muito forte de RuneScape, magia, skills e progressão, criando algo que funciona muito bem principalmente com amigos.


Cópia de PC cedida pelos produtores

Revisão: Gabriel Galdino

Nota Final: 9/10

Prós:

✔️ Construção excelente e muito diversificada  

✔️ Sistema de magia muito bem integrado 

✔️ Progressão natural baseada no que você realmente faz 

✔️ Diferentes possibilidades de builds 

✔️ Boa sensação de progressão 

Contras:

❌ Algumas atividades podem ficar repetitivas 

❌ Algumas áreas podem parecer um pouco vazias 

❌ A experiência pode ser significativamente mais divertida em coop do que sozinho 



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