Com uma mistura divertidíssima entre beat ‘em up e jogo de ritmo, Dead as a Disco vem se mostrando como um dos jogos mais divertidos do ano. O recente lançamento em acesso antecipado trouxe um gostinho a mais do que podemos experimentar além do que vimos na demonstração.
Ficha técnica:
Desenvolvimento: Brain Jar Games, Inc.
Distribuição: Brain Jar Games, Inc.
Jogadores: 1(local)
Gênero: Beat ‘em up / Ritmo
Plataformas: PC
Idioma: portugûes+
Pancadaria no compasso da música
A jogabilidade mistura elementos de beat ‘em up 3D com mecânicas rítmicas. Temos ataques, esquiva, aparo e golpes especiais, tudo funcionando de forma consistente. Grande parte da experiência gira em torno de acompanhar o ritmo das músicas que tocam nas fases, e, na maioria das vezes, é fácil se adaptar a esse flow, o que deixa o combate ainda mais satisfatório.
Além das fases de porradaria, também temos um grande hub, que no caso é uma boate destruída, aonde podemos, com os pontos ganhados em cada fase, comprar diversos cosméticos, ou mesmo renovar a boate ou focar na arvore de habilidades do personagem, melhorando habilidades que ganhamos após derrotar cada chefe
Também há alguns modos de jogo interessantes, como o modo infinito, onde podemos escolher uma música,seja do próprio jogo ou até uma faixa personalizada e jogar até sermos derrotados. Ainda que esteja em acesso antecipado, falta um pouco mais de conteúdo ao jogo, haja vista em que chega uma hora em que a única coisa que há para se fazer é melhorar a pontuação.
Um videoclipe jogável
Visualmente, Dead as a Disco chama bastante atenção. Os gráficos são muito bonitos e passam constantemente a sensação de estarmos dentro de um videoclipe.
Os cenários são vibrantes, estilosos e cheios de personalidade. O único ponto que ainda pode evoluir está nas expressões dos chefes, que às vezes parecem um pouco sem vida.
Narrativa simples, mas funcional
No jogo, você assume o controle de Charlie Disco, o falecido baterista da lendária banda que dá nome ao jogo. Após morrer em circunstâncias misteriosas há 10 anos, ele faz um pacto com o diabo para retornar à vida por apenas uma noite. Sua missão é buscar vingança e descobrir a verdade sobre seu assassinato, confrontando seus seis ex-companheiros de banda.
Nessa nova versão em acesso antecipado, após entrar em cada fase, temos alguns diálogos que nos dão pistas sobre o que aconteceu com Charlie, bem como nos informamos um pouco mais sobre os membros da Banda, que nesse momento são 4: Hemlock, Arora, Dex, e Prophet.
Não só Charlie, mas todos os personagens apresentados até o momento tem seu carisma próprio, o que é muito bom, embora a historia ainda esteja um pouco confusa
O verdadeiro espetáculo
A trilha sonora é, sem dúvida, um dos maiores destaques. As músicas são frenéticas e encaixam perfeitamente com a proposta do jogo, influenciando diretamente o ritmo da gameplay.
Mesmo com os poucos exemplos disponíveis nesta preview, já dá para perceber que a seleção musical é muito boa e tem potencial para ser um dos grandes pilares da experiência final.
Algo que melhora ainda mais a experiencia de Dead as a Disco é a opção de colocarmos nossas próprias músicas no modo arcade, o que deixa tudo muito mais divertido
Um show em potencial
Dead as a Disco já mostra, mesmo em seu estado atual, que tem uma proposta forte e muito bem definida. A mistura entre combate e ritmo funciona de forma natural, criando uma experiência divertida e estilosa.
Se mantiver esse nível de qualidade e expandir seus conteúdos, pode facilmente se tornar um dos jogos mais marcantes dentro dessa proposta híbrida.
Código para PC cedido pelos desenvolvedores





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