Saiu neste 1° de outubro o trailer oficial de “Frankenstein”, de Guillermo Del Toro, mais uma grande aposta da Netflix para este ano. O filme conta com nomes de peso no elenco, incluindo Oscar Isaac (Cavaleiro da Lua) no papel de Victor Frankenstein.
Divulgação/ Netflix via Variety
O longa será exibido apenas em cinemas selecionados a partir do dia 23 de outubro e chega ao catálogo da Netflix em 7 de novembro. Além de ter o nome de peso na direção e Oscar Isaac como protagonista, a produção traz um casting de destaque, por atuações dignas de aplausos, com Jacob Elordi (Euphoria) no papel da Criatura, Christoph Waltz (Bastardos Inglórios), Mia Goth (Pearl), Félix Kammerer (Nada de Novo no Front), Charles Dance (Game of Thrones) e David Bradley (Harry Potter e a Pedra Filosofal).
De acordo com a sinopse, o longa acompanha Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um cientista brilhante, mas egocêntrico, que dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso. O ato desencadeia uma tragédia que consome tanto o criador quanto sua criação.
Essa nova releitura da mundialmente conhecida obra de Mary Shelley, Frankenstein promete ser uma versão à altura da reputação de Guillermo Del Toro, conhecido por obras como O Labirinto do Fauno,A Forma da Água e a recente adaptação de Pinóquio (Netflix), onde realizou uma abordagem filosófica do conto de fadas.
Pelo cuidado que Del Toro costuma ter com suas obras, esta adaptação carrega grandes expectativas de se tornar uma das melhores ou até a melhor adaptação cinematográfica de Frankenstein. Até o momento, o longa já foi ovacionado no Festival de Veneza.
A Netflix revelou na noite de sábado (09/08), durante o One Piece Day 2025, o aguardado trailer da segunda temporada do live-action de One Piece. O evento oficial da franquia criada por Eiichiro Oda foi realizado no centro de convenções Tokyo Big Sight, no Japão, reunindo diversos fãs.
Trailer oficial da segunda temporada do live-action de One Piece
A prévia foi apresentada mundialmente em um painel especial dedicado à série, que contou com a presença do ator Iñaki Godoy, intérprete do protagonista Monkey D. Luffy. Com o trailer, os fãs tiveram um gostinho do que está por vir na nova temporada, que vai adaptar os arcos Loguetown, Montanha Reversa, Whisky Peak, Little Garden e Ilha de Drum. A série também foi oficialmente renovada para o terceiro ano.
Embora ainda não traga imagens do adorável médico da tripulação, Tony Tony Chopper, nem de sua ilha nevada, o trailer revelou a primeira aparição de personagens importantes: o gigante Brogy (interpretado por Brendan Murray), Charithra Chandran como Miss Wednesday/Vivi, a baleia Laboon, o capitão da Marinha Smoker (Callum Kerr) e Lera Abova como Miss All Sunday, mais conhecida como Nico Robin.
Primeira aparição de Lera Abova caracterizada como Miss All Sunday
Além dos novos rostos, o vídeo apresentou cenários e ilhas que os fãs veteranos reconhecerão de imediato. A segunda temporada do live-action de One Piece está prevista para estrear em 2026, ainda sem data oficial confirmada.
One Piece conta a história de um garoto chamado Monkey D. Luffy, que sonha em encontrar o lendário tesouro e se tornar o Rei dos Piratas. Com sua fiel tripulação e seus poderes de borracha, o jovem aventureiro embarca em uma incrível jornada para realizar seu sonho, enfrentando inúmeros obstáculos e perigosos inimigos pelo caminho.
No quarto episódio da série, intitulado Obliterated, temos o primeiro encontro de verdade do nosso casal Joanne e Noah. As coisas não saem como o esperado, e os dois acabam parando em uma loja de brinquedos sexuais.
Netflix/Divulgação
Isso ocorre porque o próximo episódio do podcast das irmãs vai trazer uma convidada especial que criou um vibrador diferente, e como anfitriãs, as irmãs precisam conseguir esse brinquedo para apresentá-lo. Algo acontece, e a missão acaba sobrando para Joanne.
Assim, o encontro dos dois é adiado, e o rabino vai, pela primeira vez, a esse tipo de loja. Como se já não fosse constrangedor o bastante, Noah acaba topando ali dentro um membro conhecido da Comunidade Judaica, que por acaso também faz parte do conselho de direção da Sinagoga em que trabalha.
Fiquei imaginando se fosse comigo, Pois sou professora. E se eu encontrasse um aluno em uma loja como essa? Ou os pais de algum aluno? Ou meus chefes? Dizemos que o mundo está mais evoluído e as pessoas são mais desencanadas, mas ainda há assuntos muito sensíveis, e uma cena dessas nos deixaria bastante constrangidos.
Noah fica preocupado com seu emprego, pois como líder religioso, é esperada uma certa postura ou conduta dele, mas, como Joanne está acostumada com esse tipo de situação (afinal, ela trabalha em um podcast que trata desses temas), ela conseguiu acalmá-lo e melhorar a situação.
Não foi exatamente o primeiro encontro ideal, mas tudo acabou dando certo. E como nos episódios anteriores, tivemos diversas questões trazidas à tona que nos fazem refletir.
Netflix/Divulgação
Quando estamos conhecendo uma pessoa nova, deveríamos deixar bem claro o que esperamos um do outro e já alinhar de antemão expectativas? Deveríamos ir com calma e ver o que pode rolar? E se a outra pessoa não quiser um relacionamento sério? E se você estiver servindo como um 'step' porque a pessoa está superando outra? E se você se abrir demais e se tornar dependente emocionalmente do outro? E se você for muito fechado e perder alguma oportunidade?
Apesar de algumas cenas constrangedoras, tivemos algumas cenas fofas da Miriam, filha de Sasha, irmão do Noah. Ela gosta de um menino, e a melhor amiga dela mandou uma mensagem a esse menino contando isso. Gostei da introdução da personagem, e nesse episódio eu quase gostei da Ester, mãe da Miriam. Confesso que ainda não gosto muito dessa personagem, ela parece ser muito chata e intrometida, e confesso que não senti muita química entre os atores que interpretam esse casal.
Aliás, no primeiro episódio, as poucas interações do Sasha com a irmã de Joanne nos trouxe muito mais química, e fiquei imaginando se ao longo da série não rolaria um divórcio e uma subtrama de um novo romance aqui. Mas talvez os roteiristas tenham mudado de ideia, porque acho difícil rolar um divórcio com a introdução de uma filha. Continuo animada pela série, apesar de perceber uma leve diferença do ritmo desse episódio com os anteriores.
O segundo episódio da série Ninguém Quer começa exatamente onde o primeiro parou. O Rabino Noah havia acabado de fazer uma prédica na sinagoga e, ao final do serviço religioso, diversas pessoas o cercaram para conversar, pedir conselhos e compartilhar novidades de suas vidas pessoais.
Netflix/Divulgação
Ele então pede que Joanne espere do lado de fora e avisa que logo sairá. Como ela não está acostumada com essa dinâmica, acaba esperando por um bom tempo e conversa com a irmã por telefone, que a aconselha a ir embora. Afinal, que tipo de cara fica enrolando para te encontrar?
Quando Noah finalmente está prestes a sair, sua família o cerca, e sua mãe fica revoltada com o fato de que ele está se interessando por uma moça que não é judia. O pai aparenta ser mais flexível, e a única pergunta que faz é se a moça já terminou a faculdade e se tem uma profissão.
O irmão de Noah decide ir atrás, e é assim que o episódio se desenrola. Os dois irmãos e as duas irmãs vão juntos para um bar, e alguns diálogos interessantes surgem. Como se parece um judeu? Eles tem cabelo cacheado? São narigudos? Controlam a mídia? A irmã de Joanne deixa escapar sem querer que Noah e seu irmão não parecem judeus, e apesar de ambos dizerem que não se sentem ofendidos com essa fala, é nítido o quanto isso é cansativo de ouvir, mas tão comum.
Netflix/Divulgação
Achei extremamente interessante o fato de o episódio abordar isso, pois provavelmente todo judeu que não é branco, loiro, de olhos azuis e, talvez, narigudo já deve ter ouvido, em algum momento da vida, que não parecia um judeu – reforçando assim uma caricatura estereotipada. É como a pergunta que foi dita no episódio anterior, que já ouvi diversas vezes na minha vida, o motivo de porque eu não acreditava em Deus, sendo que eu acredito, só que talvez de uma forma diferente.
Os problemas familiares começam a se desenrolar. As irmãs que administram juntas um podcast, parecem ter certa discordância a respeito de como o programa deve continuar, e os pais de Noah continuam em dúvida sobre essa situação, de um Rabino saindo com uma Não judia.
"Ela falou de Jesus para você? Às vezes, eles tentam te recrutar", Essa foi a frase que o pai de Noah disse ao filho. E por mais que tenha sido uma frase dita em tom de brincadeira, ela tem um pingo de verdade. A autora deste texto, por ser judia, já ouviu diversas vezes de amigos cristãos comentários sobre o quanto estaria errada por não acreditar em Jesus Cristo. Devo admitir que, ao assistir a esse episódio, me identifiquei com essa fala, porque é realmente cansativo ouvir sempre as mesmas coisas.
Stefania Rosini / Netflix
Joanne diz em certo momento que não entende o motivo de Noah e sua família serem tão reservados, dos judeus ficarem tão "isolados" entre si, pois acredita que é melhor quando você se abre e não se esconde do mundo. Foi uma conversa interessante e verdadeira em muitos sentidos. Mas também entendo o motivo de querer se esconder e não sair anunciando ao mundo quem você é ou como se sente, pois as pessoas podem ser cruéis e julgadoras.
O episódio terminou com uma mentira. Foi rápido, divertido e te faz querer continuar assistindo.
A série 'Com Carinho, Kitty' foi oficialmente renovada para a sua 2ª temporada. A notícia foi divulgada pela Netflix Brasil na última quarta-feira, dia 14.
A série conta a história de Kitty (Anna Carthcart), irmã mais nova de Lara Jean (Lana Condor), que se inscreve para um intercâmbio na Coreia do Sul com o objetivo de entrar em contato com a história de sua mãe e poder encontrar pessoalmente com Dae (Choi Min-young), seu namorado à distância.
A obra ganhou uma grande aprovação do público e também da crítica (82% pelo Rotten Tomatoes), especialmente por trazer um pouco da essência dos doramas em sua produção.
A segunda temporada ainda não possui previsão de estreia.
Se você ainda não assistiu a primeira temporada, todos os episódios estão disponíveis na Netflix!
Marcos Pigossi, protagoniza a série que explora o folclore brasileiro através do olhar investigativo do seu personagem.
Nesta segunda temporada, após dois anos com Eric (Marcos Pigossi) aparece em um santuário natural, protegido por indígenas e procurado por garimpeiros ilegais, perto de Belém do Pará. Ele descobre que Luna e a Cuca estavam morando nas proximidades com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Embora queira retornar imediatamente para o Rio de Janeiro com Luna, suas habilidades sobrenaturais recém-adquiridas o tornam necessário para proteger Luna e o santuário, que descobre serem intimamente ligados.
Primeiro pôster do live-action de One Piece. (Imagem: Divulgação/Netflix)
Depois de anos do anúncio de que um live-action de One Piece seria lançado, os fãs do anime tiveram uma ótima surpresa no início deste ano. A Netflix, uma das responsáveis pela produção, anunciou que o live-action será lançado ainda em 2023. O anúncio veio acompanhado de pôsteres que mostram o visual dos personagens.
As filmagens foram finalizadas em setembro de 2022 e foram realizadas na Cidade do Cabo, na África do Sul. A série ainda não tem uma data de estreia definida.
Ainda não se tem muitas informações sobre o live-action mas sabemos que será uma série com 10 episódios. “Romance Dawn” é o nome do primeiro episódio, descobrimos essa informação quando foi divulgado uma imagem do roteiro. Segundo o IMDb, o nome dos cinco primeiros episódios da série são:
Romance Dawn
An old friend of mine
Tell No Tales
A frog in the well
All races in one sea
Um vídeo dos bastidores da produção foi divulgado no ano passado e nele podemos ver artes conceituais dos navios e alguns dos cenários que foram construídos para a série. Os fãs de One Piece puderam constatar que existe um real cuidado em relação a construção de mundo feita para a série. Confira a seguir o vídeo:
ADAPTAÇÃO DE ONE PIECE PARA LIVE-ACTION
A obra de Eiichiro Oda é longa, então não temos certeza de como a adaptação será feita. O anime de One Piece chegou recentemente ao episódio 1050 e podemos dividi-lo em grandes sagas, sendo ‘Wano’ a saga atual. A divisão a seguir foi feita com base nos locais principais onde ocorre cada uma das sagas, não é a única divisão possível a ser feita em relação a One Piece.
Temos East Blue, Alabasta, Skypiea, Water 7, Thriller Bark, Arquipélago Sabaody, Impel Down, Marineford, Pós-guerra, Ilha dos Tritões, Punk Hazard, Dressrosa, Zou, Whole Cake e Wano.
Tudo indica que nessa primeira temporada do live-action será adaptado a maior parte da saga East Blue, onde temos o início de tudo e vemos a tripulação dos 'chapéu de palha’ sendo formada. Obviamente haverá cortes na história, seria praticamente impossível adaptar a saga toda em 10 episódios, mas provavelmente chegaremos ao arco do Arlong Park.
ATORES
Iñaki Godoy, Mackenyu, Emily Rudd, Jacob Gibson e Taz Skylar. (Imagens: Divulgação/Twitter InakiGodoy)
Iñaki Godoy será o nosso Monkey D. Luffy, o capitão da tripulação e futuro Rei dos Piratas. Mackenyu interpreta o espadachim Roronoa Zoro, Emily Rudd será a gatuna e navegadora Nami, Jacob Gibson interpreta Usopp, o atirador (insira aqui todos os outros títulos que ele mesmo criou) da tripulação e Taz Skylar interpretará o cozinheiro Sanji.
Se pensarmos apenas na aparência dos personagens, a escalação de atores feita para o live-action em relação aos principais ficou muito parecida. Mesmo não tendo acesso a caracterização completa vemos que os atores são parecidos com os personagens, então só nos resta esperar que eles também consigam entregar uma atuação digna para One Piece.
Outros nomes que também darão vida a personagens importantes são Vincent Regan como Garp, Steven Ward como Mihawk, Chioma Umeala como Nojiko, Celeste Loots como Kaya e Craig Fairbrass como Chef Zeff.
CADÊ O CHINELO DO LUFFY
Segundo pôster divulgado do live-action de One Piece. (Imagem: Divulgação/Netflix)
Depois da divulgação do pôster da série onde temos a tripulação e o navio Going Merry alguns comentários de fãs falando sobre Luffy não estar usando a sua característica sandália foram encontrados nas redes sociais.
Esse tipo de discussão é compreensível porque para um fã esse tipo de detalhe é importante. E se pensarmos na desconfiança de muitos fãs em relação a um live-action qualquer pequena mudança feita tende a ser vista como algo grande e que pode significar que o live-action de seu anime preferido está completamente diferente do que você imaginou. E, na maioria das vezes, isso não é bom.
No caso da sandália de Luffy, a atriz Emily Rudd, que interpreta Nami, respondeu em seu Instagram que a mudança foi feita por causa da segurança do ator Iñaki Godoy. Fazer um personagem como o Luffy requer que acrobacias sejam feitas e um chinelo não é recomendado se esse é o intuito. Ou seja, para preservar a integridade do ator, Luffy não vai usar chinelo.
LIVE-ACTION E FÃS DE ANIME
A desconfiança dos fãs de anime em relação a live-action é justificada. Quando se pensa em live-action de animes são as versões ruins que são lembradas primeiro, vulgo Dragonball Evolution e a versão de Death Note feita pela Netflix.
Os fãs em geral costumam ter certas desconfianças em relação a adaptações feitas pela Netflix por que o resultado nunca é previsível, pode dar muito certo (Heartstopper) ou muito errado (Amor & Gelato).
Sim, existem live-action que são bons. (Eu precisei pesquisar eles pra lembrar? Sim, mas isso não vem ao caso.) Entretanto, vários deles ou não conseguem trazer a essência e dar vida aos personagens ou são simplesmente horrorosos.
Esperamos que One Piece seja um dos exemplos de sucesso, que eles consigam fazer o Luffy se esticando de maneira satisfatória porque muitos fãs vão prestar atenção nisso, e que eles consigam mostrar o universo tão único e específico que o Oda criou na obra dele.
Logo do live-action de One Piece. (Imagem: Divulgação/Netflix)
A quinta (e última) temporada da série animada Aggretsuko já tinha sido anunciada durante o Tudum Japão em Setembro de 2022.
A panda vermelha Retsuko que sofre com seus problemas de adulta, e acaba cantando death metal no karaokê, continua com a sua vida infernal no escritório. Além disso, ela tem que ajudar os seus amigos, que tem as próprias questões, nesta temporada em especial o Haida, que se demitiu do trabalho. Tudo isso fica claro no trailer divulgado recentemente. Confira abaixo!
A série é uma produção da Netflix em parceria com a Sanrio
- conhecida por personagens como Hello Kitty, Gudetama e Keroppi -,
sendo produzida pelo estúdio FanWorks, com direção de Rareko. Todo o
elenco está de volta para este final.
A nova temporada chega a Netflix no dia 16 de Fevereiro e as outras temporadas estão disponíveis para assistir.
Foi lançado hoje, dia 9 de janeiro, o trailer da 4ª temporada da série “You”. Em sua nova temporada, que tem a estreia de sua primeira parte no dia 9 de fevereiro, veremos mais um capítulo da vida do nosso querido stalker Joe Goldberg (Penn Badgley).
Fugindo de tudo que fez na temporada anterior, o personagem se muda para Londres e assume uma nova identidade como o professor Jonathan Moore. O problema para Joe é que ele terá que representar o papel de vítima já que está sendo perseguido (sim, o stalker está sendo perseguido) por um assassino que sabe quem ele é e o que ele fez no passado.
O assassino “Eat the Rich” (‘Coma o rico’, traduzindo para o português) escolhe suas vítimas entre a elite e estando Joe rodeado do que ele chama de "círculo de idiotas privilegiados” ele acaba por estar envolvido.
Uma das questões que a série irá abordar será o fato de que o assassino parece não só conhecer quem realmente é Joe como está fazendo tudo para chamar a atenção do stalker. Teremos também o personagem lutando contra a sua natureza e reencontrando Marienne, sua obsessão da 3ª temporada que conseguiu escapar.
A segunda parte da temporada estreia em 9 de março, um mês após a estreia da primeira parte. As três temporadas anteriores da série estão disponíveis na Netflix. Confira abaixo o trailer da 4ª temporada de “You”.
“Entre facas e segredos”, filme de 2019, foi uma maravilhosa surpresa para os amantes de mistério. Ele foi um sucesso que não só conseguiu agradar o público e a crítica com um roteiro interessante e um elenco com atuações memoráveis, mas também alcançou diversas indicações em premiações importantes, como a de Melhor Roteiro Original no Oscar de 2020.
O sucesso da produção resultou na Netflix comprando os direitos das duas próximas sequências da franquia, tendo lançado a primeira delas na sexta, dia 23 de dezembro. Com o nome de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, o filme tem a duração de 2 horas e 19 minutos e conta com Daniel Craig de volta no papel do detetive Benoit Blanc.
No filme temos Benoit Blanc indo à Grécia para a festa que o bilionário Miles Bron realiza com seu grupo excêntrico de amigos. A partir disso vários mistérios se apresentam para serem resolvidos pelo detetive, entre eles temos o de descobrir quem foi o autor de um assassinato.
Como o primeiro filme da franquia, a obra tenta sempre surpreender quem está assistindo, então é um pouco complicado falar da trama sem revelar alguma das reviravoltas presentes. Que são várias, vale ressaltar, e que conseguem surpreender até os ávidos consumidores de produções de suspense e mistério.
O elenco do filme tem vários nomes de peso mas vários deles não são tão explorados e acabam por servir apenas para aumentar a lista de suspeitos. É por meio dos personagens bastante interessantes que diversas críticas são feitas, por exemplo em relação a atitudes questionáveis de pessoas ricas e famosas ou aos excessos praticados por gurus da tecnologia. A trama apresenta um caráter atual por ocorrer durante a pandemia e por termos atualmente vários exemplos que podemos associar aos personagens apresentados.
No elenco temos Daniel Craig (Benoit Blanc), Kate Hudson (Birdie), Leslie Odom Jr. (Lionel), Janelle Monáe (Andi), Dave Bautista (Duke), Edward Norton (Miles), Jessica Henwick (Peg), Kathryn Hahn (Claire) e Madelyn Cline (Whiskey). Os atores estampam os posters de divulgação do filme.
Imagem: Divulgação/Netflix
Pudemos conhecer um pouco mais do detetive Blanc na obra, fomos apresentados a suas inquietações em relação ao confinamento por causa da pandemia e a seu companheiro Phillip, interpretado por Hugh Grant.
Benoit Blanc é um dos pontos de ligação entre as obras da franquia, aparentemente será a partir dele que teremos os mistérios apresentados e solucionados. Mesmo ele sendo um dos personagens principais, o foco do filme se mantém na narrativa, no mistério e nos possíveis suspeitos.
Outra tentativa de estabelecer essa ligação foi trazer para o título do segundo filme o termo “Knives Out” que é o nome original da primeira obra. Não tenho certeza se isso funciona já que além de o público não necessariamente saber do título original temos também outra expressão que não tem tradução para o português, o “Glass Onion”, que só descobrimos o que significa ao longo da obra.
O filme obtém sucesso em subverter as expectativas do público para surpreender, você espera que certas coisas ocorram, porém acaba descobrindo que não vão porque você só tem a visão de um pedaço da história e não do todo.
Na primeira hora do filme somos apresentados aos personagens, aos mistérios a serem resolvidos e somos induzidos ao erro em relação a certas coisas. Depois disso, durante pelo menos meia hora, a trama mostra que há mais reviravoltas nessa história de investigação e volta em certos acontecimentos para que o público possa ter uma nova visão sobre eles e só a partir disso é que a história continua.
Definitivamente “Glass Onion” é mais engraçado que o primeiro, que já fazia um ótimo balanceamento em relação ao mistério e o humor, porém ele não deixa aquela sensação de surpresa e encantamento em relação à trama de mistério que “Entre facas e segredos” conseguiu deixar.
“Glass Onion: Um Mistério Knives Out” é um filme muito bom que entretém e diverte, que apresenta uma trama cheia de mistérios e reviravoltas e traz um novo fôlego para obras que giram em torno de “quem matou”. Ainda que entregue certas resoluções sem dar tanto espaço para o público buscar as respostas, é uma ótima opção para os amantes de histórias de detetive e de mistério e mantém a qualidade da franquia que esperamos que se mantenha no próximo filme.
O filme está disponível na plataforma de streaming Netflix, assim como o primeiro da franquia. Confira a seguir o trailer oficial da obra.
Pôster de divulgação, filme "X - A Marca da Morte"
Nascida em 27 de setembro de 2002, Jenna Marie Ortega, iniciou a carreira de atriz aos nove anos de idade e ficou conhecida por suas atuações na Disney Channel. Hoje, a atriz de 20 anos que se tornou a "Wandinha" da nova geração, carrega uma extensa lista de filmes de terror em seu currículo.
Pânico
Cena de Pânico 5. Paramount Pictures.
Jenna é uma das duas final girls da franquia iniciada por Wes Craven em 96. Os filmes para a nova geração de fãs de Pânico, foge um pouco do clichê dos primeiros filmes, onde a personagem Casey Becker (Drew Barrymore) morre nas mãos do Ghostface, já nos filmes atuais Tara (Jenna Ortega) junto de sua irmã Sam (Melissa Barrera), sobrevivem a ligação do serial Killer, que agora tentam desvendar quem está por trás da onda de assassinatos na cidade de Woodsboro. Jenna Ortega foi confirmada para reprisar seu papel em Pânico 6 que tem estreia prevista para 2023.
A Babá, Rainha da Morte
Cena de Babá: Rainha da Morte
Jenna Ortega é Phobe, amiga de Cole (Judah Lewis), o personagem principal dos filmes, na sequência, Cole e seus amigos decidem passar um fim de semana fora, porem precisarão sobreviver ao retorno da sua Babá supostamente morta.
Terror no Estúdio 666
Reprodução: Terror no Estúdio 666.
No filme, a banda Foo Fighters está passando por um bloqueio criativo para seu décimo álbum e são apoiados pelos produtores a superarem o bloqueio passando o fim de semana em uma mansão supostamente assombrada, mas, situações bizarras e mortes grotescas começam a acontecer durante a gravação, durante o decorrer do filme, os Foo Fighters descobrem que não são a única banda a ser amaldiçoada na mansão, em 93 a banda de rock Dream Willows, sofreu um massacre na mansão, entre as vítimas estava Skye Willow, interpretada por Jenna Ortega.
X - A Marca da Morte
Reprodução A24
Na produção de Ti West, Lorraine (Jenna Ortega) faz parte de um grupo de jovens entusiastas a gravarem um filme pornô em uma cabana rural propriedade de um casal de idosos, Jenna interpreta uma personagem tímida e aparentemente quieta, mas surpreende a todos quando decide participar também do conteúdo adulto, ao anoitecer, os jovens pretendiam terminar de gravar o filme, porem a pornografia da espaço ao horror e gore nessa produção.
O Cangaceiro do Futuro é a nova série de comédia brasileira, que teve seu trailer divulgado no último dia 29 de Novembro.
A história da série acompanha o jagunço Virguley, que tem o sonho de sair de São Paulo e retornar ao Nordeste. Se aproveitando de sua semelhança com o famoso Lampião, ele aproveita para fazer umas apresentações e conseguir uma grana extra.
Um dia, ao receber um tapa muito forte, Virguley acaba viajando no tempo, parando na década de 20, na época do cangaço. A partir dai que ele passa mesmo a ser confundido com o famoso cangaceiro e vai se aproveitar da situação.
A série é uma criação de Halder Gomes(Cine Holliúdy, O Shaolin do Sertão), com direção dividida entre o criador e Glauber Filho (Bate Coração), trazendo em elenco Edmilson Filho (que participou do recente Cabras da Peste), Chandelly Braz, Frank Menezes, Evaldo Macarrão, Haroldo Guimarães, Max Petterson, Valéria Vitoriano, Solange Teixeira e Carri Costa.
O Cangaceiro do Futuro chega à Netflix em 25 de Dezembro com seus sete episódios.
Confiram abaixo o trailer divulgado!
E ai? O que acharam do trailer? Ficaram interessados em assistir?
A estreia
"Wandinha" na Netflix, trouxe o nome do cineasta Tim Burton de volta
ao "em alta" do mundo do entretenimento, por se tratar do derivado do
sucesso de "Família Addams".
(A matéria a seguir contém spoilers)
Cena da série na Netflix
Na trama,
acompanhamos Wandinha (Jena Ortega) que, após ser transferida para o internato
"Nunca Mais" na cidade de Jericó, devido a uma tentativa de homicídio
envolvendo piranhas em seu colégio anterior.
Sem poder torturar
Feioso (Isaac Ordonez) seu irmão mais novo, Wandinha tem
que procurar novos hobbies, o que não demora, pois a cidade de Jericó está sob
o ataque de um possível assassino, levando a garota investigar os
acontecimentos estranhos e descobrir que é a "chave" principal dessa
investigação.
O
Preconceito presente na História
Em 1937, os
quadrinhos de Charles Addams, o criador da série, começaram a ser publicados,
porém nessa época, os personagens não tinham nomes e nem eram considerados família. Inicialmente eram quadrinhos com humor ácido
e de uma família gótica, característica presente até hoje.
Os
quadrinhos possuíam o objetivo de satirizar as famílias tradicionais do século
XX (vinte), com pessoas que se vestiam de forma elegante, e que não se
importavam sobre o que achavam de seu comportamento peculiar, publicadas em
formato de tirinhas no jornal The New Yorker até a morte do seu criador em
1988. A partir daí, começava a carreira meteórica dos Adams através das
mídias.
Cena da Série na Netflix
Na série da Netflix,
podemos ver o preconceito velado pelos residentes de Jericó com os estudantes
do instituto de Nunca Mais, visto que, os mesmos são considerados excluídos,
esquisitos e estranhos da sociedade. Em diversos episódios ao irem à cidade, os
estudantes são tratados com desdenho pelos moradores considerados
"padrões".
Durante uma festa
realizada na escola de Nunca Mais, um grupo de jovens moradores de Jericó,
convidados pelo acompanhante de Enid, pregam uma peça nos alunos com referência
a "Carrie, a estranha". Em outro momento da história, os personagens
visitam Jericó para o festival da cidade, onde um grupo de "padrões"
implica com Eugene (Moosa Mostafa), os mesmos já tinham incomodado Wandinha na
cafeteria da cidade e a personagem revidou suas agressões.
Outro ponto é a trama
do passado de Nunca Mais, um incidente envolvendo Mortícia, Gomez e Garret
Gates, onde Gomez é acusado de cometer assassinato e Garret é visto como vítima
do excluído. Os Gates representavam uma família rica que controlava Jericó na
época e compraram o xerife para acusar o patriarca Addams injustamente.
A trama chave da
série está ligada a este preconceito com os excluídos onde a professora
Thornhill cria um plano elaborado para trazer Joseph Crackstonte, o peregrino
da cidade de Jericó que tornou um inferno a vida dos excluídos da época, de
volta a vida e destruir a escola de Nunca Mais.
Por que Nunca Mais
foi criada?
Fundada em 1971, o
instituto surgiu com o intuito de ensinar os excluídos, aberrações e monstros a
lidarem com suas peculiaridades, além de oferecer um local seguro para
estudarem, a história da fundação não é tão explorada na série, mas,
descobrimos que surgiu por Goody Addams.
A ancestral de
Wandinha participou do conflito contra o peregrino da cidade de Jericó, Joseph
Crackstone. Junto com outros moradores "padrões", Joseph incendiou
uma casa cheia de pessoas no qual considerava "estranhos". Tempos
depois, Goody derrotou Joseph, e assim, abriu a escola de Nunca Mais, fazendo
do local, um instituto para pessoas peculiares ficarem seguras.