Review – Once Upon a Katamari (PC): Caos, charme e diversão em estado puro

Bandai Namco Entertainment Inc./Divulgação

Once Upon a Katamari, jogo da ótima — mas não tão famosa — franquia Katamari, marca o retorno da série aos consoles após mais de 10 anos. O resultado é exatamente o que os fãs esperavam: uma jogabilidade divertidíssima, uma estética completamente amalucada e um charme único que continua sendo a maior força da franquia.

Ficha Técnica

Título: Once Upon a Katamari
Desenvolvedora: RENGAME
Distribuidora: Bandai Namco Entertainment Inc.
Plataforma: PC, Playstation 5, Xbox Series, Switch
Gênero: Aventura
Modos de Jogo: Single-player, 
Idioma: Inglês+

O caos que cresce

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A jogabilidade de Once Upon a Katamari segue fielmente a fórmula clássica da série. O jogador controla uma pequena bola, a Katamari, que cresce ao “grudar” objetos espalhados pelos cenários. A ideia é simples e genial: transformar algo minúsculo em algo verdadeiramente grandioso.

Durante as fases, é possível coletar power-ups que aceleram o crescimento da Katamari, além de encontrar segredos e objetivos secundários que incentivam a exploração. A progressão é constante e sempre recompensadora.

Além disso, o jogo oferece diversas opções de itens e cosméticos para personalizar o personagem, permitindo que o jogador molde sua experiência visual da forma que preferir. Mesmo sem grandes inovações mecânicas, Once Upon a Katamari se sustenta pelo puro prazer de jogar: é simples, extremamente viciante e incrivelmente divertido.

Simples, coloridos e psicodélicos

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Visualmente, Once Upon a Katamari aposta totalmente na ludicidade. Os gráficos são simples e coloridos, mas cheios de personalidade. Há um certo tom psicodélico em sua estética que combina perfeitamente com a proposta caótica do jogo.

Nada aqui busca realismo. Tudo é exagerado, estranho e encantador ao mesmo tempo. Essa identidade visual forte é uma das razões pelas quais a franquia continua tão única mesmo após tantos anos.

Uma maluquice que funciona

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Em Once Upon a Katamari, mais uma vez o Rei do Cosmos destrói acidentalmente estrelas, planetas e constelações, e cabe ao Pequeno Príncipe restaurar o universo criando novas estrelas a partir das Katamaris. A narrativa se desenrola como uma fábula absurda, cheia de humor nonsense e situações completamente inesperadas.

A história é uma grande maluquice — e essa é justamente sua maior virtude. Ela não tenta ser profunda ou complexa, servindo como um pano de fundo divertido que abraça o tom excêntrico da jogabilidade e diverte o jogador do começo ao fim.

Leve, estranha e memorável

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A trilha sonora de Once Upon a Katamari é mais um dos grandes destaques do jogo. Leve, animada e propositalmente estranha, ela combina perfeitamente com a atmosfera meio “doida” que a franquia sempre apresentou.

As músicas ajudam a criar um clima descontraído e quase hipnótico, tornando cada fase ainda mais marcante e reforçando a identidade única da série.

Katamari sendo Katamari


Once Upon a Katamari não tenta reinventar a roda — e nem precisa. Ele entrega exatamente aquilo que fez a franquia conquistar seu espaço: uma jogabilidade simples, viciante e criativa, uma estética única e uma identidade que não se parece com a de nenhum outro jogo.

É um retorno extremamente bem-vindo, tanto para fãs antigos quanto para novos jogadores curiosos por algo diferente. Maluco, carismático e genuinamente divertido, Once Upon a Katamari prova que, às vezes, repetir a fórmula certa é tudo o que um bom jogo precisa para brilhar novamente.

Nota Final: 8,5 / 10

Pontos Positivos

  • Jogabilidade extremamente viciante e acessível

  • Estética única, colorida e cheia de personalidade

  • Trilha sonora marcante e divertida

  • Ótima opção tanto para veteranos quanto para novos jogadores

  • Alto fator de charme e identidade própria

Pontos Negativos

  • Poucas novidades em relação aos jogos anteriores da série

  • Pode cansar quem busca experiências mais profundas ou complexas

  • Estrutura bastante repetitiva a longo prazo


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