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domingo, 10 de maio de 2020

Especial Dias das Mães: Frigga, a mãe dos Deuses


Todo mundo falha em ser quem deveria ser. O valor de alguém, de um herói, está em conseguir ser quem realmente é.
―Frigga


Frigga é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir na mitologia nórdica. Conhecida como a mais formosa entre as deusas, a primeira esposa de Odin, rainha do Æsir e deusas do céu. Esposa de Odin e madrasta de Thor (diferente do que vemos nos filmes) e mãe adotiva de Loki. É a deusa da fertilidade, do amor e da união, a protetora da família, das mães e das donas-de-casa, e símbolo da doçura. Além disso, é a única Deusa além de Odin que pode sentar-se no trono "Hlidskjalf" e observar o universo.

Voltando a adaptação no MCU, a Rainha-Mãe foi retratada como a verdadeira mãe do deus do trovão. Corajosa e altruísta, Frigga ajudou na cerimônia de coroação de Thor para se tornar rei de Asgard, ao lado de Loki e olhando para seu primogênito com orgulho e também esperança de que ele se tornasse mais maduro e inteligente do que era naquele momento. Após o banimento de Thor pelas mãos de Odin, Frigga confrontou o marido e insistiu que ele devolvesse o filho a Asgard e também esteve ao seu lado, quando Odin caiu no Odinsleep.


Em Thor: O mundo sombrio, durante o ataque a Asgard, Frigga lutou contra os elfos negros para defender seu povo a qualquer custo. Ela enfrentou Malekith enquanto defendia Jane Foster e durante o duelo, onde lutava bravamente contra o elfo das trevas, foi interrompida por Kurse, que a esfaqueou no coração, matando-a instantaneamente. Seu funeral teve uma das cenas mais bonitas e emocionantes na trilogia do Deus do Trovão e sua morte serviu para trazer arrependimento a Loki, causando o que pode ter sido o ponto de virada na saga do anti-herói.

Em Vingadores: Ultimato, contemplamos mais uma vez sua astucia em "não ver só com os olhos" e sua sabedoria ao aconselhar seu primogênito, o encorajando a lutar contra seus medos e frustrações.



Mesmo não recebendo muito tempo de tela nos filmes, em cada momento que apareceu, demonstrou ser uma benevolente rainha, uma poderosa deusa e uma amorosa mãe.

E essa é nossa homenagem a Frigga, a mãe dos deuses.



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