Oscar 2020: 1917 é a melhor fotografia



No contexto da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos recebem uma missão aparentemente impossível de ser cumprida. Em um contratempo, eles são obrigados a cruzar o território inimigo para entregar uma mensagem decisiva que pode salvar a vida de seus companheiros.
O filme se passa no ambiente bélico do conflito em si e reúne, no seu cenário, armas, uniformes, destruição e a estética da própria guerra.
Trata-se de uma construção de acontecimentos com imagens bem próximas à realidade.
Era de se esperar que 1917 levasse o título de melhor fotografia, graças à boa elaboração do cenário, ao posicionamento das câmeras e ao jogo de cores nas filmagens. Destaca-se, principalmente, o modo como a trama assemelha-se fidedignamente a um local real de conflito com as trincheiras, vegetações devastadas e efeitos especiais filmados em extensos takes que curiosamente tiveram poucos cortes. Vale lembrar que, para assegurar a verossimilhança, Roger Deakins filmou, na maior parte do tempo, sob luz natural, passando por condições climáticas adversas.
São transmitidos aos telespectadores o clima e a frieza da guerra.
Na disputa do Oscar, também estavam Coringa, Era uma vez em Hollywood, O farol e O Irlandês.

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